EU, CASADA, INFIEL, COCAINÔMANA E VICIADA EM PORRA, MUITA PORRA! - (uma novela porno)

Por: ana-331 • 18/07/2026 • 39137 leituras
Capa do conto

Essa é a estória do meu casamento. Tudo começou, quando um dia, meu marido drogadaço, pediu, enquanto tínhamos relações sexuais, pra eu chupar os seus amigos. A partir dai, só transávamos fantasiando isso. Com o tempo a fantasia já não satisfazia nossos desejos sórdidos. Um dia, quando meu amor estava cheio de pó e álcool no sangue, transformado por sua tara química, na casa de um amigo nosso, me pediu pra eu chupar o cara, eu chupei! Claro que depois meu marido ficou revoltado, querendo terminar, mas fizemos as pazes, seguimos assim, eu chupando os amigos dele, nas festinhas, de vez em quando. O chato é que meu marido sempre se arrepende depois, enfim... Nossa estória começou a virar um vicio sexual pra mim, quando eu e o meu marido fomos a uma festa na casa de um amigo nosso, uma rave private em Angra. Meu marido disse que eu teria que me vestir um pouco mais comportada, porque teriam muitos amigos nossos lá. Mas eu conheço meu marido e sabia que depois de algumas bebidinhas ele ficaria com vontade de me mandar chupar alguém, coisa que adoro fazer, nem precisa mandar. O foda é que depois, no dia seguinte, às vezes até no mesmo dia, enfim... Quando meu marido fica sóbrio, ele fica querendo se separar, dizendo que eu não posso ver rola que já quero beber porra, é sempre a mesma coisa, aí eu digo que ele é quem sabe e no fim ficamos juntos, mas eu já disse isso. Sobre a roupa da festa, claro que não obedeci e coloquei um salto enorme, uma shortinho micro, coladinha no meu corpo e um top, pois adoro mostrar minha barriguinha sarada, tenho muito orgulho dela, chegando à festa, encontramos nossos amigos, deviam ter umas 80 pessoas. Chegamos e eu fui cumprimentar os amigos de sempre, os quais, alguns, eu já tinha beijado e chupado. Diego era o dono da casa e nos apresentou a um grupinho de conhecidos dele, eram uns caras cheios de correntes e pulseiras. Um deles, um cara forte e barbado, estava cheirando cocaína bem na nossa frente, sem ligar pra nada, eu que adoro cocaína fiquei toda eufórica, meu marido percebeu, lógico, eu não parava de olhar pro cara. Ficamos lá conversando algum tempo, foi quando meu marido disse que iria sentar com seus amigos, fiquei meio sozinha e comecei a conversar com duas meninas, até que surgiu um papo de cocaína, elas estavam dizendo que o cara que eu vi cheirando era muito escroto. Bebida vai, bebida vem, eu ia ficando com mais vontade de dar um teco, coisa que automaticamente me da vontade de chupar piroca, ao ver o cara da cocaína passar por mim, fiquei babando, bem soltinha e doida pra cheirar cocaína. Falei pra meninas que adorava cocaína e que faria qualquer coisa pra cheirar. Lógico, elas falaram isso pro cara. Fui dar um beijo no meu marido e disse que iria ao banheiro. Quando saí do banheiro dei de cara com o cara, ele me empurrou pra dentro, e disse:

- “Me falaram que você gosta de pó, você é uma vadiazinha cocainômana, né?”

Gostei da ousadia dele e respondi:

- “Se você bater uma pra mim eu sou o que você quiser.”

Ele rindo falou, botando o pau pra fora:

- “Eu bato uma pra você se você bater uma pra mim.”

Ele esticou uma carreira pra mim no mármore da pia, cheirei rapidinho e ele me mandou chupar o pau dele, me ajoelhei e chupei até ele gozar na minha cara. Foi de mais, nunca tinha visto tanto gozo sair de uma pica, foi maravilhoso, nem me lavei, só limpei o excesso com a mão e levei pra minha boca. Quando saímos do banheiro ele disse:

- “Se você quiser mais vai ter que chupar quem eu mandar.”

Delirei... Era o que eu queria ouvir, adoro ser mandada, ainda mais trincadinha, então eu disse:

- “É só você apontar e bater um tequinho que eu chupo quem for.”

Fico pensando como eu sou vagabunda, mas a culpa é do meu marido. O cara rindo falou:

- “Só ganha cocaína se chupar quem eu mandar e depois me mostrar à porra, antes de engolir.”

Dei uma de difícil e virei às costas indo falar com meu marido, que estava me olhando, ele, é claro, já sabendo que eu tinha feito merda, porque me viu saindo junto com o cara do banheiro, aliás, todos perceberam, bem, nem liguei, meu marido ficou com raiva e começamos a discutir, olhei pra trás e vi o dono do pó apontando dois homens que eu nunca tinha visto, fiz sinal com a cabeça que entendi. Eu estava furiosa, meu marido sabe que adoro chupar pica, que adoro cocaína, porra, eu já tinha ficado com praticamente todos os amigos dele que estavam lá, a mando dele mesmo, e ele com papinho de ciúmes, resolvi chutar o balde. Fui ao ouvidinho dele e terminei a discussão dizendo:

- “Hoje eu vou ser a Puta da festa, e o cara do banheiro vai ser meu dono, vou chupar quem ele mandar.”

Vi a cara de tesão e ódio do meu amor, adoro! Nem o deixei responder, fui em direção aos caras que meu fornecedor tinha apontado, me apresentei, bem putinha. Eles falaram que eu era linda, e modéstia parte, sou mesmo, pintou um silêncio entre eles e eu disse:

- “Eu posso chupar vocês?”

Não sou de meias palavras, falo na lata, eu gosto de ver a reação das pessoas. Um deles respondeu sem pestanejar:

- “Então fica de joelhos e chupa sua vadia de merda?”

Pela primeira vez fiquei sem reação, estávamos no meio do salão, eu não podia ajoelhar e chupar os dois na frente de todo mundo. Foi quando meu fornecedor se aproximou e perguntou o que estava acontecendo, porque eu não estava chupando os caras, eu disse:

- “Eles querem que eu os chupe aqui, na frente de todo mundo, meu marido tá logo ali, isso não vai dar certo.”

Meu fornecedor ficou puto e disse:

- “Você é vadia ou não é? Você faz ou não faz qualquer coisa por pó? Tô achando que você é só gogó... Fraquinha você hein... Quer cocaína ou não quer? Se não quer, mete o pé, porque tem um monte que quer.”

Balancei a cabeça dizendo que queria. Fiquei molhadinha na hora com a sua forma rude de falar, deixando claro que ele não estava nem aí pra mim. Agachei ali mesmo, no meio do salão lotado, abri o zíper dos dois caras e comecei a sugar aquelas picas com muita vontade, não queria ficar sem cheirar e muito menos desapontar o meu fornecedor. Estava eu ali, chupando os caras na frente de todo mundo, e o meu fornecedor falou:

- “Enquanto você estiver com picas na boca não vai te faltar cocaína.”

Fiquei maluca, não conseguia mais ouvir ninguém revezava entre as duas picas, em pouco tempo apareceu outra pica e fui chupando, de repente se formou uma rodinha, levantei, tirei o top e o shortinho, ficando só de fio dental e saltos, me ajoelhei novamente e comecei a chupar mais picas, tinham umas 20 picas ao meu redor, uns filmando no celular, outros tocando uma, eu não largava as picas, pedi pra todos gozarem em cima de mim, na minha cara, boca. Um cara disse que não queria só boquete, puxou minha calcinha pro lado e foi me enrabando no chão. Ele me batia na bunda, segurava meu cabelo mostrando meu rosto e dizendo palavras chulas, enquanto isso, meu fornecedor filmava tudo no celular batendo uma. O cara que comia o meu cu disse:

- “Essa Patyzinha é uma puta.”

Deixei ele me enrabar até cansar, ele gozou nas minhas costas, tirou meu fio dental e saiu comentando com o amigo que iria guardar de recordação por ter me enrabado. Achei meu short e meu top e fui ao encontro do meu marido, eu andando, toda gozada, com um salto enorme, rebolando meu rabo naquele micro short, reparei as mulheres me olhando com raiva, umas puxavam seus namorados, outras brigavam com eles enquanto eu passava. Meu marido me viu e me levou ao banheiro, quando íamos entrar o meu fornecedor apareceu e se meteu na nossa frente dizendo:

- “Deixa essa puta comigo seu corno, ela tá merecendo um teco enorme.”

