Escravoceta - parte 4

Por: fernanda-204 10/07/2026 242945 leituras
Capa do conto
Agora eu já sabia que minha esposa nunca foi só minha. Também descobri que ela não casou por amor, pois precisava de alguém para assumi-la e não deixa-la mau falada e ser rejeitada na família.
Confesso, não foi fácil. Mas, depois de todas aquelas descobertas e, provavelmente notando o meu desapontamento, minha esposa começou a me dar mais atenção e carinho. O chá de buceta aumentou em quantidade e melhorou na qualidade. Provavelmente ela ponderou que, com outro homem, jamais teria a liberdade que tinha comigo. Seus pais já gostavam de mim, sua família inteira me conhecia.
Por quase 2 semanas ela era só minha. Foi quando num belo sábado me deparo com mais surpresas. Ela agora toma a iniciativa de abrir a primeira latinha e começamos a beber e ouvir músicas. Já estava bem feliz e falante quando toca a campanhia de nossa casa. Vou atender e era o mesmo rapaz a vi, na moto, transando. Ele muito educado, procura pela minha esposa. Permito a entrada, ele entra, senta no sofá e dali a pouco ela aparece, toda linda e produzida com minisaia. Linda e sorridente.
No inicio foram só esclarecimentos, o Cardo (Ricardo) ficou sabendo de tudo. Então foi a vez de minha esposa começar o show. Me mandou servir a cerveja, eu o fiz. Quando retornei com a cerveja nas mas ela já está sentada no colo dele. Os amassos vão aumentando e a coisa começa a esquentar.
Já pelas tantas ele a pega nos braços e, como um bebê, a leva para o quarto, a joga sobre a cama, vem e fecha a porta. Eu ali, curioso, olhando pelo buraco da fechadura. Ele tira toda a roupa dela e a chupa toda, dando tapas no rosto, na bumbum. Ela tira toda a roupa dele e chupa seu pau com enorme maestria. Um pinto enorme e grosso. Ele a joga de novo sobre a cama, a deita de bunda para cima e a penetra com muita força. Vejo como ela se desdobrava para beijar a boca dele e o quanto ele socava forte, puxava seus cabelos, era violento mesmo. Foram quase quarenta minutos assim.
Ele levanta, enrola uma toalha na cintura e vai tomar banho. Enquanto ele está no banheiro ela abre a porta, me pede outra cerveja, deita na cama, abre as pernas e me manda chupar, limpar tudinho enquanto ela tomava outra "geladinha".
Sua xoxotinha estava toda inchada, cheirando a camisinha. Ela me perguntou: "você agora entende pq preciso dele?" "Viu que tamanho e grossura do pau?" "Viu como ele me come, prestou bem atenção?"
Ao chegar ele me pede licença da cama e outra cerveja. Obedeci prontamente. Então os dois se abraçam e ficam namorando e relembrando quantas passagens tiveram em anos de namoro. Foi então que tive uma ideia: eu fingia que bebia e só trazia mais cerveja. Eles se embebedaram facilmente. Ela dormiu profundamente enquanto ele já falava um monte de asneira, sem sentido, com a lingua preza e embriagado. Estava na hora do colocar o plano em ação, e comecei encher ele de pergunta e cerveja.
A medida que ele ia falando, meu coração disparava. Não é possível que ele estava falando de minha esposa. Ele sabia coisas que eu não tinha a mínima ideia. Mesmo depois que o nosso relacionamento ficou aberto, julgava que ela não havia falado tudo, que não tinha mais surpresas. Ledo engano.
E, cada pergunta que fazia, o Cardo mais entregava aquela que era minha esposa amada. Ele também se comprometeu bastante. Fiquei muito excitado, aproveitei que ele já não estava mais em si, e usei minha esposa. Dormindo num sono profundo e embriagada, a virei de barriga para cima. Contemplei aquele corpão lindo e cai de boca, chupei e lambi tudo que podia lembrando de tudo aquilo que acabara de saber pela boca de seu amante. Vez ou outra ele resmungava e murmura coisas sem sentido, nomes de outras pessoas e coisas que eu mau entendia.
Amanheceu o dia e os acordei com um belo café na cama. Eles tomaram banho e deitaram nús sobre a cama, foi então que relatei o que havia acontecido enquanto eles estavam embriagados. Contei tudo que o Cardo havia dito, bêbado.
Ela passou as mãos no cabelo e começou a olhar para o seu amante, na hora percebi que ela ficou vermelha. Balançava a cabeça como quem não acredita no que estava acontecendo.
Você quer saber o que fiquei sabendo? Porque minha esposa ficou vermelha e desconfortável? Vote no conte, comente "eu quero". Você vai se surpreender o que essa menina sapeca aprontava.

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