_Vem, gato. Chupa meu pau para deixar ele bem duro. Mama minha rola. Eu sei que você quer..
Não havia passado a ideia de chupar um pau na minha cabeça, mas confesso que a ideia foi muito bem aceita. Tirei a roupa e fui engatinhando até Aline. Ela segurava o pau totalmente mole. Pela primeira vez segurei num pau que não era meu. Era muito grande. Tentei bater punheta mas estava totalmente mole.
_Põe na boca que fica duro rapidinho.
Abri a boca e coloquei a cabeça grande e mole. Muito estranho. Chupei com força enquanto massageava (quase ordenhava) o resto do pau. Senti que o pau ficava mais firme e maior. Eu chupava com força para segurar o pau mole na boca, mas a medida em que endurecia, eu diminuía a sucção e enfiava o pau quase na garganta.
_Isso, viadinho. Chupa gostoso. Deixa ele bem duro para eu meter no seu cu.
Lembrei de uma namorada que adorava chupar meu cacete quando ele estava mole. Ela dizia que é um tesão sentir o pau endurecer na boca. Ela estava certa. Sentir um pau endurecer na boca é realmente muito gostoso.
_Pára de chupar que eu não quero gozar na sua boca, viadinho. Fica de quatro, fica.
Obedeci. Não senti medo porque sentia muita vontade de dar o cu. Havia esquecido das choradeiras das dezenas de garotas virgens ou quase virgens de cu quando as enrabei. Cada uma chorou de um jeito, mas todas choraram de dor no cu. Aline veio or trás, senti que passava gel no meu cuzinho.
_Que cuzinho apertado! Parece virgem. Relaxa senão o pau não entra.
Aline encostou o pau no meu cu e forçou. Não enfiou de uma vez, foi forçando lentamente sem parar. O tesão de ter um cacete encostado no cu virou dor. O pau parecia penetrar a carne e perfurar um novo cu. Eu estava sendo rasgado, partido ao meio. Faltou-me ar e nem gritar ou gemer eu conseguia. Pensei que ia desmaiar de tanta dor. Senti sua pélvis encostar na minha bunda.
_Quer que eu pare um pouquinho? Dá doendo muito?
_Fica parado. Não mexe.
Ela ficou paradinha por uns 30 segundo e começou a bombar com cuidado. Quando como um cuzinho virgem sou mais paciente e espero pelo menos um minuto, mas Aline me provou que meio minuto é tempo suficiente. A dor não passou mas diminuiu o suficiente para suportar as bombadas. Depois de quase um minuto levando rola no cu, percebi que a dor era um detalhe e o tesão já tomava conta de mim. Aline percebeu que eu não sofria com a dor e passou a foder meu cuzinho normalmente. Era muito gostoso. Pedi para ela meter fundo e Aline segurou minha cintura e passou a cravar seu cacete no meu cu com violência. Doía mais, mas também era muito mais prazeroso. A cada bombada parecia que meu saco ficava mais quente. Nunca havia sentido aquilo, provavelmente porque era sempre eu o comedor. Desta vez, meu pau não recebia estímulo algum e seu cu era o centro do tesão. Cheguei ao orgasmo forçando a bunda contra o pau de Aline. Foi um orgasmo mais longo e diferente. O pau não precisava contrair (quando se come, o pau contrai naturalmente) para a porra jorrar. A porra vazou naturalmente. Só quando meu cu contraiu saiu um jato normal. Nunca um orgasmo durou tanto tempo. Parecia que meu saco ia esvaziar totalmente. Aline perguntou se eu queria que ela gozasse (custaria mais). Falei que sim e ela continuou metendo. Meu cu doía mas era delicioso ser enrabado. Eu estava relaxado e o pau quase não causava dor. Aline perguntou se era para gozar no cu ou na boca. Tirei o cu da reta e fique sentado na frente da Aline. Tirei a camisinha que estava suja de merda e joguei no canto do quarto. Coloquei seu cacete na boca (abocanhei um ou dois centímetros além do cabeção) e chupei. Com a ajuda das mãos fiz Aline gozar na minha boca. Esperava vários jatos de porra farta e grossa mas foi só um jatinho de porra aguada. Aline já tinha feito vários programas naquela noite e eu era seu último. Claro que não engoli mas pude sentir o sabor da porra alheia. Tomei banho e senti dores. Estava pagando preço de judiar do cu. Depois desta experiência, viciei em travestis. Saio com mulheres, como bocetas e cus, mas sempre que posso pego uma travesti e sinto o prazer de ter o cu arrombado.