Meu marido fez cara de quem não gostou, mas entubou. Entrei no banheiro, eu e o meu fornecedor, me olhei no espelho, eu estava com a cara, o cabelo e o corpo todo grudado e melecado de porra, meu joelho estava todo machucado de tanto ficar ajoelhada, mesmo assim, pedi pra ele bater uma pra mim, ele esticou um teco enorme, o qual eu cheirei de uma só vez! Voltei a me olhar no espelho, orgulhosa de quem eu sou. Pra finalizar ele me mandou ajoelhar e começou a mijar dentro da privada, e no meu rosto, no meu cabelo, na minha boca, quando terminou, mandou eu sacudir o pau dele e limpar com a boca as ultimas gotas de mijo. Meu fornecedor abriu a porta, jogou um saquinho de pó pra mim e saiu, meu marido entrou e me viu ali ajoelhada, toda mijada e gozada e falou:

- “Vamos embora, agora não da pra conversar com você, mas amanhã terminaremos”

Fomos embora, hoje sou apontada na Faculdade como A VAGABUNDA da festa do Diego, mas eu nem ligo, meu marido chorou muito, tentou terminar, mas não conseguiu, estamos juntos e nos amamos. Ahhh!!! Fiz uma tatuagem pra ele nunca mais esquecer com quem se casou. Tatuei dentro da marquinha do meu fio dental, em letras pequenas pra caber naquele micro espacinho que fica coberto pelos meus biquininhos e por minhas ínfimas calcinhas: “sou puta, pode socar. MAS GOZA NA MINHA CARA!”. Meu marido faz doce, finge que não gosta do meu jeito exibido de ser, que minha tatuagem foi muita falta de respeito com ele, mas sempre em nossas relações sexuais fica falando que eu sou só uma vadia que da pra outros caras. Ou seja, ele gosta muito de ser casado com uma puta sem vergonha. Sei que ele me ama muito e nunca vai conseguir me deixar.

Uma semana depois da festa do Diego meu marido resolveu que faríamos uma viagem romântica pra Jericoacoara, ele reservou uma pousada e lá fomos nós. Quando chegamos à pousada, no quarto ao lado ao nosso, haviam uns caras maus encarados, e pra entrarmos tivemos que passar por eles. Fui devorada pelos olhos deles, eu estava com um shortinho minúsculo, todo enfiado no meu rabo, marcando minha micro calcinha que só cobria minha tatuagem nova. Meu marido ficou meio constrangido, pois eu me visto de forma muito vulgar. Passei encarando os caras e olhando pra dentro do quarto deles, foi quando eu vi um deles cheirando cocaína com um copo de uísque na mão, o filho da puta me viu olhando pra ele e fez questão de passar a mão no pau rindo pra mim. Quando entramos no quarto meu marido foi logo falando que essa era uma viagem romântica e que não era pra eu aprontar nada. Pra se garantir, ele sabendo que adoro cocaína me disse que ia tentar comprar, pois não queria que eu fizesse “amizade” com os vizinhos, e saiu na missão. Enquanto meu marido via se conseguia comprar cocaína pra mim eu fui tomar banho e me trocar, demorei muito no banho, me masturbei três vezes pensando nos vizinhos e depois ainda fiquei um bom tempo me arrumando, experimentando os shortinhos brancos que eu havia comprado pra estar sempre bem piranha. Quando eu saio do banheiro, vou me pentear na janela e vejo o meu marido dando um dinheiro pra um cara mal encarado, eles se despedem e meu marido entra na pousada. Chegando ao quarto, meu amor me disse que à noite um cara iria trazer meu pó. Não me segurei e falei sem pensar:

- “Eu vi você falando com um cara lá fora, cara de mau, né?”

Meu marido respondeu:

- “Não inventa, porra! Essa é uma viagem romântica.”

Respondi:

- “Só se você pedisse eu chuparia ele, te amo amor!”

Meu marido fez cara de merda e falou que ia descansar um pouco. Quando foi à noite saímos pra beber, eu com um shortinho branco ínfimo todo enfiado marcando a calcinha e um top mostrando meu pearcing no umbigo, bebemos muito, muito mesmo, quando estava embriagada o cara de mal ligou falando pro meu marido que estava com o cocaína pra gente ir pegar na casa dele, então pedimos a conta e fomos, chegando na casa do cara ele me comia com os olhos, pegamos o cocaína e voltamos pra pousada, no nosso quarto, fudemos muito cheirando cocaína, eu imaginava-me chupando o fornecedor e quando fui bater outra deixei o pó cair, eu muito doida, mas sabendo que o meu marido também estava, falei:

- “Fudeu, desperdicei o pó todo. Deixa eu ir na casa do cara que vendeu, eu chupo ele, bebo um pouco de porra e trago mais cocaína pra gente.”

Meu marido ficou meio puto, mas como estava bêbedo e cheio de cocaína nas ideias disse SIM! Mas fez questão de dizer que era sé pra eu chupar, nem deixei meu marido terminar de falar fui logo puxando a calcinha até ficar socadinha na minha bunda coloquei o shortinho, um top e fui pra casa do cara, peguei o carro e parti. Chegando lá, bati na porta, o cara abriu a porta, ele estava com dois amigos na casa dele, falei que queria conversar com ele, e disse que tinha desperdiçado todo o pó que compramos, mas que se ele me desse mais eu chupava ele até ele gozar na minha boca, ele rindo disse que se eu o chupasse na frente dos amigos dele ele me dava toda a cocaína que eu quisesse. Eu prontamente aceitei. Adoro ser mandada. Ele sentou no sofá e os amigos dele me olhando, eu sentei no colo dele e comecei a beijar ele, fui beijando passando a mão na pica dele quando senti o mastro fiquei assustada, fiquei de pé, tirei o shortinho, fiquei só de fio dental bem socadinho, na frente de todos, me ajoelhei empinando bem a bundinha pra todos se deliciarem, botei o mastro do traficante pra fora e falei:

- “Me dá Porra, eu quero beber sua porra pra ganhar cocaína.”

Comecei a chupar ele e fiquei rebolando a bundinha pros outros verem, enquanto eu chupava aquele cacete, eu ficava tão molhadinha que escorria minha baba de buceta por entre minhas pernas. O trafica, enquanto eu o chupava, bateu uma carreira pra mim e falou pra eu cheirar, levantei e cheirei com uma mão enquanto com a outra eu punhetava o cacete dele, os outros dois começaram a me alisar e enfiar os dedos na minha bucetinha toda molhadinha, eu de quatro chupando o aquele cacetão e levando dedadas, olhei pra ele com seu pau na boca e disse:

- “Não aguento mais, mete no meu cuzinho, por favor.”

Ele me colocou de quatro no sofá, chegou minha calcinha pro lado, deu uma cuspida no meu cu e meteu o cacete todo de uma só vez, fechei os olhos durantes alguns segundos, quando abri, estavam as duas picas dos outros dois na minha frente, fui colocando elas na boca, ora uma, ora outra, enquanto o trafica me socava, ele parecia um animal me fodendo, ele me fodia enquanto eu revezava a boca entre as duas picas a minha frente, depois de muito tempo sendo enrabada e mamando muito os outros dois, o trafica quis comer minha bucetinha, eu disse que não daria porque buceta qualquer uma dá, mas que meu cu ele podia arregaçar o quanto quisesse e que eu ainda beberia toda a porra que eles quisessem me dar. O trafica rindo disse:

- “Quer dizer que tu gosta é de ser enrabada e de ficar com a cara branca de porra, né sua Puta?”

Eu respondi que sim mexendo a cabeça sem tirar o pau que eu sugava da boca. Então ele mandou os dois saírem da minha frente e me colocou sentada no sofá, me deu uma tapa na cara e disse:

- “Vou tirar sangue desse cu sua vagabunda!”

Mandou-me cheirar mais cocaína, pra eu não reclamar. Eu dei outro teco e ele ficou passando cocaína no meu cu com os dedos, enfiando pó no meu rabo, quando eu estava com o cu todo dormente ele meteu com tanta força que eu comecei gozar muito, sem parar, ele tirou o pau do meu cu e gozou na minha boca, seus amigos também me enrabaram e gozaram na minha cara, fiquei cheia de porra na cara, toda melada, ele me deu um papelote e disse que seu precisasse de mais era só voltar lá. Coloquei minha roupa e saí, fui direto pra pousada, desnorteada, quando cheguei passei por um dos caras do quarto ao lado, ele estava sozinho na piscina, e me vendo toda sem rumo falou:

- “Que noitada hein? Cadê seu marido?”

Nem respondi, ajoelhei e chupei o pau dele até ele gozar na minha boca, não tem nada que eu goste mais na vida do que chupar uma pica quando estou trincadinha, dei um beijo nele e fui pro meu quarto encontrar meu marido, quando entrei ele estava com o pau pra fora batendo uma, ele me chamou de puta e mandou chupa-lo, nem falei nada e caí de boca no pau que amo. Ele disse:

- “Minha putinha, tem um dos caras do quarto ao lado lá na piscina de bobeira.”

