Eu, meus namorados e minha filhinha (parte 1)

Por: Sara 24/07/2026 2813 leituras
Capa do conto

Meu nome é Sara, tenho 1,73, ruiva, de curvas generosas e quadril largo. Minha filha Gabi é uma garotinha linda, ruivinha como a mãe e, na época que esse relato aconteceu, ela tinha 7 aninhos. Eu tinha um namorado chamado Tom (já que há mais de três anos estava viúva), o qual Gabi adorava. Ele era um negro alto, bem musculoso e muito educado. Gabi vivia dizendo que iria casar com ele.
Quando ele namorado vinha em casa, nos finais de semana, Gabi o alugava com suas perguntas, querendo atenção, subia em seu colo e se recostava em seu peito. Às vezes, achava que era para me irritar, mas, na verdade, era o jeito dela. Não tinha o que fazer. Tom não ligava, era incapaz de impor limites a seus caprichos e demandas de atenção. Nesse dia não foi diferente: estava preparando o jantar e Tom estava na sala com Gabi em seu colo, agarrada em seu pescoço. Pude ouvir quando Gabi falou a ele que quando crescesse iria querer um namorado parecido com ele:
- Ah, vc vai conhecer garotos muito mais bonitos, menina. Eu sou muito feio.
- Não fala assim, Tom! Vc é muito lindo e gostoso.
Gelei com a afirmação de Gabi. O que o Tom iria pensar? Continuei fazendo o jantar, como se nada tivesse acontecido, mas não me desliguei da conversa:
- Hahaha, Gabi! Obrigado! Mas vc nem sabe o que isso significa, meu bem.
- Sei, sim. É quando a gente tem vontade de beijar na boca e sentar no colo, Tom. E vc é muito gostoso.
Espiei só pra ver a reação de Tom ante a declaração de Gabi e vi que ele havia ficado sem jeito. Resolvi interromper:
- Vamos lavar as mãos, que a janta está pronta.
Tom levantou, meio que disfarçando, pois o safado havia ficado de pau duro. Isso me deixou um tanto ciumenta, mas com muito de tesão também.
Jantamos, assistimos um filme e logo em seguida coloquei Gabi para dormir de modo a poder ter mais privacidade com meu namorado. Nos deitamos e rolou umas carícias, que progrediu para algo mais apimentado. Nessa noite, Tom me comeu de uma maneira diferente, com um pau duro como pedra e uma vontade selvagem, que eu nunca tinha visto. Adorei, claro, mas tive certeza de que foi por causa da Gabi. Ela havia despertado nele um tesão que há muito ele não sentia e o descontou todo em mim.
Depois de muito pensar durante à noite, decidi criar uma tensão sexual entre os dois para me divertir um pouco. Nem cogitava em aproximá-los sexualmente, apenas deixar Tom excitado o bastante para me beneficiar na cama.
No dia seguinte, acordei, coloquei todas as roupas de Tom para lavar e deixei Gabi só com seu baby-doll transparente, revelando sua calcinha minúscula que entrava na sua bundinha gordinha. Chamei-os para o café da manhã, no que Tom perguntou por sua roupa e eu lhe expliquei a situação, dizendo em seguida para ficar de cueca mesmo, que não havia problema.
À mesa, comecei a pôr o plano em prática:
- Mamãe, por que o Tom tá só de cueca?
- Porque a mamãe lavou a roupa dele, querida. Você acha feio o Tom de cueca, meu bem?
- Não, mamãe! O Tom é lindo de qualquer jeito e muito gostoso. – deu um sorriso safado quando falou isso.
- Você já deu um beijo de bom-dia nele, filha?
- Ainda não.
- Então dá um beijão bem gostoso e um abraço bem forte também, pra ele ficar feliz. Pula nele, bebê!
Gabi se apressou a pular em seu colo, sentou-se de frente para ele e abraçou seu pescoço fortemente, beijando-o no rosto. Tom ficou sem saber o que fazer, temendo uma ereção inapropriada, e retribuiu cautelosamente a não tocá-la mais do que o normal.
- Isso, fica no colo de Tom pra tomar seu café, que assim fica mais divertido.
- Eba!
Tom suava frio, nada dizia, mas certamente estava gostando. Fiquei observando seu peito nu encostado mas costinhas de Gabi, imaginando-os se amando e um calor começou a me subir pelas entranhas.
- Filha, vamos brincar de nenezinha? Pede pro Tom fingir que é seu papai e dar o leitinho na sua boquinha. Mas tem que chamar ele de papai.
Ela riu, abraçou animadamente a ideia e pediu com voz bem meiga.
- Papai, dá leitinho na boquinha da sua bebê?
Tom arregalou o olho, respirou fundo, pegou seu copinho rosa e o levou a boquinha de Gabi, quase tremendo, virando um pouco a mais do que devia.
