Eu e Ana Maria Pegamos o Cavalariço para Foder no Sítio de Nudismo

Por: mell-ro-1 08/07/2026 226265 leituras
Capa do conto
Como sempre, naquela manhã, de café tomado, e Ana Maria satisfeita da pica do titio, fomos nuazinhas pegar o Garanhudo para galopar pelo sítio em busca de aventuras. Cavalgar nuas no Garanhudo em pelo era um prazer sempre renovado que nos deslumbrava todas as manhãs.
Mas ao adentrar o estábulo encontramos o cavalariço cuidando do conforto dos animais. Estava trajado nos trinques, ou seja, nu. Eu já tinha tido um entrevero com aquela pica e Ana Maria que o tinha testado para ver se ele tinha condições de entrar para o grupo dos pelados, também. Ele tinha uma pica deveras selvagem e fodia como gente, bem ao nosso gosto. Era simplesmente perfeito nas super fodas arrebatadoras.

Brinquei com Ana Maria:

- O menino é belo e tem um pinto que come como gente. E essa cama que ele está fazendo com capim seco e fofo... Que mais poderíamos querer? Vamos fodê-lo?

Ana Maria estava de bocetinha satisfeita por ter acabado de foder com o titio, mas ela não rejeita pau que fode como gente... riu e brincou:

- Pega-o pela frente que eu o pego por trás. Vamos dar-lhe uma foda como ele jamais teve.

Ele riu e veio nos dar o cumprimento do sítio, nos envolvendo em amor. Intrigado, perguntou:

- Foder-me como? Vocês são fêmeas perfeitas. Nem pau postiço eu estou vendo.

Eu ri:        

- Rebola a bunda na minha bocetinha. Hoje eu quero foder como homem.

Macho de fato, ele não tinha melindres em ser tocado na bunda por mulheres. Ele só se fascinava por fêmeas e não tinha nenhum interesse por homens.

Deixou-me encoxá-lo por trás e esfregar minha bocetinha na bundinha linda. Mordi-lhe a nuca, beijei-lhe a boca que ele me deu, afaguei-lhe os mamilos, a barriga, o púbis e pus a mão na pica que crescia para as taras. Levei a mão até as coxas e subi afagando-as por dentro até os colhões e massageei-o sob o pau e o púbis. Ele estava deliciado e eu lhe dei uma tapona na bunda e encoxei-a com força. Ana Maria também lhe fazia toda sorte de afagos, apertadas, lambidas, beijos, chupadas e estava com a pica na boca. Que dureza no pau reagindo ao amor que lhe dávamos. Ele estava pronto para foder e nós também: o pau estava de pé e nossas bocetinhas vazavam desejos intensos, fazendo-nos gemer e respirar indecentes com nossas taras pelo macho. Gritei-lhe:

- #Vem Para Cima numa 69.

Ele veio com tudo. Chupei-lhe a pica e os bagos e ele se divertia com minha bocetinha chegando à siririca dupla de ponto G e clitóris. Ana Maria brincava com a bunda dele. Dava-lhe palmadas, apertava, mordia, lambia, encoxava e nossos tesões iam aos extremos. Gritei-lhe:

- Vira e vem para cima. Ele me cobriu e meteu fundo, levando de roldão o ponto G, o nó que eu lhe pusera na pica e socou gostoso. Pus-lhe as pernas e os calcanhares sobre a bunda e fodi-o com estocadas brutas na contramão das suas estocadas tórridas, enquanto a Ana Maria lhe encoxava a bunda e lhe dava taponas, chupava-lhe os bagos... Trocamos as posições e foi Ana Maria a ser penetrada e foder-se na pica dele com estocadas muito selvagens e eu lhe encoxava a bunda e lhe dava taponas. O gozo nosso e o dele transbordou de nossas entranhas e gemíamos grosso e indecente. Brincamos com as cambalhotas. Ele deu-nos uma bruta palmada e fodeu-nos de cachorrinha, muito bruto e deu-nos estocadas tão brutas que viramos cambalhotas até lá longe. Dissemos tchau e balançamos a bunda para ganhar taponas. Ele estapeou-nos muito forte e nós gritamos:

- Puto cachorrão!

Saímos rindo de orelha a orelha, a cavalo no Garanhudo. Como podíamos imaginar que um simples cavalariço podia dar tanto gozo! O que o livro certo pode fazer por um macho! De bocetinhas contentes, partimos para novas aventuras.

Oi, espera aí, amor! Vota para a nossa felicidade e faremos mais histórias tesudas para excitá-lo.

FIM

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados