- Você viu, né?
- Foi sem querer pai... Desculpa!...
Ele me disse que estava tudo bem, mas que eu não poderia contar aquilo pra ninguém, pois se meu tio (marido dela), ficasse sabendo íamos ter um problema muito sério entre nossas famílias. Prometi que guardaria segredo, e os dois, mesmo eu estando em casa iam pro quarto e ficavam transando que eu chegava a ouvir os gritinhos histéricos da tia levando pirocadas no meu pai... Dois safados sem vergonhas. Mas não demorou muitos dias, fiquei peladinha da cintura pra baixo, ajoelhada sobre a cadeira e o Sidney socando na minha bundinha quando quase caí da cadeira ouvindo a voz do meu pai logo atrás da gente.
- Que porra é isso Fátima?...
Sidney tirou seu pinto do meu cuzinho e já foi levando um safanão do meu pai.
- Vai embora seu moleque!...
Eu, sem pernas fiquei paralisada olhando assustada pro meu pai que acabei sentando na cadeira tentando esconder minha perereca. Ele me pegando com suas mãos enormes por baixo dos meus braços, me levantou colocando sentada sobre a mesa e sentando na cadeira praticamente de frente pras minhas pernas... Eu continuava cobrindo minha perereca.
- Me explica isso! Você transando com esse moleque?...
Lembrando que eu tinha um segredo muito sério do meu pai fui me acalmando, e procurando controlar meus nervos.
- Já tenho idade pai!...
- Porra Fátima... O problema é que você pode ficar grávida; não percebe?...
Primeiro fiquei toda sem graça, mas resolvi encarar meu pai já que eu sabia que ele também metia da bunda da tia Dalva.
- Só deixo colocar na minha bunda!...
- É? Nunca deixou na xoxota?
- Não pai... Só atrás mesmo... Na frente nunca fiz!...
Ele tirando minhas mãos de sobre minha bucetinha, ficou olhando pra ela.
- Você tem que tomar mais cuidado filha!...
- Eu sei paizinho!...
Ele ali olhando pra minha bucetinha, fomos conversando e acabei contando pra ele como tudo aconteceu, sobre minhas notas vermelhas em matemática e de como Sidney me fez as propostas e como acabei aceitando primeiro a do boquete. Ele reclinando pra dar um beijinho da minha bucetinha.
- Você tinha que me falar sobre suas notas baixas!...
- Tinha medo de você brigar comigo!...
Outro beijinho na minha bucetinha.
- Você precisa confiar mais em mim filha... Vou fazer de tudo pra você ser feliz.
Abri minhas pernas pra que ele voltasse a beijar mais minha buceta. Mas ele foi abrindo minha bucetinha com os dedos e passando a língua na minha racha.
- Huuummmmmm! Huuuummmmmm! É muito gostoso paizinho.
Acabei me deitando sobre a mesa, e ele segurando minhas pernas sobre seus ombros chupou e passou a língua por vários minutos que acabei tendo o meu primeiro orgasmo na vida. Gostava de dar a bundinha, mas nunca tinha sentido antes aquele prazer que era o gozo. Ele olhando pro meu rosto e sorrindo.
- Isso também tem que ser segredo; combinado?...
- Pode deixar paizinho!...
Só que em seguida ele passando mais a mão na minha xana.
Vamos arrumar pra você ter aulas particulares de matemática com algum professor, tá bom?
- Tá bom!...
- Não quero saber de você novamente com esse moleque.
Como fiquei calada, ele:
- Vai me dizer que já deu a bunda pra mais algum moleque?
- Não... Não... Só dei pra ele; juro!...
Eu ainda deitada sobre a mesa, ele me fez virar de bruços e começou a examinar meu cuzinho passando os dedos. Depois massageando minhas nádegas.
- Você gosta de dar a bundinha, gosta?
- Gosto paizinho; mas não vou dar mais não!...
Ele dando beijos na minha bunda, me pediu pra ficar daquele jeito e esperar que ele não ia demorar. Três minutos, olhei e vi meu pai vindo pelado da cintura pra baixo com seu imenso pau duro e segurando uma bisnaga igual uma pasta de dente... Mas era “gel anal”. Fiquei um pouco assustada.
- O que você vai fazer?
- Vou botar na sua bundinha, tá bom?
Eu olhando pra aquela jamanta que ele começava a passar aquele creme na ponta.
- Mas ele é muito grande... Não vai caber não!...
Ele também passando aquele creme em volta do meu cuzinho.
- Cabe sim... Tenho certeza que vai gostar!
Me mandou ficar de joelhos sobre a cadeira e debruçada na mesa, igual ele viu fazendo com o Sidney. Fiquei na posição e logo que ele começou a forçar e meu cuzinho ir abrindo já fui sentindo uma pequena dorzinha. Quanto senti a cabeça entrando.
- Paaaaiiiiii! Aaaaiiiiiiii! Tá doennnnnnndo!!!!!