- Nossa, filha, que papai atrapalhado! Deixou o leitinho escorrer pelo seu peitinho. - falei rindo, como quem se diverte com a situação, porém estava com a buceta pingando de tão excitada. Gabi riu junto, enquanto Tom tentava disfarçar o incômodo.
- É mesmo, mamãe! O Tom é muito desastrado.
- Perai, que a mamãe limpa! - tirei-lhe a camisolinha, a deixando só de calcinha.
- A mamãe vai lavar, senão vem barata . Fica assim que tá calor.
Agora eu tinha o Tom só de cueca com Gabi em seu colo só de calcinha pra me deixar louca. Estava dando certo.
- Vai, papai, quero mais leitinho!
Tom estava roxo, com a respiração ofegante, até fechou as pernas na tentativa de disfarçar a ereção, no que Gabi se ajeitou em seu colo, abrindo suas perninhas, encaixando sem querer sua rachinha em cima do pau duro de Tom. Eu me divertia muito com isso. Um tesão inexplicável tomava conta de mim ao imaginar aquele armário negro possuindo aquele corpinho frágil, delicado, de fêmea infantil.
Tom colocou, mais uma vez, o copo em sua boca, dessa vez com mais cuidado, mas Gabi, afoita, virou mais leite em seu corpinho, e dessa vez foi tanto que escorreu pelas suas perninhas indo encharcar o colo do Tom.
- Aí, meu Deus! Pega um pano, amor!
- Deixa, que eu limpo. Fica aí, não se mexe, Bibi.
Voltei com o pano, me agachei e comecei a limpar Gabi em seus peitinhos, depois fui para o meio de suas perninhas, esfregando bem devagar pra deixar meu namorado louco.
- Levanta, Bibi, que a mamãe vai tirar sua calcinha pra lavar!
Tom se apressou e disse que iria ao banheiro se limpar. Quando voltou, Bibi estava na sala, nua, brinca no tapete.
- Amor, vou me deitar mais um pouco até a roupa secar, pois estou com muita dor de cabeça.
- Tá bom. Aproveita, tira sua cueca, que eu já pego pra lavar!
Quando entrei no quarto, Tom estava debaixo dos lençóis, a fim de disfarçar toda a excitação a que fora provocado, exatamente como eu havia previsto. Como quem não quer nada, observei:
- Nossa, amor! Tá animado, hein?! O que te deixou assim? - falei, enquanto suborna cama e beijava seu pescoço.
- Deve ter sido alguma reação do remédio que tomei para dor de cabeça.
- Sei... Tá duro demais, meu bem. Não podemos desperdiçar isso.
- Amor, a Bibi tá na sala e a porta do quarto tá aberta, é melhor não fazer isso agora.
- Ela tá distraída, brincando no tapete, não vai perceber nada. - falei, enquanto subia em cima de seu pau, fazendo-o deslizar para dentro de minha buceta.
- Amor... puta que pariu! E se ela entrar?
- Deixa! O máximo que vai acontecer é ela ficar curiosa e fazer mil perguntas.
- Mas o que vamos falar pra ela?
- Não vamos falar nada, vamos ensiná-la na prática.
- Tá doida? Ela só tem 7 anos.
- E vc ficou doidinho por ela. Não adianta disfarçar, eu vi o tesão que vc ficou dando leitinho na boquinha dela, seu cachorro. - e comecei a cavalgar seu pau cada vez mais rápido.
- Dá seu leitinho pra sua bebê, vai! Goza na Bibi da mamãe, seu puto!
Tom não resistiu por muito tempo e explodiu dentro de mim com um chafariz de esperma a inundar meu útero.
- Safado! Eu sabia que vc tinha desejo por ela.
- Amor! Eu não fiz nada. Meu corpo apenas reagiu aos estímulos dela, só isso.
- Não precisa se preocupar, quero que ela seja sua femeazinha, pra você usar quando tiver vontade.
Deu um beijo nele e me deitei sobre seu peito com aquele pau ainda pulsante dentro de mim. Nisso, ele me chama:
-Amor, a Gabi tá em pé na porta olhando a gente. Fudeu!
Quando olhei para trás, vi Gabi peladinha na porta com um dedo na boca com um ar de curiosidade, como que se estivesse a solucionar um grande enigma.
- Filha, vem cá com a gente. A mamãe e o Tom estavam namorando. Vem cá deitar também, amor!

Não deixei Tom se cobrir ao perceber que Gabi nos fitava da porta, pelo contrato: queria que ela encarasse a cena como algo natural e estava disposta a satisfazer sua curiosidade sobre o que acabara de presenciar. Ela subiu na cama e eu a coloquei deitada no meio de nós.
- O que vocês estavam fazendo, mamãe?
- A mamãe estava fazendo com o Tom o mesmo que você fez lá na mesa: sentando no colinho dele. É uma brincadeira que a gente só faz quando acha alguém muito lindo e gostoso, filha.
