Uma das turmas de humanas, formada basicamente por mulheres, me fez o convite para o churrasco dos professores de final de curso e lá fui eu. Almoço de sábado e de homem, eu, 3 alunos e 4 professores. Mais de 60 mulheres entre alunas e professoras. Churrasco, piscina, muitos corpos de biquíni, sentei junto a duas professoras amigas minhas e começamos uma conversa que foi bruscamente interrompida, pois percebi um agrupamento na piscina e vi que uma das garotas que bebeu além da conta estava com problemas e as amigas não conseguiam tirá-la da água. Corri para a piscina e me atirei, trazendo a moça até a beirada, prestando ali mesmo os primeiros socorros. Chamada a ambulância, acompanhei a garota até o pronto socorro e depois de muito tempo, tive notícias que ela estava bem. Esperei a alta e levei-a pra casa deixando meu número de telefone com ela, para me ligar caso precisasse.
Uma e pouco da manhã e o telefone toca. Atendi e era Marcela, disse que não conseguia dormir devido à grande vergonha e se eu poderia conversar com ela um pouco por telefone mesmo. Como as meninas da república dela não estavam, falei que estava indo pra podermos conversar a vontade.
Cheguei em 10 minutos e toquei a campainha. Vamos conhecer a Marcela. Morena do tipo cheinha, mas cinturada. Seios fartos, quadris largos e coxas grossas. Cabelos castanhos escuros, encaracolados que estavam desarrumados. O sorriso era delicioso e o rosto bonito de dentes brancos e perfeitos, além de um par de lanternas verdes abaixo das sobrancelhas.
Ela me abraçou e mais uma vez pediu desculpas. Deu graças a Deus que as meninas não estavam e chorou bastante. Dei bastante água pra ela, coloquei-a sentada no sofazinho de seu quarto com as pernas no meu colo e fui fazendo massagem nos pés, conversando bem baixinho, até que ela adormeceu. Antes de apagar, me fez prometer que não a deixaria só naquela noite e dormiu. Coloquei-a na cama e me acomodei no sofá para descansar um pouco. Acordei com a visão do paraíso. O sofá fica de frente par ao banheiro e ao abrir os olhos vi Marcela sob o chuveiro, com os cabelos cheios de espuma e aquela bunda fenomenal virada pra mim. Ao terminar de se enxaguar, ela abriu os olhos e se deparou comigo, de boca aberta, admirando seu corpo delicioso. – Quer tomar um banho? Pega toalha ai, na prateleira do armário.
Peguei e tornei a sentar e quando ela me viu sentado disse: - vem, aproveita que a água está quentinha. Tirei minha roupa e fui recebido cm um abraço molhado mas superquente. Marcela pendurou no meu pescoço e me fez abaixar a cabeça para um beijo delicioso. Calmo, delicado, mas cheio de malícia. Sua língua passeava em minha boca seus lábios chupavam minha língua e meu pinto deixou bem claro quais seriam as consequências daquela delícia. Alisei suas costas e enchi as mãos naquela bunda enorme e deliciosa. Eu não me enganara, ela era deliciosa mesmo. Ali eu ajoelhei, encostei Marcela na parede, coloquei uma das pernas apoiadas em meu ombro e cai de boca naquela boceta cheirosa e molhada. Ela só fazia suspirar e puxar meus cabelos, forçando minha cabeça cada vez mais no sentido da sua vagina e chupei até quase me afogar com a água que corria do chuveiro.