Respondi:

- “Já o chupei também”

Meu marido riu e socou o pau na minha garganta me chamando de vadia sem valor. Entre uma golfada e outra eu disse:

- “Mas amor, se você quiser posso bater no quarto ao lado e chupar todo mundo, você sabe que quando estou trincadinha preciso chupar muitas picas”

Meu marido não se aguentou e gozou na minha cara me dando umas tapas e dizendo que eu sou só um esgoto de porra mesmo. Ele pediu o pó e bateu uma pra mim e outra pra ele. Cheiramos. Sem me lavar saí do quarto, toda gozada bati na porta ao lado, um dos caras abriu a porta, eu disse:

- “Eu quero chupar todos vocês até vocês encherem minha cara de porra!”

Ele disse:

- “Você é uma putinha mesmo!”

Ele prontamente me puxou pra dentro do quarto, seus amigos sabiam que eu sou uma puta, novamente caí de boca em outro pau, chupei o pau de cara até ele gozar na minha boca, parecia que ele não gozava tinha tempo, porque foi tanta porra que até com o pau atolado na garganta, ainda assim, escorreu pelos cantos da boca, comecei a me limpar com a mão e chupar os dedos melecados pra não deixar perder nada, engoli tudinho, com todos vendo-me lambuzar todinha com a porra dele, logo todos me atacaram, um deles tirou meu short e minha calcinha e quando viu a tatuagem que eu tenho na marquinha, ficou incrédulo e leu pra geral:

- “Galera, olha o que essa puta tem tatuado no rabo”

E leu pra eles:

- “Sou puta, pode socar. MAS GOZA NA MINHA CARA!”

Os caras não acreditaram, um a um vieram ler pra ver se era verdade, a coisa perdeu o controle, era um tal de tapa na minha cara, cuspidas, socadas na minha garganta, no meu cu, eu batia punhetas, eles gozavam na minha cara, no meu cabelo, na minha boca, cheirávamos cocaína, a orgia seguia sem fim, foi quando meu marido entrou no quarto e falou:

- “Meu amor, agora você tem muitas rolas pra chupar e gastar sua onda.”

Todos riam. Nessa hora um cara apertava o bico dos meus seios, eu chupava outros, mamava feito uma vadia todas aquelas rolas, acariciava os sacos, logo vinha o próximo a meter em minha boquinha, agora eram nove machos deliciosos e eu, a fêmea mais puta e louca por rola e pó que pode existir, fiquei batendo punheta, chupando e levando rola, senti outro jato de porra em minha boquinha sedenta, era delicioso ouvir os gemidos de gozo deles, eu estava maluca, comecei a lamber um saco de um cara que despejou uma boa quantidade de porra na minha cara, um a um todos gozaram, todos estavam ansiosos por verem o leitinho jorrando em mim, tal minha tatuagem pedia, as porras desciam pela minha garganta, mas deixava que escorresse um pouquinho pelo canto da boca, um cara passou o dedo e colocou em minha boquinha! Que delicia! Ele disse:

– “Bebe mais cachorra, bebe porra puta!”

Essas palavras me enlouqueciam, eu mostrava a porra em minha linguinha e engolia tudo. Passei a língua pelos lábios e lambi toda a porra que escorria. Depois de beber a porra de nove homens, Meu marido se masturbando disse:

- “Eu não aguento, vem cá!”

Abaixei e ele gozou direto em minha boca, muita porra, bebi direto de sua pica, não dava tempo de colher tudo, engolia um pouco e ele me banhava o rosto com porra quente, todos alucinados gargalhavam e gritavam, um cara apareceu com uma colher e recolheu a porra que pingava do meu rosto e me ofereceu, bebi tudo. Continuaram a me foder e eu falei:

- “Só quero lembrar o seguinte, quando forem gozar, façam na minha boquinha ou na minha cara, hoje é minha noite e eu vou deixar os paus de vocês secos”

Fiquei de quatro e um meteu em minha buceta dedando meu cuzinho exposto, outro se deitou em baixo de mim e passou a chupar meus seios enquanto eu mamava outro. A putaria tomou conta de todos, e assim foi, todos me fodendo gostoso e eu gemendo alto. Senti quando um estremeceu socando na punheta e pulei nele terminando de bater a sua punheta, ele gozou em minha boquinha. Outro veio e despejou seu gozo em minha boca, era delicioso, eles vinham correndo as vezes já gozando e com porra nas mãos, bebia e lambia tudo. Outro veio gozar em minha cara, não fez a menor questão de gozar em minha boca, espalhou porra pelo meu rosto inteiro, deixando-me suja e irreconhecível de porra, esse cara me deu uma gozada fantástica. Foi à vez de outro foder minha bunda alucinado me chamando de puta sem vergonha, fodeu com força, tirou a rola e socou em minha garganta urrando de prazer, a porra escorria pelos meus lábios, enquanto isso, se revezavam em minha bunda, eu já tinha perdido as contas de quantas vezes havia gozado deliciosamente, eles socavam gostoso suas pirocas na minha boca, no meu cu, na minha buceta, me batiam e me xingavam. Um deles ficou batendo punheta na minha cara, comecei a lamber suas bolas, enquanto outro metia em minha buceta, ele despejou em meus seios toda a sua porra acumulada, me virei pra outro e tomei no cu de quatro, que delicia! Meu marido veio de novo e pediu para chupá-lo, mamei sua rola e entre golfadas dizia que o amava. Gozei como uma louca, meu marido ouvindo meus gemidos chupando seu pau me deu seu leite mais uma vez, direto na boca, que delicia! Logo outro colocou a rola em minha boca, gozou uma porra já ralinha, mas quentinha. Um deles olhou pro meu marido e falou:

- “Cara ver um corno apaixonado liberando a sua mulher para assistir ela ser arrombada e toda gozada por tantas picar é demais!”

Meu marido estava irreconhecível, ele me ajeitou para outro comer minha bunda! O cara metia a rola no meu cu e falava:

- “Isso corno, ajuda, separa a bundinha dela, que vou arregaçar todinha.”

E continuou enfiando a rola que ia deslizando dentro do meu rabo, gemi e gozei sem nenhum pudor, era delicioso, confesso, ver meu homem, meu marido, se deliciando com minha bunda sendo arregaçada por tantos homens era gostoso demais, o cara que socava no meu cu já metia sem dó batendo em minha bunda, puxando meus cabelos, cuspindo em minha cara e me esbofeteando o rosto. Adoro apanhar! Trincadinha chupando rolas e tomando no cu então, nem se fala! Eu saltava feito uma cadela, outro veio e gozou em meu rosto, depois em seguida outro gozou em meu rostinho todo melecado. Já não conseguia mais pensar direito, eu só gemia muito e gozava feito uma cadela. Meu rostinho estava branquinho de porra que escorria pelos seios e barriga. Outro enfiou a rola em minha boquinha, mamei só um pouquinho, não conseguia parar de pular na vara que rasgava o meu cu, estava delicioso tomar no cu daquele jeito, logo ele se derramou em porra me chamando de puta, dizendo:

– “Toma vagabunda, toma safada, cadela como você tem que ficar branquinha de porra mesmo, todo dia, toda hora, toma sua égua filha da puta.”

Um cara gritou olhando pro meu marido

– “Abre o rabo dela corno, quero meter forte nessa piranha”

Ouvir essas coisas me deixava louca, gozava safadamente, meu cuzinho não tinha dono, me sentia uma piranha de zona, como naquela noite no salão da festa do Diego. Estava eu ali, levando rola dura e grossa no cu e banhada de muita porra. Todos se satisfizeram, já não aguentavam mais. Eu e meu marido fomos pro nosso quarto. Deitei-me com meu corpo todo melado de porra daquele batalhão de machos. Meu marido ainda me fez chupar o pau dele por um tempão falando sobre o acontecido e só depois dormimos.

É claro que no dia seguinte quando acordamos eu e meu marido tivemos uma briga, ele me chamando de vadia, dizendo que ia se separar de mim porque eu era muito vadia. Sempre perco a paciência, é obvio que ele me adora do jeitinho vadia que eu sou, se eu não bebesse tanta porra, de tantos homens diferentes, aí sim eu acho que ele me largaria. Fato é que não tenho saco pras crises morais do meu marido. Depois de gozar infinitas vezes me vendo satisfazendo outras rolas ele querer vir com esse papinho pra cima de mim, não cola. Virei às costas e fui tomar banho, saindo do banheiro coloquei meu menor biquíni, atochei um shortinho no rego e fui pra praia. Chegando lá eu me senti nas nuvens vendo o tanto de homens naquela praia, logo um dos nossos vizinhos apareceu e rindo perguntou-me em tom de deboche:

- “E o maridão? Deixou-te vir assim toda gostosa pra praia?”