Ele tirou, passou mais creme no pinto e no meu cuzinho voltando a empurrar que novamente fui sentindo aquela coisa dura ir alargando meu delicado cuzinho que só tinha aguentado o pintinho do Sidney que mais parecia um dedo. Enfiou apenas alguns centímetros, e apesar dos meus gritinhos começou a fazer vai-e-vem. Fui me acostumando com a dorzinha e logo estava adorando sentir toda aquela pressão na minha bundinha.
- Ooooooh filha! Ooooohhhhh! Que cuzinho goooooostooooso!!!!
O meu prazer dando a bunda pro meu pai foi tão grande que mesmo tomando no cu tive um gostoso orgasmo sem nem encostar na minha bucetinha... Ele continuando socando aquele pedaço do seu pau no meu cu.
- Gozou filha?...
- Sim paizinho!...
- Também vou gozar!...
Fui sentindo a piroca dele pulsando o soltando todo seu gozo dentro da minha bunda.
No dia seguinte; sábado, novamente logo que tia Dalva chegou os dois foram pro quarto e eu fiquei do lado de fora ouvindo a putaria dos dois... Minha vontade dera eu estar no lugar da tia.
No domingo cedo, estávamos tomando café quando resolvi tocar no assunto dele continuar transando com a tia Dalva. Meu pai sem nenhum rodeio, disse que tinha adorado meter no meu cuzinho, mas com a minha tia ele podia fazer muito mais coisas com ela... Rapidamente olhei pra ele.
- Mas comigo também paizinho... Você pode fazer tudo que quiser que eu deixo.
- Mas você ainda é virgem; não é?
- Sou... Mas eu deixo você ser o primeiro!...
- De jeito nenhum; não posso fazer uma coisa dessa com minha própria filha.
- Então vou arrumar um namorado!...
- Pra transar com ele?...
- É! Não quero continuar virgem!...
Ele me chamou pra sentar no seu colo, e assim que sentei foi passando a mão na minha perna e entrando por baixo da camisola até chegar na calcinha. Tirou minha calcinha, e passando a ponta do dedo na minha bucetinha.
- Sua bucetinha é muito pequena!...
- Mas se eu aguentei na bunda, vou aguentar nela também.
Ele foi tirando minha camisola me deixando peladinha, tirou seu pau pra fora do short ficando com ele rapidamente duro. Sentei meio de lado sobre sua perna e ele dando chupadinhas nos meus peitinhos e me fazendo segurar seu pau.
- Ontem quando estava com sua tia, fiquei lembrando dessa sua bucetinha!
- Então paizinho... Faz comigo o que você faz com a tia; faz!...
Ele dando um beijo na minha ainda virgem boquinha, levantou da cadeira comigo nos seus braços e foi caminhando pro quarto. Colocou-me deitada, ficou pelado e deitando do meu lado foi novamente beijando minha boca, chupando meus peitinhos, beijando minha barriga, e descendo com a boca chegou na minha bucetinha começando a chupar.
- Ooooh paiiiiiizinhoooo! Ooooohhhhhh! Chuuuuuupa! Chuuuuupa!...
Estava achando que ia gozar, quando ele parou e foi pegar aquela mesma bisnaga, que mesmo sendo pra anal, ele usou pra passar novamente no seu pau antes de encostá-lo na minha bucetinha e começar a forçar.
- Aaaaaiiiii! Aaaaiiiii! Vaaaiiiii! Vaaaaiiiii! Pode empurrarrrrr paizinho!!!!
Senti minha bucetinha se abrindo e aquela coisa enorme começar a me penetrar arrebentando rapidamente minha virgindade. Mesmo sentindo dor e uma forte ardência, só de saber que era meu pai que estava me fodendo fui sentindo um prazer jamais imaginado. Na bundinha ele só tinha conseguido colocar um pedaço do seu pau, mas na minha bucetinha ele conseguiu enfiar tudo que chegou a encostar seus pentelhos em mim antes de começar um vai-e-vem cada vez mais rápido. Comecei a perceber o porquê tia Dalva gritava tanto dando pro meu pai... Parecia que aquele enorme pau ia me dividir ao meio, e aquelas socadas fortes dava a impressão que seu pau ia me atravessar e chegar até minha garganta. Fui tendo um orgasmo atrás do outro, até ele tirar da minha buceta e ainda ficar se masturbando sobe meu corpo e gozando sobre minha barriga.
Passei a ter aulas particulares com um professor de verdade sempre aos sábados na parte da manhã, justamente no dia que a tia Dalva ia lá pra casa... Sabia que meu pai continuava fodendo minha tia, mas, no sábado a noite e no domingo ele era todo meu e a gente fazia todo tipo de sacanagem possível... Adorava mamar na sua piroca antes dele meter na minha bucetinha ou na minha bundinha. Tempos depois, meu pai arrumou outra pessoa pra cuidar da casa... Uma mulher casada, bonitona de 31 anos de nome Maria. Desconfiada, não demorou muito pra eu conseguir dar um flagra no meu pai comendo a Maria dentro da cozinha debruçada sobre a mesa... Acho que era a posição preferida nele, pois ele tinha me fodido muitas vezes daquele mesmo jeito. Hoje divido meu pai com a empregada e com a minha tia que furtivamente de vez em quando vai lá pra casa só pra trepar com ele.