Desligamos o chuveiro, sequei seu corpo e beijei novamente. Ela foi andando de costas na direção da cama e ali me empurrou. Ajoelhou no chão e deu início a uma chupeta que me levou ao paraíso. Mordiscava a glande, lambia a cabeça e quando eu achava que ia parar, ela colocava tudo o que podia na boca. – nossa, que pinto lindo... só agora que te conheci... não acredito. Segurei-a pelos cabelos e obriguei-a a parar. Queria aquela bocetinha deliciosa. Coloquei um travesseiro sob seu quadril, chupei mais um pouco aquela boceta deliciosa e meti o cacete buraquinho adentro. Entrei firme e sem pressa. Ela começou a me arranhar e pedia para eu meter: - fode... me fode com vontade... arromba minha xaninha... esse pau tá delicioso. Eu só fazia os movimentos. Colocava e tirava, ora lento, ora rápido, mas sempre duro e firme. meu pau estava molhado com os sucos daquela mulher e eu fodia com muito tesão. Abaixei para cair de boca nos seios que ela tanto beliscava. Mordisquei um mamilo e ela gemeu forte. Mordisquei o outro com mais força e ela dizia: - isso, morde... chupa meus peitos... enfia esse pau e chupa que eu vou gozar... não para, pelo amor de Deus... ai... que delícia. Acelerei o ritmo, deixei uma marca roxa no seio esquerdo e ela gozou forte, deixando seus líquidos escorrerem pra fora da buceta. Meu pau que já aprendera os caminhos daquela gruta agora deslizava com muita desenvoltura, saindo até a pontinha da cabeça e indo rapidamente até o mais fundo que eu conseguia. – nossa, amor... esse pinto é delicioso... fode sua putinha... com vontade... fode que eu quero gozar de novo... ai... delícia... assim que eu gozo... caralho!
Sai de dentro dela, deitei na cama e ela veio sentar em cima do pau que cavalgou com desenvoltura. Era uma mulher que gostava de sexo. Rebolava, subia e descia, seu requebrado era gostoso demais, como poucos que eu conhecera. A certa altura virou de costas sem tirar o pau de dentro e voltou a requebrar. Nessa posição, ela começou a alisar o cuzinho, abrindo com os dedos, mostrando que ela gostava de brincar ali. Não me fiz de rogado, joguei-a de 4 na cama, voltei a meter forte e comecei a alisar o botão. – isso, brinca no meu cuzinho... alisa ele... vai querer comer, né seu safado... será que você merece? Enfiei meu dedo em sua boca, molhei bastante e invadi o buraquinho. A gata gemeu e rebolou com mais intensidade. Bombeei até fazer a gata gozar de novo, tirei o pinto da boceta e pincelei a portinha do anus. Ela levantou rapidamente, correu até a gaveta da cabeceira e voltou com um frasco de óleo para o corpo. Colocou na minha mão e eu besuntei o pinto e o cu. À medida que ia esfregando, ela aumentava o ritmo do rebolado e a certa altura, decidi estocar. Coloquei a cabeça e o resto serviu para levar a cabeça o mais fundo possível. – calma, amor... não estou preparada pra um caralho deste tamanho... que delícia... seu pau é muito grande e grosso... quem já comeu ai não tinha toda esta competência. Mas não para... enfia essa tora em mim... me rasga inteira, devagar e fundo... quero sentir tudo que eu perdi nestes 5 anos... fode meu cu...
Loucura. Estava comendo um cuzinho delicioso e desta vez nem precisei provocar a mulher. Ela estava adorando levar meu cacete na bunda... e que bunda aquela.
Prolonguei até onde deu, mas a certa altura, não aguentei mais e tirei o cacete, enchendo aquela bunda deliciosa com minha porra.
Banho tomado, sentei no sofá e ela voltou a sentar no chão, entre minhas pernas. Conversamos e ela fazia carinho no meu cacete, até que bolinou demais e ele começou a dar sinal de vida. Ela vibrou e começou a lamber a cabeça. Ouvi um barulho e olhei para ela que disse que uma das meninas deve ter voltado e voltou ao que estava fazendo. A porta abriu uma fresta e percebi que alguém olhava através dela. Mas meu assunto era Marcela e ela estava concentrada em fazer mais uma rodada de sexo. Quem estava atrás da porta fica pra outra história.