Respondi:

- “Nem te conto, brigamos por causa de ontem, ele goza horrores e depois quer vir de merda, fala sério, se casou comigo, ou me banca ou pula fora, que se foda ele, eu vou mais é me divertir.”

O vizinho respondeu:

- “Entendi, pois então seus problemas acabaram por hoje, tô cheio de pó aqui, estou indo pra uma rave, se quiser ir, pica e pó não vai faltar pra você, quer ir?”

Levantei, empinei bem a bunda e falei:

- “Tô precisando de muitas picas e pó mesmo, ou eu bebo muita porra hoje, ou vou ficar depressiva. Hoje eu quero esquecer meus problemas e me divertir... Vai ter muita pica e pó mesmo?”

Ele deu uma tapa na minha bunda e disse alisando a rola:

- “Homens é pó não vai faltar nessa festa!”

Saímos andando, entramos no carro dele, ele esticou duas carreiras, ele cheirou primeiro e me passou a capa do CD. Depois deu cheirar ele tirou o pau pra fora e falou:

- “Você não se importa de ir chupando meu pau enquanto eu dirijo?”

Nem respondi, cai de boca e fiquei fazendo o gengival na rola, só quem cheira pó sabe que essa droga foi feita pra mamar rola. Ele demorou um pouco a gozar, mas quando gozou me entupiu de porra, como eu gosto muito de chupar rola, fiquei chupando a pica dele, mole mesmo, até chegarmos a rave. Quando chegamos meu vizinho foi conversar com uns caras e eu fui logo dançar rebolando bem a minha bunda, nisso dois homens começaram a dançar junto comigo, dai o clima começou a esquentar eles começaram a falar:

- “Nossa como você é linda e gostosa rebolando esse rabo delicioso!”

Eu que não tenho paciência pra xaveco, passei logo a mão na pica dos dois, por cima das calças e falei:

- “Linda eu sou mesma, mais sou bem mais vagabunda do que linda.”

Eles me puxaram pra um canto e começaram a passar as mãos por todo meu corpo. Ajoelhei-me no chão e tirei os dois paus para fora das cuecas, comecei a chupar bem gostoso. Um deles me colocou de quatro, começou a meter na minha buceta e eu disse:

- “Nossa que pica deliciosa , mete, vai gostosão”

Daí o outro pegou e começou a bater com a piroca na minha cara e perguntou:

- “Posso meter no seu cu?”

Eu respondi:

- “Se ficar pedindo não, ou mete ou não mete, detesto homem frouxo.”

E cai de boca na rola dele falando:

- “Me usem come quiserem, sou só uma puta mesmo, só sirvo pra beber porra de caralhos, quaisquer caralhos, pelo menos foi isso que o corno do meu marido me falou agora pouco.”

Ele tirou o amigo da minha buceta e começou a meter no meu cu que estava todo molhado pela baba da minha buceta encharcada. Comecei a gritar de tanto prazer, com um pau no cu e outra na boca, até que rapidinho eles gozaram em minha boca! Fiquei com um pouco de remorso, passei pelo cara da pousada, perguntei se ele podia me arrumar um pouco de cocaína pra ficar comigo, ele olhou pra mim e falou:

- “Vou ser bem sincero com você, não vou conseguir gozar agora de novo bicudo como eu estou, mas você é muito puta pra levar meu pó de graça”

Antes que ele terminasse a frase eu falei:

- ”Vem aqui comigo e mija na minha boca, o que você acha, vale um pouco de pó dar uma mijada na minha cara?”

Ele muito filho da puta falou:

- ”Já que tu é tão vadia vou chamar uns amigos pra mijar em você também.”

Eu falei:

- “Pode chamar quem quiser, se eles quiserem gozar também, tudo bem, eu sou só um esgoto de mijo e porra mesmo!”

Ele me deu um tapa na cara e me levou pro banheiro masculino, quando entramos ele falou:

- “Aí galera, vamos mijar nessa vadia aqui, e quem quiser pode gozar nela também, essa putinha faz qualquer coisa por pó”

Eu me ajoelhei, abri a boca e comecei a alisar os sacos que se ofereciam pra mim, meu vizinho foi o primeiro a mijar na minha cara, logo outros se juntaram a ele, era um tal de pica mijando e gozando em mim que até esqueci o remorso, fiquei ali por quase uma hora sorvendo mijo e porra, ajoelhada num banheiro sujo, gozei nem sei quantas vezes, quando acabei, peguei o pó e fui pra casa, feliz e com remorso, por ter me vingado do meu marido corno, que não sabe o que quer, peguei um taxi e fui mamando o taxista só pensando em fazer as pazes com o meu marido. Quando eu cheguei na pousada ele estava chorando, me abraçou e disse que me amava, mas sentia muito ciúmes, e claro sentiu o cheiro da porra e do mijo em mim, me olhou no rosto e me viu toda gozada e mijada e falou:

- “Amor, você não me alivia nem quando brigamos, você tá toda gozada e mijada, me diz ai quantas picas você serviu nessas quatro horinhas que você ficou fora?”

Alisei a pica dele que já estava dura e falei:

- “Amor, para de bobagem, você gosta que eu seja uma putinha suja, já tá até de pau duro, deixa eu te chupar e te contar quantas picas gozaram e mijaram em mim, sua putinha ficou ajoelhada dentro de um banheiro imundo sorvendo porra e mijo de todas as picas que quiseram fornecer”

E comecei a chupar meu marido. Passamos o resto do dia no quarto, eu cotando minhas safadezas e meu marido gozando muito ouvindo.

No dia seguinte fomos à praia em frente à pousada e ficamos bebendo uns drinks. Eu estava usando apenas um biquíni fio dental. Dois caras sentaram perto da gente, fiquei dando uns beijos bem safados no meu marido, com muita língua vazando pra fora da boca e olhando pros caras, fiquei me esfregando no meu amor e fazendo caras e bocas pros desconhecidos. Levantei e fui ao banheiro, quando voltei vi que os dois caras haviam ido embora. Voltamos pra pousada, me banhei e fiquei só de calcinha. De repente batem na porta, meu marido abre e era o trafica perguntando se queríamos mais cocaína, que delicia! Ele foi entrando sem ser convidado e a me ver só de calcinha se aproximou me dando um beijo no rosto, eu encostei meus peitinhos nele e comecei a falar besteiras no ouvido dele:

- “Eu tô louca pra chupar um pinto, quero beber leitinho.”

Ele tirou aquela vara grande pra fora e mandou que eu mamasse. Meu marido ficou puto, olhou na minha cara, bateu a porta e saiu. Falei pro trafica com a boca cheia de pau:

- “Goza rapinho que tenho que ir atrás do meu marido.”

Chupei por uns três minutos e o traficante encheu minha boca de porra, pedi pra ele deixar o pó e ir embora. Quando ele saiu atochei um shortinho no cu e sai correndo atrás do meu marido, o encontrei na piscina com cara de poucos amigos e falei:

- “Para de bobeira amor, ele já foi embora, veio só deixar um pouco de pó pra eu brincar com você.”

Meu marido falou revoltado:

- “Amor, eu te amo, mas assim não da, eu até aceito suas putarias, mas que seja de vez em quando. Porra! Toda vez que você vê um homem você tem que chupar o pau dele?”

Eu ri e disse:

- “Amor, eu te amo, mas você sabe que eu não posso ver pau!”

Ele respondeu saindo andando:

- “Me da um tempo, não sei se consigo viver desse jeito.”

Não entendo meu marido, sei que ele adora a vadia que eu sou, mas fica nesse misto de tesão e culpa, enfim, voltei pro quarto, tomei um banho bem demorado e coloquei uma blusinha curtinha, um dos meus milhares shortinhos atochados, uma tanguinha bem pequena, adoro, vagabunda que se presa só pode usar dessas. Sai e fui dar um rolé, chegando a praia encontrei alguns dos nossos vizinhos e ficamos de papo. Na verdade ficamos no maior amasso, os caras apertavam minha bunda, sarravam meus seios, apertavam suas picas contra mim, me virei de costas e esfreguei uma das picas no meio da minha bunda atochadinha naquele shortinho ínfimo que marcava muito a minha calcinha fio dental, era uma delicia, eu levantava na ponta do pé pra pica encostar melhor na minha bundinha, assim ficamos por um tempo, mas resolvi ir atrás do meu marido, antes de sair eles me falaram que estavam voltando pra rave. Andei uns passos e não acreditei no que eu vi, meu marido estava conversando com uma mulher, todo sorridente, todo se mostrando, peguei uma reta e parti pra cima dele falando alto e revoltada:

- “Que porra é essa? Quem é essa piranha que você tá conversando”

A vadia nem respondeu nada, virou as costas e saiu andando, eu segurei o rosto do meu marido e falei decisiva:

- “Acabou! Eu não sou igual a você, meu homem tem que ser só meu, não pode ficar se engraçando pra outras, meu homem tem que me ser fiel até na punheta, acabou! Vou procurar um homem que me banque, que me aceite como sou, sem as sua neuroses, preciso de um homem que só tenha tesão em mim e goste de me ver com vários outros, mas sem culpa, ou vingancinha. ACABOU!!!”

