Tio Pedro e o Desejo Secreto de Carlos
Carlos tinha 22 anos e vivia obcecado por uma fantasia que não conseguia admitir para ninguém. Ele queria gozar muito, sentir o pau latejando enquanto alguém o fodia fundo, e principalmente queria sentir porra quente enchendo seu cu. O problema era que ele não sabia como começar, como pedir, como se entregar. Até que uma tarde quente de domingo, sozinho em casa com o tio Pedro, tudo mudou.
Pedro, 41 anos, viúvo, corpo malhado de quem malha há anos, estava no sofá da sala só de short de academia, sem camisa. O volume entre as pernas era impossível de ignorar. Carlos entrou na sala fingindo procurar algo, mas seus olhos não paravam de descer para aquela saliência grossa.
— Tá tudo bem, moleque? — perguntou Pedro, notando o sobrinho nervoso.
Carlos engoliu em seco. O coração batia forte. Ele sentou do lado do tio e, depois de um longo silêncio, soltou:
— Tio... eu quero sentir uma coisa... mas eu não sei como fazer.
Pedro ergueu a sobrancelha, curioso.
— Fala aí.
Carlos respirou fundo, a voz tremendo:
— Eu quero gozar muito... e quero sentir porra quente dentro do meu cu. Eu fico imaginando isso toda hora quando me masturbo, mas nunca fiz com ninguém.
O silêncio ficou pesado por dois segundos. Depois Pedro sorriu devagar, um sorriso safado e dominador.
— Caralho, sobrinho... você não tem ideia do quanto eu já fantasiei com isso.
Pedro puxou Carlos pelo pescoço e o beijou com fome, enfiando a língua na boca do sobrinho enquanto apertava sua bunda por cima da bermuda. Carlos gemeu baixo, já sentindo o pau endurecer rápido.
Em minutos os dois estavam pelados no sofá. Pedro era bem dotado — um pau grosso, veioso, com mais de 20cm e a cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Carlos olhou hipnotizado.
— Quer sentir ele no seu cu, né safado? — perguntou Pedro, batendo o pau pesado contra a barriga do sobrinho.
— Quero, tio... por favor.
Pedro cuspiu na mão, lubrificou o próprio pau e os dedos, e começou a trabalhar o cuzinho virgem do sobrinho. Primeiro um dedo, depois dois, abrindo devagar enquanto Carlos gemia e empinava a bunda pedindo mais.
— Relaxa esse rabinho, Carlos... hoje ele vai levar rola de verdade.
Pedro colocou o sobrinho de quatro no sofá, cuspiu direto no buraco piscando e encostou a cabeça grossa. Empurrou devagar. Carlos agarrou as almofadas, gemendo alto enquanto o pau do tio entrava centímetro por centímetro, abrindo seu cu apertado.
— Ai porra... tá muito grosso, tio...
— Aguenta, putinha. Você pediu pra sentir gozo no cu, agora aguenta — grunhiu Pedro, metendo mais fundo até as bolas baterem na bunda do sobrinho.
Começou devagar, depois acelerou. O som molhado de pau entrando e saindo do cu enchia a sala. Carlos babava, o pau dele pingando pré-gozo no sofá enquanto o tio metia forte, segurando seus quadris.
— Bate na sua rola enquanto eu te fodo — ordenou Pedro.
Carlos obedeceu, masturbando-se rápido enquanto levava pirocada atrás de pirocada. O tio dava tapas fortes na bunda dele, marcando a pele.
— Quero gozar dentro, tio... me enche de porra — implorou Carlos, a voz rouca de tesão.
Pedro aumentou o ritmo, metendo como um animal. O cuzinho do sobrinho apertava seu pau deliciosamente. Ele agarrou o cabelo de Carlos, puxou a cabeça pra trás e rosnou:
— Tá querendo porra no cu? Então toma, seu puto!
Pedro deu as últimas estocadas fundas e explodiu. Jatos grossos e quentes de gozo jorraram direto dentro do intestino do sobrinho. Carlos sentiu o calor invadindo ele e gozou também, atirando porra pra todo lado no sofá, o corpo tremendo inteiro enquanto o tio continuava metendo devagar, espremendo até a última gota dentro dele.
Quando Pedro tirou o pau, o cu de Carlos ficou aberto, piscando, com porra branca escorrendo devagar pela perna.
— Olha o estado do seu rabinho... todo arrombado e cheio de leite do tio — disse Pedro, enfiando dois dedos e mexendo a porra lá dentro.
Carlos gemeu, ainda gozando um pouco.
— Quero mais, tio... quero que você me foda todo dia agora.
Pedro sorriu, o pau ainda semi-duro pingando.
— Pode deixar, sobrinho. Essa bunda agora é minha.