- Com todo mundo que a gente acha lindo e gostoso, mamãe?
- Não, meu amor. Só com quem a gente conhece e que gosta da gente também.
- Eu acho o Tom lindo e gostoso, posso brincar também?
- Claro, meu amor! A mamãe e o Tom vão te ensinar direitinho. Tem que fazer tudo o que a gente mandar pra ficar bem gostoso, tudo bem?
- Sim.
- Então, tá. Você deita no peito do Tom, assim... agora dá beijo de namorado pra mostrar que acha ele lindo.
Coloquei Gabi deitada em cima dele com as perninhas abertas pra deixar sua bucetinha na mira do seu pau e alisava seu corpinho enquanto ela o beijava de língua.
Tom não resistiu e se entregou à luxúria de sua boquinha pequena, chupando sua língua com vontade e tesão. Ele havia acabado de me encher de porra, no entanto seu pau já estava duro como uma barra de aço, novamente. Peguei aquele cacete e esfreguei bem de leve em sua bucetinha aberta:
- Por que o pipi do Tom tá duro, mamãe?
- É porque ele te acha linda filha. Quando os homens gostam de nós, quando eles nos acham lindas, eles ficam com o pipi duro pra fazer carinho dentro de nós. - e continuou a beijá-lo.
- Isso filha, continua. Tá gostando?
- Muito, mamãe!
- Agora a mamãe vai encaixar bem gostoso o pipi dele na sua pepequinha e vice vai fazer o que a mamãe falar, tá?
- Tá bom!
Encaixei a cabeça daquele pau pulsante na entrada da bucetinha de Gabi e controlei para que ele não empurrasse forte.
- Olha que gostoso, filha! Agora vc finge que é um cavalinho.
Gabi começou a subir e descer no pau de Tom, bem devagar, enquanto eu controlava sua bundinha com minha mão. Tom a beijava cada vez mais forte, como se fosse engolir aquele rostinho. Sua respiração ficava cada vez mais forte, e percebi que estava se controlando para não enterrar aquela pica toda na bucetinha dela, tamanho era seu tesão.
- Isso mesmo, filha! Tá aprendendo direitinho! Agora fala pra ele que vc é a namoradinha dele e quer todo leitinho dentro de vc.
- Tom, eu te amo e sou sua namoradinha. Quero todo seu leitinho dentro de mim, vc me dá?
- Fala pra ele colocar bem lá no fundo, filha!
- Quero seu leitinho bem lá no fundo, Tom! Quero tudo!
- Fala pra ele te comer igual uma cachorrinha, filha!
- Tom, me come igual uma cachorrinha! Eu quero tudo lá no fundo.
Sem que eu ajudasse, Gabi acelerou os movimentos por conta própria, com mais da metade de seu pau dentro dela. Tom não aguentou muito tempo, entrou em espasmo e gozou fartamente. Foi tanta porra, que escorreu de sua bucetinha mesmo com o pau ainda dentro dela.
- Você fez xixi, Tom?
- Não, querida! Ele soltou um leitinho, porque gostou muito da sua brincadeira de cavalinho. Deixa a mamãe te ajudar, peraí, levanta devagarzinho!
Ajudei Gabi a sair de cima do pau ainda latejante de Tom, bem devagar para poder apreciar aquele rio de porra jorrar de dentro dela. Quando ela finalmente saiu, a pica dele caiu para o lado, toda melada de esperma grosso e quente. Eu a deitei de barriguinha pra cima no meio de nós e ensinei-a outra lição:
- Agora você vai ficar deitadinha assim, de perninhas bem abertas, que o Tom vai beijar bem gostoso sua boquinha, enquanto mamãe limpa todo o creminho de dentro de você.
- Tá bom, mamãe!
Desci para aquela xaninha encharcada de porra e comecei a lamber o esperma que jorrava. Me posicionei de quatro e cobri sua bucetinha com minha boca, chupando seu grelinho e explorando aquela pequena cavidade com minha língua. Olhei pra cima e Tom a beijava vigorosamente. Ela estava totalmente entregue, se deixando ser chupada e apreciando a língua de Tom em sua boca. Estava com a ponta da minha língua em seu grelinho, lambendo e sugando, quando um jato me acertou a garganta. Gabi tremia, urrava e apertava Tom com as unhas até que seu corpinho quedou suado sem reação. Ela havia tido seu primeiro orgasmo!
-Gostou, filha? Tava gostoso?
-Muito, mamãe! Quero mais!
-Ah, filha...agora o Tom tem que descansar. Mas de hoje em diante você já é mulherzinha do Tom e pode namorar com ele quando quiser, meu bem.
-Eu quero todos os dias, mamãe. Quero sentir isso sempre. - e dormiu abraçando Tom.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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