Aquilo soou como um balde de água fria pra mim que fingi não ter sentido. Percorrermos mais alguns quilômetros e chegamos na casa do meu amigo. Logo que chegamos ele e o irmão vieram ao nosso encontro no carro. Eu e ela então descemos e após apresenta-la à eles, fomos ver a moto, que aproveitei para fazer um teste, dando uma volta com ela na garupa pelas ruas do bairro, retornando minutos depois. Moto estava aprovada e eu bem interessado, mas faltava chegarmos ao acordo financeiro, já que ele havia dito sérum valor e naquele momento veio com outro bem mais acima. Conversamos um pouco e eu fiz uma contra proposta para ele que ficou de pensar e me dar a resposta no dia seguinte. Nos despedimos então. Já dentro do carro e retornando para o centro da cidade, Bianca falando sobre a moto, disse que foi uma pena não termos chegado a um acordo e em seguida me perguntou se o que eu havia falado pra ela antes era verdade, Fingi não ter entendido e perguntei sobre o que e ela disse sobre eu deseja-la e achar que ela tem uma bucetinha linda. Eu disse que sim, que a desejei desde o dia que a conheci e que achava que ela devia ter uma bucetinha linda. Neste instante ela olhou pra mim com um sorriso nos lábios e com a maior naturalidade ergueu a sainha, puxou a calcinha pro lado e me mostrou a rachinha (linda como eu imaginava), perguntando-me o que eu achei. Reduzi bem a velocidade do carro indo pelo acostamento e disse que era linda e certamente muito gostosa. Ela então perguntou se eu não gostaria de provar para ter certeza e eu disse que não via a hora, pois seria a concretização de um sonho. Ela sorrindo falou: ‘Quem bom saber, então vamos para sua casa ou onde você quiser me levar, pois serei toda sua, já estou cheia de tesão e com a minha xaninha queimando e molhando cada vez mais’. Não precisou falar mais nada, acelerei o carro e em poucos minutos já estávamos chegando na minha casa, onde guardei o carro na garagem e ali mesmo já passei a beijá-la e tocá-la naquele belíssimo corpo, com ela já me tocando também na pica sobre a bermuda. Mal entramos na minha casa já fomos nos livrando de nossas roupas e em segundos já nos chupávamos num delicioso sessenta e nove. Nosso tesão e desejo um pelo outro naquele momento era notório e depois de nos chuparmos por alguns minutos, ela disse que queria me cavalgar, pois adorava sentir e ver a buceta dela engolindo uma pica. Não me fiz de rogado e deitei-me de costas de modo que ela pudesse vir por cima como queria. Deixei-a brincar por um bom tempo, até que começamos a mudar de posições comigo socando sempre o meu cacete dentro daquela bucetinha linda e bem gulosa dela que estava toda meladinha. Perdemos a noção de tempo e só ouvíamos gemidos e mais gemidos de satisfação de nós dois, com ela tendo inúmeros espasmos na minha pica e chegando a gozar por umas duas vezes. Logo eu percebi que não tardaria para gozar também e resolvi meter no cusinho dela pedindo para que ficasse de quatro, mas ela disse que queria ver o meu cacete entrando no buraquinho dela e assim preferiu ficar deitada erguendo sua bundinha com as mãos e abrindo bem sua pernas. Logo encostei o meu cacete naquela entradinha e fui forçando a entrada, fazendo-a reclamar um pouco no início pela dorzinha que sentia, mas que logo deu lugar ao prazer fazendo-a gemer muito e implorar para que não deixasse de fodê-la gostoso, pois estava gozando e queria gozar muito mais. Me segurei ao máximo pra não gozar logo sentindo aquele buraquinho se contraindo e se dilatando em volta do meu cacete, mas depois de mais algumas estocadas ouvindo-a gemer e dizer que estava gozando, não me aguentei mais e disse que já gozaria também, foi ai que ela pediu para eu gozar na boquinha dela que queria beber o meu leitinho e assim comigo de pé e ela agachada na minha frente com sua boca ora engolindo o meu cacete, ora apenas esperando o leitinho ser jorrado dentro dela, enquanto me punhetava, me fez gozar abundantemente na boca e sobre o rostinho angelical dela. Quando parei de gozar ela abocanhou o meu cacete e o sugou até não restar uma gotinha mais de porra para contar história. Em seguida se levantou, me abraçou e me beijou ardentemente. Quando terminamos de nos beijar, me chamou para tomarmos um banho juntos e debaixo do chuveiro com a água caindo sobre nossos corpos, disse que foi tudo maravilhoso e que se soubesse que seria tão bom assim já teria cedido desde a primeira vez que a cantei. Terminamos nosso banho, nos vestimos e eu fui deixa-la próximo da casa dela, já que não seria legal que alguém da família dela nos visse juntos, em especial o irmão que é o meu grande amigo e certamente não aceitaria eu envolvido com a irmã dele, por me achar um grande galinha como ele sempre falava. Fato é que daquela tarde em diante, eu e Bianca, sempre que temos oportunidade de nos encontrarmos a sós, nos envolvemos sexualmente, mas no mais absoluto segredo. Gostaram? Então não deixem de votar e comentar. Conto com vocês e podem aguardar que em breve publicarei novos relatos verídicos.
Fotos ilustrativas