Virei às costas e fui embora andando revoltada, meu marido veio correndo atrás de mim e chorando falou:

- “Amor, não faz isso! Você é a mulher da minha vida, eu não tava fazendo nada, quem faz é você, para com isso e vamos conversar”

Continuei decisiva:

- “Não me chama de amor não, não tenho culpa de você gostar de me ver com outros homens, quem gosta e sente culpa é você, então que fique bem claro, homem meu não toca nem punheta pra outra mulher, se quer ficar comigo tem de ser sem ficar de gracinha pra mulher nenhuma, e muito menos com culpinha moral depois de ficar cheio de tesão de me ver sendo a vagabunda das picas, e para de me seguir, quero ficar sozinha!”

Acenei pra um taxi e deixei-o chorando na rua. Dentro do taxi pedi pro taxista me levar pra mesma festa rave que eu havia ido no dia anterior, a mesma que os vizinhos haviam me dito que estavam indo. Chegando lá os homens já me comiam com os olhos, mesmo assim fui ao banheiro dar um teco, bati uma e voltei pra festa já com aquela vontade de chupar rola, o primeiro cara que passou por mim eu patolei, passei a mão na pica dele por cima da calça e falei que estava doida pra chupar piroca, o cara ficou meio sem ação, me olhando por alguns segundos e falou:

- “Tem que ser rapidinho, minha namorada tá logo ali”

Não perdi tempo e saí puxando ele pelo braço até um cantinho com pouca gente, ele me empurrou contra a parede, me pôs de costas pra ele e apertou o meu rabo com as duas mãos, segurando cada banda e as abrindo. Mas como sou uma putinha suja que não pode cheirar cocaína sem chupar rola, me ajoelhei e passei a língua na cabecinha da rola dele, meti tudo na boca e mamei muito, igual uma bezerrinha, ele gemeu e falou que ia gozar, ai chupei mais rápido e fiquei esperando o leitinho que tanto adoro tomar, ele gozou muito, não parava de jorrar sua porra fedida de cheiro forte na minha boca, bebi tudo e ainda apertei pra sair aquele ultimo leitinho, ele levantou, botou o pau pra dentro das calças e saiu apressado. Quando olhei em volta vi que tinham uns meninos me olhando, fiquei ali ainda ajoelhada, numa de ver o que rolava, um dos meninos veio em minha direção e meteu a pica na minha boca, depois de uma breve mamada, senti que ele estava pronto pra gozar e humm... esporrou na minha boca, bebi tudo, ele não foi embora, ficou mais um tempo com a pica na minha boca, ela foi ficando mole, mas ainda saindo leitinho, bem mais ralo é verdade, depois disso ele foi embora. Levantei e fui pro meio da muvuca, um dos caras do quarto ao lado, o que tinha me levado pro banheiro dessa mesma rave no dia anterior, apareceu trincadaço e falou no meu ouvido enquanto alisava a minha bunda:

- “E aí vadia, vamos voltar pro banheiro masculino? Quero te esculachar igual a ontem!”

Eu respondi:

- “Porque não! Se queres vamos nessa”

Ele me puxou em direção ao banheiro, entramos e ele tirou a caralho pra fora e meteu na minha boca, eu mamei, depois ele abaixou meu shortinho, só um pouco, afastou minha calcinha pro lado, adoro, e meteu de uma só vez no meu cuzinho, eu estava gemendo gostoso e tentando me equilibrar com o short entre as pernas quando percebi um homem a me olhar, meu algoz que metia com raiva, olhou pro cara e falou:

- “Se quiser pode usar a boca dela”

O cara tirou o pau para fora, meteu na minha boca e começou a foder-me como se fosse uma buceta, ele enfiava tudo até a minha garganta e me segurava, eu não conseguia respirar, a baba começou a escorrer pelos cantos da boca, quando ele tirou quase vomitei, eles riram e trocaram de posição, o estranho meteu no meu cozinho e começou num vai e vem rápido, até que descarregou sua porra nas minhas costas, meu vizinho de quarto e algoz me fodia a boca quando a porta voltou a abrir, entrou outro homem, ele olhou para mim e eu disse:

- “Pode me usar como quiser, eu sou só uma putinha suja de banheiro”

Ele não se fez rogado, meteu o caralho na minha buceta e começou a foder com força, a porta voltou a abrir e entrarão mais dois que se juntarão a festa. O que estava a foder me a bucetinha gozou na minha cara e foi embora, meu vizinho e algoz me fodia novamente o cu enquanto outro fodia minha boca sem a menor pena de mim, eu estava a gozar que nem uma puta! A porta abriu e entrou mais um homem, meu algoz tirou o pau do meu cu e veio meter na minha boca até ejacular todo o leite na minha boca, o outro fez o mesmo, mais um cara entrou no banheiro e vendo aquela orgia nem esperou por um aceno positivo, tirou o pau para fora o meteu na minha boca num vai e vem, não demorou muito pra eu engolir mais leite quente. Quando estava pra sair do banheiro à porta voltou a abrir e mais dois marmanjos entram, me vendo toda esporrada na cara, nos cabelos e nos cantos da boca, disseram queriam também. Eu disse:

- “Podem vir, eu sou muito vadia e gosto de ser bem usada.”

Um deles me agarrou pelo cabelo e meteu o pau na minha boca o outro meteu na minha buceta, me foderam por uns cinco minutos de forma brutal, com toda a força exporraram na minha boca e na minha cara. Quando achei que finalmente ia sair, entraram mais três caras e eu voltei a ser bem fodida por eles, sai de lá com os buracos todos cheios de porra, com a cara toda melada e feliz. Entrei no banheiro feminino, me ajeitei, bati mais um teco, liguei pro meu marido, ele atendeu chorando e eu falei:

- “Amor, desculpa-me, eu te amo, vem me buscar, tô toda gozada, se eu for pra casa sozinha só deus sabe mais quantos paus vou ter que chupar.”

Ele ainda chorando respondeu:

- “Também te amo amor, vou te buscar, tenta não chupar mais nenhum pau até eu chegar ai.”

Respondi:

- “Então vem rápido, estou trincadinha de pó e você sabe como fico louca por pau desse jeito”

Desliguei o telefone e fiquei esperando, ele começou a demorar, então dei mais um teco e voltei pro banheiro masculino, encostei ao lado do mictório e segurei na rola de um cara que estava mijando. Que delícia! Cheia de veias, forte, quente. Abaixei e ele começou a socar a pica na minha boca, babei muito nela sentindo aquele gosto de mijo, deixei a cabeça bem molhada, mas tinha que ser rápido, era apenas uma gozada, meu marido podia ligar a qualquer momento, não deu outra, meu marido ligou enquanto eu chupava o cara, atendi com a rola na boca e falei abafada:

- “Amor, como você demorou, estou chupando um pau mijado no banheiro masculino, vou beber esse leitinho e já vou te encontrar.”

