Demos uma longa pausa para descanso, porém nenhum dos dois estava com o mínimo sono. Ficamos nos beijando, nos acariciando e trocando idéias sobre sacanagens e fantasias sexuais. Depois de mais de uma hora de intervalo, resolvi que era hora de recomeçar e quando me ajeitei para subir em cima dela, ouvimos uns gemidos vindos do quarto ao lado. Ela me olhou, deu um sorriso malicioso e sugeriu que fôssemos até lá para ver o que estava acontecendo. Para nossa surpresa, demos de cara com um amigo nosso comendo o cuzinho da namorada, que estava de quatro e com a bunda escancarada.
Surpresa ainda maior tivemos quando nosso amigo nos convidou para entrar na transa. Minha gata adorou a idéia de participar de uma suruba dizendo: “Eu sempre sonhei em participar de uma dupla penetração. Quero ser fodida por dois pintos ao mesmo tempo”, revelou sem rodeios. A confissão deixou-me maluquinho e nosso amigo largou sua garota e se aproximou de nós. Ficamos por algum tempo entre beijos, amassos e chupadas, até que minha companheira fez nosso amigo se deitar e sentou-se na vara dele. O mastro sumiu em sua bocetinha. “Agora vem comer minha bunda”, convidou-me. Enquanto ela cavalgava o amigo, ajoelhei-me atrás dela e penetrei lentamente seu orifício dilatado. Ela se estremeceu toda, gemia feito uma cadela, rebolando sem parar. A gata que transava anteriormente com nosso amigo, que por sinal era uma deusa e se chamava Silvia, para não ficar de fora, sentou com a boceta na boca do namorado e pediu para ser chupada. Vocês podem ter idéia da cena magnífica formada por aquela suruba. Estoquei com firmeza no cuzinho de minha gata, enquanto meu amigo permanecia parado, curtindo o remelexo dela. Ambas as ninfetas começaram a gozar quase ao mesmo tempo, e nos arrastaram também a um orgasmo avassalador, já que cu e boceta latejavam simultaneamente. Bianca que estava adorando ser duplamente penetrada delirava ao sentir jatos fortes de porra invadindo os dois buracos.
Saciada, ela afastou-se momentaneamente cedendo lugar a Silvia. Tanto eu quando ele pensávamos que não dava para mais nada, mas ela não desistiu. Chupou nossos cacetes, ora um ora outro, e às vezes tentava enfiar os dois ao mesmo tempo na boquinha. Foi uma chupada demorada, mas deliciosa. Quando sentimos o gozo se aproximar, as duas se colocaram na nossa frente. O que se seguiu foi uma gozada maravilhosa, que atingiu em cheio a carinha das duas. Para terminar, as garotas começaram a se beijar, para que uma pudesse sentir na boca da outra o gosto da porra. Permanecemos os quatro deitados no carpete e acabamos adormecendo.
Ao acordar de manhã cedo, percebi que Silvia não estava mais com a gente. Fui até o banheiro, e ao abrir a porta, percebi que o chuveiro estava ligado. Ao Empurrar a porta do box vi a nudez esplendorosa da ninfeta. Silvia e Bianca trabalham juntas na mesma agência, porém Silvia consegue ser ainda mais gostosa do que a amiga. Ela também tem 23 anos, com 1.80m, 58 kg, cintura 63cm e busto e quadril com 90 cm. Gaúcha tesuda, morena de cabelos cacheados, olhos verdes e sedenta por um caralho diferente.
