... então viciamos no sexo a três...

Por: matheus-193 • 17/07/2026 • 48480 leituras
Capa do conto

Como relatei no primeiro conto nos conhecemos e no mesmo dia já fizemos aquele sexo gostoso.

Tudo rolou de uma forma tão espontânea, com a química perfeita, que não queria deixar mais o índio ir embora, e ele também não podia chegar perto que já ficava de pau duro.

Entretanto, fomos bolando alguns combinados para poder levar o relacionamento a diante, formando o trisal.

Na manhã seguinte, meu índio teria que se despedir e como estava exausta pedi que voltasse o mais breve possível para poder lhe recompensar pela noite maravilhosa.

Após dois dias ele retornou e disse que não conseguia me tirar da cabeça, que no tempo longe só de pensar já ficava de pau duro e já tinha tocado várias punhetas pra mim.

Ele gamou na minha raba, na certa principalmente.

Dessa vez estávamos mais soltos, mais desinibidos, e assim que as crianças dormiram começamos a festa na sala, ele sentado no sofá, sentei em seu colo, me esfregando e beijando sua boca, sentindo seu cacete bem grosso roçando na minha buceta molhada, ele estava de calça de malha e eu de vestido, ele apertou minha bunda e meu ex só olhando, cada vez mais excitado.

Levantei e fui pra cima de Kinho beijando e tirando seu pau pra fora faminta, doida pra chupar, fiz um boquete divino nele e quase gozei só na vontade de sentir a piroca do Índio me arrombando novamente.

Nós fomos para o quarto, e pedi para que me deixasse ter uma foda com cada um para depois realizar minha fantasia de fazer dupla penetração.

Então, cavalguei, kiquei gostoso e gemi baixinho no ouvido dos dois, cada um gozou na sua vez.

Chupei para reanimar meus amores, e com êxito, montei no índio novamente, Kinho entendeu a deixa e mirou seu pau no meu cuzinho apertado, pincelando primeiro no mel que escorria da minha buceta e passando na entrada do cu, aos poucos ele foi invadindo gostoso, e aos poucos colocando tudo pra dentro, bombando devagar, queria gritar, mas não podia.

Gemi, quase chorei e gozei naquelas toras maravilhosas....

Tudo se tornou mais frequente, menos tenso e cheio de amor. Até hoje me masturbo pensando no índio.

Até a próxima

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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