Meu marido respondeu que tudo bem, que estava me esperando, era isso ou brigar mais... O cara que eu estava chupando não aguentou me ver ajoelhada chupando seu pau mijado, falando ao telefone com meu marido e gozou litros na minha cara e boca, sujando meus cabelos e até o meu celular, só de sacanagem limpei a porra do celular com a língua, olhando nos olhos dele, depois que ele foi embora eu levantei o fui de encontro ao meu marido. Quando cheguei ao carro, meu marido já foi logo tirando a rola totalmente dura pra fora e mandou-me o chupar. Adoro quando meu marido para de merda e fica cheio de tesão com as minhas aventuras, e foi o que aconteceu, chupei meu marido contando tudo pra ele e ele gozou horrores na minha boca. Depois disso voltamos numa boa pra pousada. Entramos no nosso quarto e fui tomar um banho de princesa, pra me recompor. Passei o dedo no meu cu e na minha buceta e senti aquela gosma branca escorrendo de dentro pra fora de mim, gozei só de tocar o meu clitóris. Sai do banheiro, bati um teco pra mim e outro para o homem da minha vida. Falei que queria mais rola, disse pra ele que não adiantava ficar putinho comigo, que se bobear ele tem mais tesão do que eu, ele riu e falou:

- “Amor, eu te amo”

Falei que então íamos sair e aprontar a vontade, mas que se ele ficasse de merda depois seria o fim. Falei que íamos voltar pra festa, que ele ia me ver em ação no banheiro. Arrumamo-nos, eu como sempre, atochei uma calcina no rego, botei um mini shortinho e um top e fomos pra festa. Chegando lá, fui logo levando ele ao banheiro. Entramos e eu já dou de cara com dois carinhas no mictório. Encostei ao lado de um e segurei seu membro, olhei pro meu marido abaixando pra mamar o cara. O cara foi logo enfiando a rola mijada na minha gargatinha sedenta, eu fui engolindo aquela rola sem dificuldades. O cara ficou enlouquecido. Bombou rápido e esporrou na minha boca. Senti a porra sendo derramada dentro da minha boca. Outro cara enlouquecido com a cena disse que também queria esporrar em mim. Não deu outra. Senti a porra quente jorrando na minha cara. Meu marido só assistia. Olhei pra ele falei que não estava satisfeita, que eu queria um macho para me fazer de puta submissa e encher-me a garganta de pica fedida. Gosto de ser uma fêmea submissa pros machos. Saímos do banheiro, eu e meu marido, eu toda esporrada. Meu marido perguntou-me seu eu estava gostando e eu respondi:

- “Amor, você sabe que eu adoro ser a fêmea de vários machos, lamber os caras todos e fazer o que eles mandarem.”

Voltamos a meiuca da festa e um dos caras do quarto lado me viu e foi logo me puxando pra um canto e ficando só de cueca, reparei que a cueca estava amarelada de pingos de mijo, eu comecei a lamber a cueca do cara na frente do meu marido e sentia cada gota de mijo melado naquele pano que cobria o pau que eu tanto queria chupar. Nosso vizinho percebendo que eu estava curtindo lamber sua cueca suada e com cheiro de mijo, deu uma cuspida forte na minha cara, seguida de um tapa estalado na minha cara e disse:

- “Toma vagabunda, agora você vai satisfazer seu macho.”

Ele me mandou engatinhar e disse em tom autoritário:

- “Quero você de quatro, com esse cu bem empinado.”

Fiquei enlouquecida de tesão, engatinhando no meio da festa, completamente submissa e olhando pro meu marido. Meu amor percebeu que eu ia obedecer aquele macho e que não tinha mais volta, ou ele me aceitava como eu sou, ou ia ficar sozinho. Meu vizinho algoz sentou num sofá que havia ali fora, eu fui engatinhando até o meio de suas pernas. Eu chupava a pica, cheirava o saco, sem nem me importar que todos estivessem vendo, sempre dava um jeito de olhar pro meu marido. O cara segurou minha cabeça com força e empurrou até seu saco, dizendo:

- “Cheira puta.”

Cheirei o saco dele, lambi e beijei. Ele mandou encostar o rosto no chão e assim o fiz. Mais que rápido ele começou a passar a sola do pé dele na minha cara perguntando o que eu queria. E eu toda submissa na frente do meu marido, e de toda aquela gente, Pedi:

- “Eu quero a sua porra meu macho.”

Dito e feito, ele enfiou a rola na minha boca com força. Deixei a pica dele toda babada, ele segurou a pica empinada para cima e disse:

- “Senta vagabunda!”

Cavalguei naquela rola feito uma louca. Perdi o controle. Pulava e deslizava a pica dele inteira pra dentro da minha racha de vadia sem valor. Ele apertava meus peitos, dava tapas na minha cara, até que me colocou empinada no sofá, com o rabo bem aberto e caiu de língua. Chupava-me com a boca e me chamava de vagabunda, de puta e dizia que ia judiar do meu cu. Depois me mandou ficar de quatro olhando pra a cara do meu marido. Assim fiz, no que olhei pro meu marido, levei um tapa na cara e uma bela cuspida, ele disse:

- “É porra que você quer não é?”

Acenei com a cabeça. Ele gozou tanto na minha carinha de puta que quase me afoguei. Delicia de macho, ele deu uma cuspida na minha cara e disse:

- “Vem comigo que vou bater uma pra você ficar bem trincadinha e depois vou te fazer uma fêmea de verdade.”

Confesso que estava ficando com um pouco de medo, mas esse medo somado ao meu marido ali assistindo tudo me dava muito tesão. Nosso vizinho dominador bateu um teco pra mim e deu as coordenadas:

- “Você vai andando na frente, e olhe para todos os machos, provoque, quero ver você andando e causando desejo. Aproveita que seu marido tá quietinho aqui do lado e anda rebolado bem esse rabo sua vadia de merda, quero te ver servindo rolas. Eu mando e você obedece, entendeu puta?”

Fui andando na frente como ele havia mandado. Quando eu olhava para trás, via que ele estava a certa distância, falando com meu marido, mas não deixei de obedecer e andei toda empinada, indo direto para onde havia um aglomerado de machos. Logo senti uma mão passando pela minha bunda e procurando meu cu. Nisso, meu marido veio pela minha frente e começou a me beijar no meio de daqueles caras. Meu algoz me puxou do meu marido e me mandou empinar o rabo para trás e falou:

- “Se prepara vagabunda que eu vou te fazer uma fêmea como nenhum macho nunca fez. Você vai sair daqui pingando porra e eu vou judiar de você depois.”

Amoleci ainda mais e empinei a bunda para trás. Senti que alguém pôs as mãos na minha cintura, não consegui ver direito, pois estava enlouquecida, estava pingando de tesão. Senti o corpo do cara de trás colar no meu. Quando percebi ele estava todo dentro da minha bucetinha, fodeu-me num ritmo enlouquecido. Eu estava molhada. Senti a pica inchar dentro de mim, e gritei:

- “Goza na minha cara, enche-me de porra!”

Na hora, o cara suspirou forte eu senti seu pau pulsando. Senti a porra dele escorrer pelo meu rosto e molhar-me ainda mais. Meu marido não se aguentou e veio tocando uma punheta despejar seu sêmen em minha boca, sorvi tudo e disse com a boca cheia de porra que o amava. O cara que acabara de gozar alguns segundos antes do meu marido falou:

- “Que delicia de Puta.”

E me fez chupar seu pau esporrado. Enquanto eu mamava sua pica senti outro colando atrás de mim, o outro safado enfiava-me a pica. Não demorou muito e o cara soltou a porra dele dentro do meu rabo. Eu olhava nos olhos do meu marido. Cavalguei mais um pouco meu cu na pica do cara e ajoelhei no meio das suas pernas, fui lamber seu saco que estava branco da porra que havia escorrido do meu cu. Ele passou o dedo no saco recolhendo a porra e enfiou dentro da minha boca, dizendo:

- “Nada de deixar porra escorrer.”

Claro que não deixei. Fomos para outro ambiente da festa e um cara abriu meu rabo com as duas mãos e bombou sem dó me enchendo de porra. Rapidamente meu vizinho algoz dominador me puxou pelo braço dizendo:

- “Vamos pro banheiro que puta que nem você tem que servir é em banheiro sujo.”

Quando entrei no banheiro eu vi uma camisinha usada no chão, não sei o que me deu, mas eu abaixei e peguei a camisinha, tinha muita porra nela, porra grossa e amarelada, sem pensar muito olhei pro meu marido que estava sempre por perto, com um sorriso no rosto comecei a espremer a camisinha na minha boca, senti a porra escorrer pra dentro, foi uma sensação deliciosa, a porra escorria pela minha língua e eu senti ela escorrendo pela minha garganta, indo para o meu estomago, meti a língua dentro da camisinha e fiquei lambendo, até que botei ela toda na boca e falei olhando pro meu marido:

- “É chicletinho de porra.”

Tomei um tapa na cara do meu algoz da pousada, seguido de um sonoro “VAGABUNDA!” e ele me deixou ali sozinha com o meu marido. Saímos dali, eu e meu marido fomos tomar uma cerveja e dar um teco. Tomei duas latinhas junto com meu marido, quando estávamos pedindo uma terceira cerveja outro cara da pousada apareceu, olhou pra mim, tirou o pau pra fora e começou a mijar dentro da latinha de cerveja e me deu a lata dizendo:

- “Toma essa latinha de mijo e bebe enquanto eu vou socar minha pica nesse seu rabão gostoso.”

