À época em que esse relato aconteceu, eu tinha 7 anos, mamãe 35 e meu irmão Fábio 14. Nesse dia estávamos apenas eu e ela assistindo tv no quarto.
Mamãe falava que éramos meninas especiais. No começo, não entendia bem, apenas ficava orgulhosa de ser especial com ela. Uma noite, estávamos deitadas em sua cama, ela de baby doll e eu de shortinho e blusinha de alça. Eu estava assistindo TV, quando percebi que ela tinha o baby doll levantado e a mão dentro de sua calcinha. Percebi que ela respirava fundo à medida que mexia lá embaixo. Fiquei curiosa:
- O que vc tá fazendo, mamãe?
Ela parou de mexer os dedos, mas não tirou a mão de lá:
- Nada, filha! Só fazendo massagem.
- Pra que, mamãe?
Ela parou, me puxou pra bem pertinho dela me abraçando e falou:
- Sabe quando a mamãe fala que nós somos meninas especiais, filha?
- Sim.
- Então, vou te mostrar porque.
- Eba!
Com um só movimento, ela tirou a calcinha e com seus dedos, abriu os lábios de sua buceta revelando um grelo que tinha o tamanho do meu dedinho.
- Você tem pipi, mamãe? - perguntei surpresa.
- Não filha. Mas a mamãe tem que massagear todo dia pra ele não crescer, senão vira um pipizão.
- Vixi, mamãe! E eu também vou ter pipi?
- Vem cá, deixa a mamãe ver!
Ela tirou meu shortinho delicadamente, passou a mão sobre a testinha da minha bucetinha:
- Que pepeca gordinha, filha! Acho que já tá na hora de começar a fazer massagem em vc também.
Nisso, tirou minha calcinha, abriu minhas perninhas e examinou:
- Olha, só! Já tá bem greludinha a minha bebê.
- Tá feio, mamãe?
- Não, querida. Mas já precisa começar a fazer massagem pra não ficar grandão.
- Mas eu não sei fazer, mamãe.
- Então fica assim deitadinha, deixa a perninha bem aberta, que a mamãe faz pra vc, tá bom?
- Tá.
Mamãe separou meu grelinho com seus dedos e com a outra mão começou a estimulá-lo.
- A mamãe vai lamber pra ele ficar bem molhadinho e não doer, tá, meu bem?
- Tá.
Ela começou a passar a pontinha da língua na cabeça do meu grelinho, me fazendo subir um calor que eu nunca havia sentido. Começou a ficar muito gostoso e eu já estava de olhos fechados, entregue a uma sensação única.
- Tá gostosos, filha?
- Muito, mamãe! - eu respondi de olhos fechados, com a voz abafada. Me senti arrebatada, parecia que eu não estava mais ali.
Mamãe ficou de quatro para poder cobrir minha bucetinha com sua boca e me sugar melhor. Minhas perninhas começaram a tremer com a sensação que se intensificava e explodi em um gritinho, me dando até sono. Vendo que eu havia gozado, ela para de me chupar e passou a lamber meu grelinho:
- Que gostoso, filha! Gozou bastante pra mamãe. Que linda!
À medida que ia voltando daquele estado de plenitude, senti que estava ensopada:
- Eu fiz xixi, mamãe?
- Não, querida. Isso é uma aguinha que nós meninas soltamos quando somos massageadas na pepeca. É sinal que a massagem funcionou.
- Você também solta?
- Sim, filha! Toda vez.
- Posso ver o seu pipizinho soltar aguinha, também?
Mamãe se deitou de barriga pra cima, abriu suas pernas e me chamou pra ver:
- Olha, bebê! Tá vendo como ele tá durinho?
- Que pipi grande, mamãe!
O clítoris de minha mãe era realmente grande, tinha o tamanho e a grossura do meu dedinho.
- Então, pra soltar aguinha vc vai ter que massagear igual a mamãe fez com vc. Vc quer ajudar a mamãe?
- Quero!!!
Continua...