Entrei no chuveiro e ela recebeu-me num misto de susto e tesão. Abraçando-a e beijando-a, fui abaixando o corpo e, comecei a sugar-lhe os seios que na mesma hora intumesceram enquanto ela gemia sem parar. Fui abaixando cada vez mais até chegar a sua bocetinha de pêlos ralos. Quando enfiei minha língua, ela gozou rapidamente, pedindo cada vez mais e mais. Nos beijamos novamente e aí foi a vez dela abaixar minha cueca e cair de boca no meu cacete, que estava arrebentando de tão duro. Chupou, lambeu, mordeu de leve a cabeça, enfim um carinho para deixar qualquer um maluco. Segurei-a pelos ombros e afastei-a, pois não queria gozar em sua boca. Puxei-a para cima, beijando-a intensamente. Fechei o chuveiro e levei-a toda molhada para um outro quarto, onde a deitei sobre a cama. Seu corpo moreno bronzeado contrastava com o lençol branco. Quase não acreditava que aquele tesão de mulher estava totalmente a meu dispor. Beijei-a no rosto, nos olhos, corria minha língua pelo seu corpo, no ouvido, pescoço, acariciando-a de leve, ora nos seios, ora entre as pernas, de onde saía um calor intenso. Toquei os lábios em seus seios e fui sugando como um bebê faminto. Ela se mexia como uma cobra, pedindo mais e mais. Continuei descendo vagarosamente, saboreando cada pedaço daquele corpo pronto para explodir de tanto prazer. Atingi sua bocetinha cheirosa, completamente encharcada pelos sucos vaginais. Quando mordi seu grelinho e com a ponta da língua massageei freneticamente sua bocetinha, Silvia não agüentou e estremeceu num gozo intenso, quase desmaiando. Levantou-se e, com um olhar superdengoso disse-me: “Nunca gozei tão gostoso”. Deitou-se sobre mim e completou: “Vou te matar de tanto prazer”, começando a chupar-me o pescoço, o bico dos mamilos, o umbigo e finalmente abocanhou o cacete. Lambia e dava mordidas leves como se estivesse saboreando um picolé, levando-me à loucura, principalmente quando enfiava a ponta da língua no buraco da cabeça e chupava, como se quisesse alargá-lo para aumentar o fluxo de porra que ela sabia que ia ganhar. Fui puxando-a de leve até posicionar a cabeça na entrada da bocetinha, que parecia pedir-me ansiosa para penetrar-lhe. Levantei sua perna até meu ombro e comecei a pincelar por toda a extensão, desde o cuzinho até o clitóris. Penetrei-a lentamente, sentindo cada pedacinho daquele canal estreito que me enchia de prazer. Comecei um vaivém, até que senti que gozava mais uma vez. Segurei o gozo, pois não sabia se aquela seria minha última oportunidade. Virei-a de bruços e penetrei-a por trás enquanto massageava os peitinhos e mordia-lhe a nuca e o pescoço, arrancando arrepios e sussurros. Apertava as nádegas prendendo ainda mais meu cacete em sua bocetinha, acelerando o gozo, que desta vez foi impossível de segurar. Ela levantou a bunda e, pressionando suas nádegas contra meu cacete, cheguei ao máximo de profundidade e despejei todo o tesão e desejo que sentia por ela, no mesmo momento em que ela gozava também. Enquanto eu descansava, Silvia ficou alisando meu corpo e disse que estava louca para ser enrabada por mim. Disse que o namorado jamais permitiria que ela desse seu rabinho para outro e ficou super afim depois de ver o quando Bianca delirou e gozou com meu cacete. Inclinei o corpo dela para a frente, dei uma bela lambida em seu cuzão e ajeitei a cabeça na entrada. Ela fez uma ligeira pressão para trás em forma de rebolado e meu caralho entrou até o fundo. Pelo gingado percebi o quando Silvia tinha de experiência nessa área. Iniciei o entra e sai lentamente enquanto a ninfeta acomodava a cabeça num travesseiro. Ela forçava a bunda para trás, rebolando e dando estocadas junto comigo. Comecei a dar leves palmadas acompanhando o vai e vem que continuava em ritmo lento. A medida que foi aumentando o ritmo, as palmadas iam ficando mais fortes e as reboladas também foram intensificadas. Ela começou a gemer, sacudida por um orgasmo atrás do outro. Levei algum tempo para eu alcançar meu merecido gozo, mas quando veio, liberei toda a minha porra quente naquele cu delicioso, dando espirradas fortes e poderosas. Silvia voltou a deitar-se do lado do namorado e acordaram só próximo do meio dia. Fui tomar uma ducha refrescante, seguido de um reforçado café da manhã. Os outros quartos da casa estavam ocupados por outros amigos e amigas que assim como eu transaram até adormecer. Fui assistir televisão e Bianca acordou uma hora depois aparecendo só de calcinha na minha frente. Me beijou ardentemente e iniciou uma chupada em busca do seu leite matinal. Demos uma big trepada no sofá da sala e ficamos a espera de algum casal acordar para ver se rolava mais alguma coisa. Eu e o namorado de Silvia repetimos a suruba, metendo gostoso em Bianca que viciou na brincadeira. Durante a transa, quis comer o rabinho de Silvia mas seu namorado não permitiu alegando ser só dele. Então fizemos uma dupla penetração em sua namorada, onde a ninfeta rebolava tudo o que podia no meu caralho. No final do dia, todos estavam acabados e resolvi ir embora. Bianca toda arregaçada era só felicidade e me pediu para ligar e combinar de saímos para novas trepadas. Silvia me beijou no rosto e cochichou no meu ouvido que seu rabinho seria todo meu, caso eu resolvesse ligar. Senti naquele momento, o gostinho de um novo ménage que pairava no ar. Quando eu conseguir colocar em prática serão os primeiros a saberem.
Quero agradecer a todas as garotas e mulheres que me escrevem. Fico feliz de poder trocar algumas experiências, responder a dúvidas sobre sexo e até aconselhar algumas mulheres que enfrentam algum tipo de problema ou preconceito. Continuem escrevendo que terei o maior prazer em ajudar ou simplesmente trocar algumas sacanagens.