Fiz o que ele mandou, saímos dali, eu, meu marido ele. Eu fui andando e tomando o mijo dele na latinha. Adoro! Ele me levou prum canto, me fez apoiar um dos braços na parede empinando bem o rabo pra ele me foder. Ele fudeu meu cu sem dó. Ao nosso lado, meu marido e vários outros caras olhavam ele me enrabando enquanto eu dava golinhos na latinha de mijo, passava a língua nos lábios olhando pra todos eles. Eu gemia como uma puta e sentia meus fluidos escorrendo pelas minhas pernas. Um cara com um pau gigantesco se pôs ao meu lado, não resisti e matei a latinha num gole só, liberando a minha mão, soquei na punheta aquela rola deliciosa, acabamos fodendo os três. Eles ficaram me revezando, me virando, um segurava meu rabo, outro fodia. Nisso nosso vizinho falou:

- “Vamos voltar pra pousada, vou ligar pros meus amigos pra gente aproveitar essa puta hoje.”

Molhei-me ainda mais ao ouvir isso. Ele falou pra eu e meu marido irmos a frente, pra que eu pudesse tomar um banho e ficar bem putinha pra eles, que já-já ele ia chegar com muitos amigos pra me arregaçar. Eu e meu marido saímos andando em direção ao nosso carro, eu caminhava sentindo a porra vazar. Quando entramos no carro demos mais um teco, voltei até a pousada chupando a pica meia bomba do meu marido, com muito tesão. Chegamos e eu fui tomar banho, depois botei uma calcinha fio dental, saltos altos e falei pro meu marido que iria assim pro quarto deles. Meu marido meu deu um beijo e disse que eu estava lindo e perguntou se eu não estava exagerando, respondi:

- “Amor, já conversamos sobre isso, para de bobagem e curte, eu sei que você gosta muito deu ser uma putinha de quaisquer paus.”

Meu marido olhando pro chão acenou, visivelmente sem convicção, não dei a mínima e me dirigi à porta ao lado perguntando:

- “Você vem comigo?”

Meu marido veio junto, quando entramos no quarto dos nossos vizinhos, no meu primeiro passo já levei um tapa forte na cara de um deles e ouvi:

- “Aqui dentro só de quatro, rebolando esse rabo empinado.”

Fiz o que meu macho mandou. Tinham dois sentados no sofá, engatinhei até eles e lambi os sacos deles, fiquei sentindo o cheiro dos sacos suados deles e brincando com suas rolas moles de tanto pó que eles haviam cheirado, logo um ordenou:

- “Fica de Joelhos e de boca aberta sua vagabunda.”

Assim o fiz e senti dois jatos de mijo entrando em minha boca. Tomei o que pude, levei mijo na cara, no peito. Eles esvaziaram seus paus em mim. Outro veio e mandou-me apoiar as mãos na parede e empinar bem o rabo. Ele chegou minha calcinha pro lado e encaixou seu pau, demorou um pouco e logo senti uma sensação maravilhosa. Ele estava mijando dentro da minha bucetinha, seu pau foi ficando mais duro e ele começou a socar até encher-me a buceta de porra. Vazava mijo e porra de dentro de mim. Outro cara me pegou pelos cabelos e esfregou minha cara no chão, me melecando de mijo e porra que haviam escorrido de mim, depois cuspiram em mim, nisso o telefone do quarto tocou. Não sabia o que estava por vir, olhei pro meu marido e disse:

- “Amor, acho que vou ter que dar conta de mais alguns amigos deles.”

Continuei de quatro engatinhando pelo quarto, ouvia risos. Além de todos eles chegaram mais seis machos, eu de quatro, só com uma calcinha toda enfiada no meu rabo e de saltos altos. Um deles me chamou como se chama uma cadela e eu fui engatinhando até ele que, me segurou pelos cabelos e me deu uma surra de pica na cara dizendo:

- “Olha só essa vagabunda pessoal, ela curte dar o rabo e ficar cheia de porra, por isso chamei vocês, vamos arregaçar essa vadia.”

E falando isso enfiou sua pica em minha boca, nisso eu já senti um de seus amigos vir por trás puxando o fiozinho da calcinha pro lado, ele deu uma cuspida no meu cu e enfiou sua rola sem dó. Gozei na hora, o cara que eu estava chupando pisou na minha cara com a sola de seu sapato, dei um jeito de ficar lambendo aquela sola, o outro que estava me socando o cu me segurou pela cintura fodendo fortemente e gozou, outro veio enfiando a jeba no meu rabo. Que delicia! Euzinha no meio daqueles machos todos. Um deles me pegou de jeito e disse:

- “Olha isso pessoal, essa puta é muito submissa.”

Abriu minha boca com suas mãos e cuspiu. Tomei desesperadamente, os outros riram. Todos começaram a cuspir dentro de minha boca, a bater na minha cara, a esfregar as mãos em meu rosto, eram muitas mãos fortes e ásperas em contato com meu rosto. Levei outro tapa forte. Eles estavam afim de judiar de mim. Um deles esticou uma carreira enorme e trouxe pra eu cheirar, cheirei de uma só vez e voltei pros trabalhos sexuais. Eram vários machos, meu marido e eu a disposição de todos eles. Um deles sentou numa poltrona e me jogou no colo dele, fiquei de frente para ele que socou a pica sem dó, batendo em minha cara, apertando meu peito, me fazendo gemer. Senti outra cara forçando a cabeça da pica em meu cu que já estava ocupado por outra rola, ele foi forçando até a dupla penetração anal ser consumada, eu estava com duas rolas no cu ao mesmo tempo, gemi alto e levei outro tapa na cara. Gemi mais ainda e levei outro tapa na cara. Outro cara que estava ao nosso lado na poltrona, pegou suas bolas e esfregou na minha cara, dizendo:

- “Cheira meu saco vagabunda, assim você relaxa e abre mais esse rabo pros meus amigos”

Fiquei cheirando o saco fedido dele, que delicia! Cheiro de macho! Gemi lambendo aquele saco suado e levando duas rolas no cu, levei outro tapa na cara. O outro cara enfiou suas duas bolas na minha boca a ocupando inteiramente. Todos riam, menos o meu marido que me olhava incrédula, tirei as bolas da boca e mandei um beijinho pro meu marido e falei:

- “Fico evitando falar isso, amor, mas você é muito, mais muito corno mesmo!”

Todos caíram na gargalhada e meu marido saiu do quarto puto, não dei à mínima e continuei rebolando e cheirando saco suado. O cara que eu estava chupando o saco riu e me deu dois tapas fortes na cara. Eu estava plena com aquelas duas rolas no rabo. Os dois tiraram suas rolas ao mesmo tempo do meu cu e mandaram que eu ficasse de quatro no centro da sala. Assim o fiz. Todos começaram a revezar na minha boca. Vinha um e bombava até esporrar e saia para o outro meter na minha gargantinha submissa. Eu não parava de gozar. Depois que todos gozaram me deixando branca de porra, me mandaram deitar no chão e ficaram pisando na minha cara, depois de me humilharem bastante bateram outra carreira enorme pra mim, a qual eu cheirei rapidamente, eles estavam exaustos, cheios de pó nas ideias, mas mesmo assim fiquei chupando seus paus moles, brincando com eles na minha boca, gastando minha onda lambendo e acariciando aqueles mastros, enquanto eles descasavam, fique assim por mais de uma hora, cheirando cocaína e rolas moles, adoro, como sou insistente e viciada em chupar paus, depois de um tempo umas picas começaram a dar sinal de vida. Um deles me colocou novamente de quatro com a cara no chão, ficou sobre mim e fudeu minha buceta. Eu gritava de tanto prazer, não estava aguentando, pedi que me jogassem suas cuecas fedidas de porra e mijo, eles jogaram rindo e me chamando de vadia, dai eu fiquei tomando pau na buceta e lambendo aquelas cuecas suadas com cheiro de machos e olhando pra eles, eu escancarava a língua e esfregava as cuecas nela, uma a uma, eles não aguentaram e me enfiaram de cara nelas, ficaram pisando na minha cabeça me esfregando de encontro as cuecas com cheiro de pau, de rola suada, de macho. Rapidamente a maioria já estava de pau duro de novo e começaram a revezar em mim outra vez. Eles metiam na minha boca, na minha buceta, no meu cu, me faziam cheirar suas cuecas, me pegavam de qualquer jeito e me machucavam, uns apertavam meus seios, outros pisavam em minha cara, e eu só gemia e gozava. Um deles resolveu mijar no chão e esfregou minha cara no mijo, logo outros me pegaram pelos cabelos também esfregaram minha cara no chão, eles mandavam eu lamber o chão e limpar o mijo e os restos de porra que haviam sido desperdiçados por mim. Eu não parava de gozar sendo socada de rolas em todos os meus buracos, lambendo cuecas, lambendo o chão todo mijado e gozado, sendo pisada, apanhando na cara, eu estava com muito tesão. Eles não aguentavam mais foder, mas como o pó não acabava ninguém pensava em dormir, então voltei a ficar fazendo carinho nos seus paus moles, chupava um, ora outro, dava mais um teco, chupava mais, dava outro teco, alisava os sacos, não conseguia parar de brincar com todas aquelas rolas, eu gosto tanto de rola, que até moles elas me dão prazer, saber que aquelas picas moles podem endurecer na minha boca, na minha mão, a qualquer momento, me faz não parar de brincar, mas dessa vez não consegui endurecê-los de novo e me mandaram ir embora. Quando entrei no meu quarto meu marido estava com cara de poucos amigos, não dei à mínima e comecei a chupar o pau dele e falar:

- “Amor, eu não sei o que está acontecendo comigo, fiquei lá essa ultima hora chupando e alisando o pau deles todos e não consegui deixá-los duros de novo, até aí tudo bem, fiz todos gozarem varias vezes e você sabe que adoro chupar até pau mole, mas você acredita que eu estava lá brincando com a rola deles e eles me mandaram embora, tô muito carente, me deixa ficar chupando seu pau até acabar minha onda, deixa?”

