Dogging

Por: Luigi • 13/07/2026 • 121096 leituras
Capa do conto
Olá para todos.
Esse é o nosso primeiro conto e espero que todos gostem.
Eu me chamo Luigi e minha esposa Vivi (nomes fictícios é claro). Ela cerca de 1,60, cabelos loiros, pernas bem torneadas e um corpo de dar inveja a muitas novinhas. Eu, branco, 1,80, não lindo, mas muito simpático e sei como tratar bem uma mulher, mesmo porque acredito que saiba, porque já temos mais de 25 anos de casados e caminhando cada vez mais para um melhor aprendizado. E também para as curiosas e curiosos de plantão não tenho um super cacete (15 cm) e que acho mais do que suficiente.
Mas vamos ao conto que é o que interessa.
Depois de muitos anos de casados, consegui finalmente convencer a Vivi de irmos a uma casa de swing aqui em São Paulo, mesmo porque ela nunca queria ir e dizia que eu queria comer as mulheres com autorização dela rsrs. Com o tempo fomos avançando nas nossas fantasias e tornando-as cada vez mais ousadas e a cada fim de semana experimentávamos algo diferente quando saíamos da casa de swing, até que num certo momento um casal de amigos do swing nos falou a respeito sobre o “dogging” no bate papo que rolava no fumódromo da casa. Perguntamos o que era, e eles nos disseram que era um fetiche que os casais curtiam sexo na rua e na presença de vários homens solteiros e também com a presença de alguns casais, onde existiam regras a serem cumpridas pelos solteiros (chamados “singles” no meio do swing). A mulher pode se divertir ou não com os solteiros, seja masturbando, fazendo sexo oral ou até transando, ficando a cargo da mulher a decisão ou não de seguir em frente. Ou simplesmente o casal se divertir dentro do carro e os singles olhando.
Saindo em um sábado da casa que frequentamos habitualmente por volta das 3 da manhã, criamos coragem e fomos até a dita rua que o casal nos indicou. Como já estávamos com muito tesão ela já foi no caminho fazendo um oral bem gostoso e eu nem tinha gozado na casa e doido pra meter gostoso nela. Chegamos na tal rua e no momento não vimos ninguém e até pensamos que era a rua errada. Que nada ! Bastou andarmos mais uns metros e começou a aparecer um monte de cara das calçadas escuras e se aproximavam do meio fio e todos se exibindo e se masturbando. Muitos garotos e alguns homens de meia idade. Parecia até todos tinham as regras na ponta da língua como se fosse um clube. Falavam apenas para a Vivi quando passávamos devagar, se não queríamos brincar. No início estávamos um pouco receosos e ficamos com os vidros fechados, mas como a Vivi é exibicionista foi logo mandando eu parar o carro em uma parte da rua que na verdade não é muito escura e voltou a me chupar gostoso. Nisso os caras começaram a se aproximar do carro e ela enquanto me chupava, olhava o caras se masturbando e tirou o pequeno vestido que ela usava e ficou só de calcinha e com a bunda virada para os caras. Eu só sei que me subiu um tesão tão grande de ver minha mulher desejada (como se já não fosse) que quase gozei, mas segurei a onda. Ela não satisfeita, acendeu a luz interna do carro, tirou a calcinha, me deu pra cheirar e veio em cima de mim e começamos a transar bem devagar. Perdi a conta de quantos caras lá fora nos olhavam com os paus duros e a cada cavalgada dela eles pediam que ela abaixasse o vidro. Quanto mais eles pediam, mas tesão ela ficava e eu comecei a me movimentar mais rápido imaginando que iria gozar e íamos embora. Mas que nada. Ela me perguntou se podia baixar o vidro do lado dela e eu disse que ela é que mandava, pois queria apenas satisfazer os desejos dela. No que ela desceu o vidro quase os caras saíram no tapa e enquanto ela continuava a me cavalgar, uns 3 ou 4 caras com o pau na janela começaram a se oferecer para ela e mudamos de posição. Ela ficou virada com a cabeça na direção da janela para os caras e eu fiquei chupando ela bem gostoso. O Tesão dela aumentou ainda mais e começou a gemer e a masturbar alguns que estavam ali e alternava o pau de um e de outro. Não quis chupar nenhum deles no momento, apenas os masturbou até uns 4 ou 5 gozarem e cada um que gozava, ela gozava junto e soltava aquele mel na minha boca que só quem sentiu sabe do que estou falando. Pensei comigo ! “ Acho que agora já passou o tesão dela “. Estava enganado de novo. Rsrsrs;. Ela veio e falou no meu ouvido. Quero que você me coma bem gostoso, mas fora do carro. Eu ainda fiz uma cara de reprovação, mas não teve jeito. Ela foi abrindo a porta descendo do carro nua e dizendo pros caras que estavam ali: Agora vou transar com meu marido e ninguém vai por a mão em mim OK ? Os caras estavam quase gozando de novo de ver bem próximos deles o corpo da Vivi que é realmente um tesão e para brincar ainda, puxou dois deles pelo pau e disse: Agora vocês só olham que outro dia volto e cuido de vocês com aquela cara de safada. E lá fui eu. Ela se apoiou no capô do carro e comecei a meter loucamente porque também estava com muito tesão e principalmente pela situação. Meti como nunca nela e aí me dei conta que tinham 9 caras se masturbando, alguns já gozando, outros implorando para tocar nela e ela só negava com a mão. Chegou um momento que não aguentava mais e avisei que ia gozar. Cacete foi um gozo coletivo, eu, os caras e a Vivi todo mundo começou a gozar. Ela gritava e gemia alto de madrugada e no meio da rua. Foi uma loucura e tireu o pau de dentro dela e ela continuava a gozar, e ficou gozando por mais uns 10 minutos e nem eu mesmo estava tocando nela. Ficou ali apoiada e gozando até que não aguentou mais e pensei que ela estava urinando, mas estava era gozando.
Nossa foi tão bom e depois ela deu um beijinho no rosto de cada um deles que foram muito respeitosos com a gente e disse que logo voltaríamos e voltamos mesmo. Mas essa volta e outros contos das casas de swing com as nossas aventuras, contarei em outras ocasiões. Esperamos que tenham gostado pois isso foi real. Beijos e abraços a todos. Luigi e Vivi.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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