Eu me chamo Fabi, tenho 20 anos, ela, Michelle, 24. Tem uma foto nossa no final do conto rs
Em nossas experiências, gostamos de inverter os papéis de submissão e dominação, nem eu nem ela conseguimos escolher o que gostamos mais, mas isso nunca foi um problema, exploramos tudo muito bem em ambos dos papéis.
Enfim, vamos reduzir a apresentação e iniciar o conto do último dia que eu (Fabiana) fui dominadora de Michelle.
Nós acordamos e tomamos café, desde de manhã já acordei com muito tesão e vontade de ser dominadora e vê-la submissa a mim, me obedecendo sem hesitar, totalmente envolvida para me dar prazer ou que eu a desse (mas do modo que eu preferisse), como uma verdadeira putinha, que eu sabia que ela sabia muito bem ser. Então, escovamos os dentes, arrumamos as coisas, ela voltou para o quarto e eu fiquei a observando, ela estava com uma regata de pijama, sem sutiã, e um short curto e largo, onde eu pude ver tudo na melhor visão quando ela subiu as escadas.
Decidi estudar um pouco... mas não consegui focar, não parava de imaginar ela no meu controle, apanhando e pedindo mais com a cara de safada e vadia que ela faz e eu amo, então pensei: porque não iniciar agora? Mandei uma mensagem para ela pelo Whatsapp.
“Tira a roupa. Estou subindo em 5 minutos e quero encontrar você sem nada. Se estiver com qualquer peça de roupa já sabe o que vou fazer”
Eu era acostumada a castigá-la, mas cotidianamente ela me desobedeceu para apanhar mais, e sempre apanhava, ela sabe o quanto eu não tolerava cadelas desobedientes, mas adorava agir como uma.
Quando eu subi, encontrei ela deitada, só de calcinha. Mandei ela ficar de joelhos na cama. Dei 6 tapas na sua cara com muita força. “Não mandei você tirar tudo? Porque está de calcinha?” Ela respondeu com a voz tremida: “Eu gosto mais quando você tira”
Eu disse a ela que não me importo com o que ela gosta ou prefere, que ela é minha vadia e está ali para me obedecer, fazer o que eu quero, e como ela errou eu iria ter que castiga-la. Peguei seu pescoço e dei mais 4 tapas, disse que a sessão iria começar e ela teria que contar quantos tapas eu daria.
Continuei segurando em seu pescoço enquanto batia em sua cara, seu rosto já estava marcado mas não hesitei, dava a ela inúmeros tapas na cara, quanto mais eu batia mais meu tesão aumentava, lembro dela contar mais de 20, e sua voz abafou pois além dos tapas estava enforcando com muita força. Parei e encarei. Ela me pediu desculpas, disse que não iria mais me desobedecer e implorou para que eu a fodesse naquele momento. Não respondi e virei ela de costas, nosso conjunto de cordas ficava próximo a cama, amarrei suas mãos na cabeceira da cama e seu pé um no outro e vendi ela, peguei uma das nossas cordas e usei como chicote, batia na bunda ela e a fiz contar, completei 35 chicotadas, enquanto observava sua buceta encharcada, no meio da sessão de spanking chamei ela de vadia, minha putinha, cadela, vagabunda, piranha, todos os nomes baixos que eu amo chamar ela e ela implorava para que eu fudesse ela, então, peguei nosso maior dildo e coloquei na bucetinha gostosa e molhada dela, de uma vez. Ela gemeu alto.
Eu tirei e deixei ela implorando para que eu colocasse de novo, ela pedia, suplicava, pedia desculpas, fala que era minha vadia, que não iria mais desobedecer. Ela sabia que esse era meu castigo.
Desamarrei ela, deitei, e ordenei que ela me fizesse um oral. Ela começou a chupar a minha buceta e aproximou a mão da dela para se masturbar, dei um tapa forte na cara dela, disse que só eu poderia tocar naquela buceta. Ela chupava a minha buceta enquanto se contorcia de prazer, eu intercalava entre segurar seu cabelo e bater na cara dela. Quando estava perto de gozar, fiz ela parar e a deitei na cama.
A buceta dela já estava encharcada, então enfiei 3 dedos de uma vez, ela voltou a gritar e gemer alto. Eu fodia ela com uma mão, enquanto com a outra enforcava e dava tapas na sua cara, foi uma sequência de tapas intensa onde ela não parava de gemer. Até que contorceu seu corpo inteiro num intenso orgasmo, gritando que adorava ser minha. Eu sabia que sim.