Meu marido respondeu enquanto eu chupava ele e o olhava nos olhos:

- “Você é muito vagabunda, nunca vi nada igual, você chupa paus diferentes quase todos os dias, não sei quantos paus por dia e nunca está satisfeita”

Continuei chupando ele e falando:

- “Ai amor, não me diminui, que papo é esse de quase todo dia? Eu chupo paus diferentes todos os dias, não fico um dia sem beber porra estranha, mas sei lá, nunca estou satisfeita”

Antes que eu acabasse essa frase meu marido gozou na minha boca, e eu de boca cheia disse:

- “Amor, vou ficar chupando seu pau mesmo mole, tá? To trincadinha e ainda preciso de piroca na boca.”

Meu marido mais relaxado com seu pau mole na minha boca, falou:

- “Nunca vou entender suas taras, suas escolhas. Essa é minha maldição, ser apaixonado por você.”

Continuei chupando o pau mole do meu marido, gastando minha trincação e falando de boca cheia:

- “Amor, eu te amo, mas sou viciada em ser mal tratada por machos sem respeito, gosto de ser inferiorizada por eles, se você tivesse ficado comigo no quarto deles até me mandarem embora, teria me visto lambendo até chão mijado, às vezes acho que a falta de respeito que esses machos sentem por mim é o que da mais prazer.”

Continuei chupando o pau mole do meu marido e falando:

- “Sabe amor, existe o sexo que fazemos, que por mais sujo que seja, sempre há uma conexão entre nós, há amor, mas existe o sexo que os outros machos fazem comigo de forma egoísta, onde só pensam neles e foda-se eu, onde só querem se satisfazer me usando de qualquer jeito sem pensaram em mim, esse é o tipo sexo que me deixa tesuda. Essa sou eu amor!”

Meu marido então falou:

- “Eu sei meu amor, mas às vezes sinto muito ciúmes, às vezes acho que eles exageram no desrespeito e na forma de te tratar, esse é o meu dilema.”

Minha onda não passava e brincando com a pica mole do meu marido continuei falando:

- “Amor, você sabe que eu sou mandona e mimada no nosso dia a dia, sempre quero tudo do meu jeito e faço manha pra conseguir as coisas, adoro ver você fazendo tudo o que eu quero, mas é por isso que eu preciso ser dominada por esses machos que me esculacham sem a menor consideração, e eu sei que você também gosta me ver nessas situações, para de negar que só de me ouvir falar seu pau já até ficando duro na minha boca, aí amor isso me da muito tesão, goza na minha boquinha goza!”

Meu marido começou a socar na minha garganta, sua pica foi ficando cada vez mais dura ouvindo-me falar das minhas taras e desejos, vi que minhas confissões estavam fazendo efeito e continuei chupando e falando:

- “Amor, eu fico completamente mansinha e obediente nos caralhos desses machos safados, eles tem cara de malandros aproveitadores, sabe amor, eu tenho tara nesses canalhas.”

Meu marido se contorcia em minha boca, eu toda mijada e gozada de vários machos, e ainda falando essas putarias o deixava maluco, eu sentindo sua pica latejando em minha boca trincadinha, não parava de chupar e falar:

- “Quero sempre muitos caras maus, mas não namoraria e nem casaria com eles, muito pelo contrario, eu amo você, mas pra matar os meus desejos carnais, gosto desses machos que me fazem engolir suas rolas e depois me deixam largada, lembrando das surras de picas que me deram, como fizeram agora, me expulsando depois de terem gozado em mim, eu sou uma putinha suja, sou a escoria sexual da humanidade, não passo de um esgoto de mijo e porra.”

Meu marido não aguentou e gozou na minha boca, pouca porra, é verdade, mas porra é porra. Antes de me levantar pra tomar um banho eu disse:

- “Mas amor, não esquece, eu quero mais porra desconhecida hein?”

Fui tomar banho e voltei pra dormir. No dia seguinte quando acordamos já era de noite, meu marido pediu comida e fui tomar banho, comemos e ficamos vendo um pouco de televisão, peguei meu celular e comecei a navegar até descobrir que estava havendo uma feijoada com ensaio de bateria na quadra da Escola de Samba de Jericoacoara. Botei um fio dental, um salto bem alto, atochei um shortinho branco no cu e perguntei pro meu marido empinando a bunda pra ele:

- “Tá marcando a calcinha amor? Acha que vão secar o meu cu desse jeito?”

Meu marido respondeu:

- “Você está um tesão, mas não vou a lugar nenhum agora, preciso descansar mais um pouco.”

O interrompi:

- “Amor, você que sabe, mas eu estou indo sambar, qualquer coisa me liga e vai me encontrar.”

Ele acenou com a cabeça, eu bati a porta e parti. Quando cheguei na quadra o samba estava rolando solto. Fui ao banheiro dar um teco que tinha sobrado da noite anterior e fui sambar toda me mostrando, eu rebolava sem o menor pudor no meio da galera, logo abriu uma rodinha só de machos pra eu sambar no meio, fiquei esbarrando neles, me mostrando. De repente ouvi um: “Rebola, gostosa!” As coisas estavam melhorando, botei a mão na cintura e fiquei sambando bem piranha, dei uma rodadinha, a essa altura todos secavam minha abunda atochada num mini shortinho que marcava minha calcinha toda enfiada no rabo, comecei a ouvir frases diferentes de bocas diferentes: “Empina esse rabo, sua puta!” “Vagabunda” “Rebola esse cuzão gostosa” “Rebolar aqui no meu pau!” Continuei rebolando que nem uma putinha no meio dos caras, a partir daí foi um festival de mãozadas, tapas na minha bunda e apertões por todo o meu corpo, empolgada pelos gritos dos tarados, libertei meus instintos de biscate e me esfreguei naqueles machos, levava mãozadas, encochadas, sempre fazendo questão de empinar cada vez mais a bunda pra galera, deixando eles fazerem a festa na putinha casada. Eu rebolava na mão e no pau de qualquer um que se colocasse atrás de mim, olhando pra todos, em transe, toda suada, e com um fogo incontrolável. Num dado momento senti algo estranho cutucando a meu rabo, olhei pra trás, por cima dos ombros, e me deparei com um cara com a pica bem dura na mão, ele ficava enfiando a cabeça da pau meio da minha bunda por cima do short entre as bandas da minha bundinha. Ele ficava espetando aquele cacetão por entre as bochechas da minha rabeta, meio que esfregando, meio que roçando na minha xana, que já estava encharcada. Eu estava ali em pé, curvadinha pra frente, bundinha empinada e sendo esfregada de pica no rabo, eu olhava pra ele e pra todos com a maior cara de vagabunda, rebolava gostoso naquela piroca, mas a fila anda, uma mão mais safada apertou e se instalou no meio da minha bunda, puxando minha calcinha até as alcinhas do lado aparecerem por cima do short, claro que com esse puxão violento a calcinha que já estava toda enfiada no meu rabo se enfiou também por entre os lábios da minha xaninha. Outro cara abaixou meu short e enfiou um dedo com calcinha e tudo dentro da minha buceta, o que só me deu mais motivos pra rebolar que nem uma vadia, botei as duas mãozinhas nos joelhos, fui rebolando e empinando o rabo com cara de safada. Eu estava quase sentada na mão do cara, eu jogava a bunda pra trás e rebolava gostoso com o dedo dele enterrado na minha xota, estava delirando de tesão! Um empurra-empurra por espaço se formou e o safado que me dedava deu lugar pra outro que já chegou dando dedadas no meu cuzinho, ele dedou com tanta força que me levantou do chão. Ele me dava tapas estalados na bunda e mandou eu rebolar no seu dedo. O que fiz sem reclamar. As dedadas eram tantas e de baixo pra cima, q

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