Dona Lúcia empurrava um carrinho com várias sacolas, cabelos brancos soltos caindo suavemente nos ombros, óculos dourados finos no rosto e uma blusa leve que deixava transparecer o volume dos seios fartos. A calça jeans marcava bem seus quadris e a bunda redonda.
Ela me viu quase ao mesmo tempo. Olhou rapidamente ao redor, confirmando que não havia ninguém conhecido, e se aproximou com um sorriso discreto e cúmplice.
— Que surpresa boa te encontrar aqui... — disse baixinho.
Conversamos naturalmente enquanto ela terminava as compras. Quando chegou na hora de pagar, me ofereci:
— Deixa que eu te ajudo com as sacolas. Estão pesadas e meu carro está aqui perto.
Lúcia aceitou imediatamente, os olhos brilhando de alívio e algo mais. Coloquei tudo no porta-malas e seguimos para o condomínio.
Dentro do carro, o clima esquentou rápido. Ela colocou a mão na minha coxa e apertou, subindo devagar.
— Desde aquele dia... não consigo parar de pensar em você dentro de mim — confessou, voz baixa e rouca.
Chegamos no condomínio, estacionei em frente ao bloco dela e ajudei a subir as sacolas. Assim que entramos no apartamento e fechei a porta, Lúcia virou-se para mim e me beijou com urgência, pressionando o corpo contra o meu.
— Quero você agora — murmurou, já abrindo minha bermuda.
Ela se ajoelhou na sala e puxou meu pau para fora, mamando com fome. Cabelos brancos balançando, óculos embaçando levemente enquanto chupava fundo, lambia as bolas e sugava com vontade.
Eu a levantei, tirei sua blusa e sutiã, e chupei aqueles seios grandes e macios. Tirei a calça jeans dela e a deitei no sofá. A buceta estava molhada e inchada. Meti tudo de uma vez.
Lúcia gemeu alto, cravando as unhas nas minhas costas:
— Isso... me fode forte... bem fundo!
Saquei com intensidade, fazendo os seios dela balançarem. Depois virei ela de quatro, empinei aquela bunda redonda e meti novamente na buceta. Segurei os cabelos brancos e socava com força.
— Quero no cu também... — pediu ela, empinando mais.
Cuspi no cuzinho e forcei a entrada. Entrei devagar e depois comecei a arrombar com estocadas ritmadas e profundas. Lúcia delirava:
— Ai que delícia... me arromba... sou sua viuvinha tarada agora...
Não aguentei mais. Segurei firme na cintura dela e explodi um gozo grosso e quente bem no fundo do seu cu. Lúcia tremeu inteira, gozando junto, o cuzinho piscando e apertando meu pau.
Quando tirei, porra escorria do cu arrombado dela. Lúcia virou o rosto, ofegante, ajustou os óculos e sorriu:
— Obrigada pela ajuda com as compras... — disse, ainda recuperando o fôlego. — Pode me ajudar sempre que eu precisar. Meu apartamento é bem discreto.