Dominador transformando patricinha em cadela

Por: Marcelo • 23/07/2026 • 7874 leituras
Capa do conto

Se tem uma coisa na vida que eu gosto é agir sem pressa, conhecer, saber os pontos fracos e fortes até ocupar a mente por 24hrs, a dominação não deve ser apenas física e sim psicológica. Fazer a submissa se sentir não só uma cadela, usada como objeto sexual na cama, mas viva, sedenta por sexo, desejo e conversas fazendo com que sua mente se perca em pensamentos lascivos pelo dono.

Meu nome é Marcelo, 36 anos dos quais muitos deles dedicados ao BDSM, práticas como: Bondage prática erótica de restringir os movimentos ou os sentidos de um parceiro de forma consensual, usando cordas, algemas ou fitas. É o primeiro pilar da sigla BDSM e tem como objetivo intensificar a excitação, criar jogos de poder e promover a entrega total ao controle do outro e Spanking em que uso a palmas das mãos, cinto, corda e fita para marcar minha submissa gerando excitação são as práticas que mais gosto aliada a cereja do bolo, simulação do estupro (rapeplay) tudo isso respeitando acordos e limites e apenas em sessão.

Fora da sessão bdsm ou seja não no quarto, sou educado, justo, sei o que quero e não quero, mas assumo ser o que cuida, lidera, toma as decisões e a frente na relação dominados submissa, homem mulher não deixando de ouvir, cuidar, dar colo, afeto e segurança.

Nesses anos de bdsm, aprendi que o que mais me dá prazer é transformar patricinhas em cadelas e mulheres com cargo de liderança que dominam no seu dia a dia em submissas indo ao contrário da sua rotina permitindo a vulnerabilidade. É aquela coisa da mulher mandar, tomar decisões difíceis mas saber que tendo um dono se tornará a mais doce, amável, comportada e não terá que tomar nenhuma decisão que não seja agradar seu dono.

Terminei há alguns meses a minha última relação, o que permite que minha coleira esteja disponível para uma submissa real, interessada ou com vontade de ser adestrada e tenha vontade de obedecer, a única exigência é disponibilidade, não me importo com distância ou estado civil desde que seja comprometida e tenha vontade de ser ao mesmo tempo cadela, puta, vadia e fora da sessão a mais amada e cuidada e segura com sua mente dedicada ao dono.

Se você tem fetiche que nem a terapeuta sabe, se vive um casamento falido, se sexo se tornou só o básico se que ainda tem ou se você no seu dia a dia manda, mas queria sim ser mandada, escreva em meu e mail se apresentando com detalhes falando sobre o que busca, idade, de onde escreve e claro, por que esse texto mexeu com você. A vida é feita de escolhas, sair da zona sexo baunilha (comum) é um caminho sem volta para sexo, prazer e cuidado. Espero seu contato por hora exclusivamente por e mail para que a conversa avance.

[email protected]

Se tem uma coisa na vida que eu gosto é agir sem pressa, conhecer, saber os pontos fracos e fortes até ocupar a mente por 24hrs, a dominação não deve ser apenas física e sim psicológica. Fazer a submissa se sentir não só uma cadela, usada como objeto sexual na cama, mas viva, sedenta por sexo, desejo e conversas fazendo com que sua mente se perca em pensamentos lascivos pelo dono.

Meu nome é Marcelo, 36 anos dos quais muitos deles dedicados ao BDSM, práticas como: Bondage prática erótica de restringir os movimentos ou os sentidos de um parceiro de forma consensual, usando cordas, algemas ou fitas. É o primeiro pilar da sigla BDSM e tem como objetivo intensificar a excitação, criar jogos de poder e promover a entrega total ao controle do outro e Spanking em que uso a palmas das mãos, cinto, corda e fita para marcar minha submissa gerando excitação são as práticas que mais gosto aliada a cereja do bolo, simulação do estupro (rapeplay) tudo isso respeitando acordos e limites e apenas em sessão.

Fora da sessão bdsm ou seja não no quarto, sou educado, justo, sei o que quero e não quero, mas assumo ser o que cuida, lidera, toma as decisões e a frente na relação dominados submissa, homem mulher não deixando de ouvir, cuidar, dar colo, afeto e segurança.

Nesses anos de bdsm, aprendi que o que mais me dá prazer é transformar patricinhas em cadelas e mulheres com cargo de liderança que dominam no seu dia a dia em submissas indo ao contrário da sua rotina permitindo a vulnerabilidade. É aquela coisa da mulher mandar, tomar decisões difíceis mas saber que tendo um dono se tornará a mais doce, amável, comportada e não terá que tomar nenhuma decisão que não seja agradar seu dono.

Terminei há alguns meses a minha última relação, o que permite que minha coleira esteja disponível para uma submissa real, interessada ou com vontade de ser adestrada e tenha vontade de obedecer, a única exigência é disponibilidade, não me importo com distância ou estado civil desde que seja comprometida e tenha vontade de ser ao mesmo tempo cadela, puta, vadia e fora da sessão a mais amada e cuidada e segura com sua mente dedicada ao dono.

Se você tem fetiche que nem a terapeuta sabe, se vive um casamento falido, se sexo se tornou só o básico se que ainda tem ou se você no seu dia a dia manda, mas queria sim ser mandada, escreva em meu e mail se apresentando com detalhes falando sobre o que busca, idade, de onde escreve e claro, por que esse texto mexeu com você. A vida é feita de escolhas, sair da zona sexo baunilha (comum) é um caminho sem volta para sexo, prazer e cuidado. Espero seu contato por hora exclusivamente por e mail para que a conversa avance

[email protected]

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados