Depois de me engravidarem ainda fui chantageada

Por: bruno-225 • 08/07/2026 • 335618 leituras
Capa do conto

Durante mais de um ano não tivemos qualquer noticia dos garotos que assaltaram nossa casa e me esturparam e engravidaram em frente do meu marido. O bébé nasceu e o meu marido que de inicio queria que eu abortasse era agora um pai dedicado.


Foi num final de uma tarde que recebi uma chamada de um tal de Raul que dizia necessitar de falar comigo. Me encontrei com ele num café numa zona central da cidade. Quando o vi, gelei na hora. Era um dos garotos que me tinham esturpado. Logo que me sentei, o cara falou para mim que tinha fotos minhas peladas que tinham encontrado durante o assalto e que estava disposto a mostrá-las na escola onde eu dava aulas. Na hora roguei mil pragas ao meu marido que gostava de me fotografar em poses eroticas.


Aquilo para mim caiu que nem uma bomba. Perguntei para ele o que queria de mim e ele respondeu que eu sabia. Fiquei um tempo sem falar tentando pensar no que devia fazer, enquanto o cara olhava para mim e dizia que eu estava cada vez mais gostosa e que já tinha batido muita punheta em minha homenagem. Falou que já tinha comido muitas putas experientes, mas que a foda que me tinha dado tinha sido a melhor da sua vida. Falei para ele que me tinham engravidado. O cara riu na minha cara e disse para eu não me fazer de virgem ofendida, pois eles tinham percebido bem que eu tinha gozado e se eu tinha engravidado não era problema deles, mas meu e do meu marido. Não continuei a conversa, pois percebi que o cara estava disposto a me humilhar. Disse para ele que ia pensar.


Não podia deixar que o cara divulgasse as fotos no colegio em que eu dava aulas. Ainda por cima era um colégio religioso. Seria despedida na hora. Não podia contar ao meu marido, pois ele iria voltar a falar que deveriamos contar à policia e todo o mundo iria ficar sabendo. Estava sem saber o que fazer.


No dia seguinte recebi uma mensagem no celular, dizendo que o tempo estava expirando e tido o mundi ia ficar sabendo a putinha que eu era. Andava nervosa e com dificuldade em adormecer.


Numa noite, o meu marido estava no duche e o nosso filho já dormindo, quando tocaram à porta. Quando fui abrir, deparei-me com o Raul, me perguntando se eu já tinha pensado. Disse para ele se ir embora e o garoto colocou a rola de fora e me disse para eu olhar bem e pensar no que tinha a ganhar e a perder. Depois disse que se eu lhe fizesse um boquete se iria embora. Desesperada me baixei e segurando aquela rola grossa e pesada com uma mão, lambi-a, punhetando-a. Quando a senti dura, mamei-a da forma que só eu sei fazer, para ver se despachava o garoto antes do meu marido sair do duche. Lambi os sacos dele, para depois voltar a mamar, até finalmente sentir jatos de porra me encherem a boca. Tive de engolir tudo, para não deixar qualquer vestigio. A água do duche ainda corria. Pedi então as fotos para o garoto. Ele se riu e me respondeu que aquele boquete era só para ele se ir embora.


Foi numa noite em que estávamos já deitados, que ouvi uma mensagem entrando no meu celular. Era o garoto dizendo que estava à porta de nossa casa e que estava pronto a enviar email com as fotos para o meu colégio. Olhei para o lado, o meu marido estava dormindo. Me levantei e fui abrir a porta. Disse para o cara entrar para a copa e fechei a porta para abafar qualquer ruido. Ele depressa colocou a rola de fora e eu baixei-me para lhe fazer um boquete, aí ele disse que não, que para me dar as fotos me queria FODER. Levantei-me e o cara abriu o meu robe. Fiquei com os seios de fora, com ele olhando para eles e depois passando as dedos pelos seus contornos, pelos bicos, enquanto olhava o meu corpo e falava que eu estava cada vez mais gostosa, depois passou a mão pelo meu ventre vagarosamente, até atingir o meu baixo ventre, para depois sentir os dedos dele me tocarem na buceta. Ficou passando os dedos nos meus lábios vaginais, enquanto me chingava, falando que eu estava bem molhadina, que era uma cadela gostosa e que estava desejosa de ser fodida. Disse para ele me dar as fotos e ele as tirou do bolso do casaco e as deixou cair no chão. Pedi para ele jurar que destruia todas as fotos que tivesse digitalizado. Ele jurou.


Eu estava sentada na mesa da cozinha, ele se baixou e mergulhou a cabeça entre as minhas pernas me lambendo e chupando o grelo. Na hora fiquei toda molhada. O meu coração estava a mil, com medo que o meu marido aparecesse. Disse para ele me foder logo. Ele enfiou então a rola na minha buceta e começou a me foder. Os meus seios baloiçavam ao ritmo das estocadas do cara. Ele passava a mão neles. O cara metia fundo, bombava com força e eu mantinha a boca fechada para não se ouvirem os meus gemidos. Só se ouvia a mesa a ranger e os sacos dele a baterem em mim e as nossas respirações ofegantes. Senti o orgasmi a vir, pedi ao cara para não parar, o sangue afluiu a todas as partes do meu corpo, por fim os músculos a contraíram, tinha atingido o climax.


O cara não gozava. O meu marido podia aparecer,...,pedi para ele me dar o leitinho dele logo. O cara bombava com força e não se vinha. Com receio que o meu marido acordasse e aparecesse apertei várias vezes a buceta. O cara não aguentou mais e me encheu de porra.


Finalmente deveria ficar em paz, mas todas as noites sonho em ser comida por homens desconhecidos. Acho que o meu marido já não me satisfaz. Não sei o que fazer para me manter uma mulher casada, séria e fiel.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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