Estupro consentido

Por: Vera • 24/07/2026 • 321 leituras
Capa do conto

Sou estuprada toda noite e fiquei obsecada por isso.

Olá, me chamo Vera e vou relatar o que me aconteceu há 5 anos. Sou divorciada, 1,80 de altura, porte grande mesmo, em todos os sentidos, não a toa, entitulada cavalona. Moro com meu filho de 16 anos. Numa madrugada qualquer alguém entra no meu quarto, e eu estava dormindo de camisola, de bruços, como de costume. Sinto todo o seu peso sobre mim e uma faca no meu pescoço. Se gritasse morreria, disso tinha certeza. O cara era grande, deveria ter pelo menos 2metros de altura, pois não seria qualquer um que me dominaria. Ele afastou minhas pernas, e naquele momento soube que seria estuprada. Comecei a chorar.
-não moço, por favor, (choro)

Ele pressionou a faca na garganta, como se dissesse “se falar, chorar ou gritar, morre”!

Então ele afastou minha calcinha e me penetrou com tudo. Senti minha buceta ser completamente preenchida. Eu segurava o choro, tentava pensar em outra coisa, esperando que aquilo terminasse logo.
E terminou. Achei estranho. Gozou em menos de dois minutos. Mas fiquei aliviada.

Ele pressionou a faca no meu pescoço de novo e deixou uma carta ao meu lado. Em seguida saiu.

Na carta “Se for a polícia ou contar pra alguém, seu filho morre! Se for esperta, ficará de bico calado Vera”.

-Meu Deus, ele nos conhece! (Choro)

Ali eu sabia que tinha que aguentar. No outro dia, tomo café com meu filho, e ele me percebe abatida.
-mãe? Aconteceu alguma coisa?
-nada filho, tô só emotiva mesmo. Deve ser a tpm.

Ele todo carinhoso veio me abraçar.
Meu filho é minha fortaleza. Teria desabado em choro não fosse ele.

Custei a dormir bem, fui obrigada a tomar remédios. Novamente em uma madrugada qualquer, adentram meu quarto novamente. Ele deita sobre mim. Está muito escuro, só noto o peso sobre meu corpo, e dessa vez consigo ver sua silhueta. Ele está usando bala clava escura. É muito grande. Ele põe a faca no meu pescoço. Eu sei o que ele quer, então eu abro as pernas e viro meu rosto. Começo a chorar bem baixinho, enquanto ele me penetra.
De novo, ele goza em dois minutos. E deixa outra carta. É a mesma mensagem.
Sempre fui medrosa, então, novamente não procurei a polícia ou sequer contei a alguém.
Quatro dias depois, a mesma coisa acontece, mas dessa vez ele me põe de quatro. Ele mete com força, e pela primeira vez eu solto um gemido. Aquilo o excita. Dessa vez o sexo durou 7min.
Novamente a faca e um carta, e o mesmo roteiro se seguiu por seis meses.
Eu já estava tão habituada que comecei a sentir tesao. Numa noite, sinto seu corpo. Espero ele sem calcinha, já tava bem molhada.
-me come, mas me beija!
Ele nada fala. O breu deixa tudo mais intenso.
Ele levanta sua bala clava apenas o suficiente para deixar sua boca de fora. Não consigo ver.
Ele me beija, eu abro as perna.
-mete gostoso vai!

Ele me beija, chupa meus seios, enquanto mete aquele mastro na minha buceta.
-aí continua metendo, vou gozar, vou gozar.
Ahhhhhhhh

Acabei gozando junto com ele. É incrível, o sexo era bom e duradouro. Ele vai embora, e já não deixa mais cartas.

Tem três dias que não vem. Já sinto sua falta.
Vou no quarto do meu filho fazer uma pesquisa qualquer em seu computador, e me deparo com um histórico de pesquisa assustador.

Google: incesto / como comer sua mae / estuprando Mamae / minha mãe minha amante

Aquilo me devastou.
-como? Não é possível? É ele?

Meu filho tem 16 anos, é enorme, um homem feito, nunca passou pela minha cabeça que fosse ele.
Não sabia o que fazer, e agora? Ele estava na escola, entao revirei aquele computador de cima a baixo. Verifiquei tudo que ele acessou. Relatos que mulheres que transavam com seus filhos e por aí vai. A ficha não caiu, mas a raiva e decepção que me acometia há poucas horas eram substituídas por pena, e pouco a pouco por empatia.
Armei uma armadilha. Esperei ele de madrugada, sabia que viria, e veio.
Ele veio sobre mim tentando me beijar.
-filho!
Ele se levantou assustado.
-não precisa correr, a mãe já sabe que é você!
Quero entender! Por que eu filho?

-eu, eu, te amo mãe. Eu não sei bem como aconteceu, mas eu te amo.
-eu também te amo filho, mas transar é errado entre nós!
-porque é errado mãe? Te amo como mãe e como mulher. Sempre te achei gostosa.

Fiquei assustada suas palavras, fui abraçar ele tentando confortar, mas acho que mandei os sinais errados.

Ele me abraçou, beijou meu rosto, me jogou na cama, na posição de papai e mamãe.
-pera filho!
-vou te fazer sentir bem mãe!

Me beijou na boca e meteu seu pau na minha buceta. Ele metia com mais força e mais afinco que antes.
-te amo mãe, seja minha mulher, minha vadia, minha gostosa e seja só minha.

Eu estava horrorizada com aquelas palavras, mas meu corpo demonstrava sinais de quem estava adorando ser penetrada pelo próprio filho. Resolvi me entregar.

-tá bom meu bebê. Come sua mamãe come.

Eu cavalguei sobre ele, enquanto o beijava.
Depois desci até seu pau para mamar aquele mastro gostoso. Partimos para um 69.
-nossa mãe, que raba gostosa você tem.
-faz como sempre meu amor.

Ele entendeu e me chupou todos os orifícios possíveis.
-ahhh gostoso, chupa a mamãe chupa.
-cavala gostosa, deixa eu te pegar de quatro sua puta, vadia.

Ele me arrombou com força, com tesao.
Meu menino me fez gozar, e eu o fiz gozar.
Ele encheu minha buceta de porra e nos beijamos loucamente. Fudemos mais algumas vezes naquela noite e prometemos ser amantes para sempre!

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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