- Quem fala? - perguntou, logo em seguida falei meu nome e ouvi:
- Não desliga e escuta até o final sem abrir a boca! Sei o que voce faz com seu amigo ai no escritório a noite, então, hoje, vai me esperar e abrir a porta. Chego às 19:30hs e se não me atender vai se arrepender e todo mundo vai ficar sabendo dos seu segredo.
Fiquei apreensivo o resto do dia. Aos poucos todos foram embora, aí me preparei para o pior, os minutos pareciam horas e pontualmente o telefone tocou, atendi no primeiro toque e ouvi uma unica palavra: "ABRE".
Desci as escadas e abri imaginando quem poderia ser abri e vi um Sr que aparentava uns 60 anos, 1,60, barrigudo, barbudo que nunca tinha visto na vida, pelo menos nunca tinha prestado atenção. Subi as escadas na frente entrei, fechei a porta e ele me prensou contra a porta, segurando pelos cabelos próximos a nuca, e disse: "se voce não é passivo hoje vai aprender a ser!"
O que aconteceu depois pareceu tão rápido, sei que ajoelhei, puxei aquela pica pra fora e comecei a chupar ela foi crescendo na minha boca até que não cabia mais, fui tirando a roupa enquanto chupava, mandou eu parar, me colocou de frango assado e começou a enfiar. Aquela pica era descomunal, doia muito e eu chorava de dor, ele olhando nos meus olhos, aos poucos viu o choro se transformar num gemido leve e ele começou a socar, socava a pica com vontade, mandou eu virar de 4, e meteu com vontade, dava tapas na minha bunda me chamando de puto, bicha, veado e tudo que vinha na cabeça, até que ele tirou a pica, arrancou a camisinha deu um urro e gozou na minha bunda, nas costas, ele passava a mão para espalhar, esfregava pelo meu corpo, nos cabelos e até no rosto.
Se limpou na minha cueca que estava no chão, mandou eu vestir sem limpar e leva-lo até a porta. No final da escada, passou a mão na minha bunda, apertou e disse: "Puto grandão assim são os meus favoritos, os mais fáceis. Voce chorou na minha pica hoje e eu volto pra te dar mais, eu te ligo". E foi embora.
Depois de uns dias vi que ele fica sempre no bar da esquina do escritório, olha nos meus olhos todos os dias quando passo mas ainda não voltou.