Relato de um confronto desconfortável e ameaçador entre o padrasto de Juninho e seus grandes amigos e parceiros sexuais.
Quando saímos do riacho já era fim de tarde, e Gustavo falou que iria direto pro sítio da Graciela saber sobre o que o Ernesto queria falar. Perguntei se não seria inconveniente eu ir junto e ele disse que não, “se o Ernesto achar ruim problema dele, vc é tão amigo do Juninho quanto eu, atualmente até mais, e o que ele quiser falar vai ter que ser na sua frente”. Gostei daquela postura dele, e quando deu partida no carro, coloquei a minha mão sobre a coxa musculosa e peluda e fiquei alisando e apertando. Adorava pegar na coxa dele enquanto ele dirigia. Assim que pus a mão, ele abriu mais as coxas, sugerindo uma pegada mais íntima. Enchi a mão no pacote volumoso e apalpei todo o volumão por cima do calção, sem cueca, e úmido. Ele soltou um suspiro, e com voz safada falou:
- “Tu não vai checar as gotas de mijo que deixei aí pra vc?” – e sorriu me olhando safado. Eu já tinha gozado e tava com o tesão mais ou menos apaziguado, mas recusar um pedido daquele era impensável, e ele parecia inquieto por não ter gozado ainda. Abaixei a cabeça e fui direto com o nariz pro meio das coxas peludas, encostei no calção úmido e aspirei o cheiro de mijo e suor que tinha ali. Ele abriu mais as pernas e, como fêz na van, segurou na minha cabeça e pressionou de leve sobre o volume, que começou a crescer. Meu tesão voltou de imediato e comecei a passar o nariz e o rosto naquela massa cilíndrica e grossa, lambendo a superfície do tecido molhado ainda com gôsto de mijo. Como aquele pau subia rápido, puta merda, e a cabeça começava a aparecer saindo pela abertura do calção. Encostei o nariz e cheirei o cheiro forte de rola suada e excitada ( que pena que não babava ). Ele soltou minha cabeça pra mudar o câmbio, diminuiu a velocidade, e falou: “Uma de minhas fantasias é ser mamado enquanto dirijo” – disse na maior naturalidade. Quase rindo diante daquele cinismo, puxei a abertura do calção pra cima libertando aquela rola toda pra fora. Em pé, ela ultrapassava um pouco a parte inferior do volante, e ficava difícil chupar. Ele afastou o quadril pra trás no assento, pra me dar espaço, e comecei a mamar gostoso, enchendo minha boca com aquela grossura de rola suada. Ele dirigia devagar e ofegante, e eu sabia que não ia demorar muito a gozar. Ainda falou: “Tu mama gostoso pra caralho, porra, o Juninho aprendeu com o Ernesto, e tu aprendeu com quem?” Eu não queria falar sobre o Salomão, claro, e continuei a chupar com mais vontade, sem responder. Ele perguntou, já sabendo da resposta: “Posso gozar na tua boca?” – Falei, tirando a boca da rola: “Pode”. O safado ainda disse: “Então pede”. Doido de tesão atendi: “Esporra na minha boca, cara, enche minha boca de porra!”. O rolão começou a inchar e engrossar, pulsando na minha boca, e me preparei pra receber a leitada gostosa que eu já conhecia. Veio o primeiro jato, o segundo, e mais outro e outro, fiquei com a boca cheia de porra e não engoli logo, fiquei saboreando a textura e a consistência da gala grossa, entre a língua e o céu da boca. E engoli aos poucos, aproveitando o gôsto de leite de macho que me descia pela garganta.
Esperei a rola amolecer dentro da minha boca, limpei a cabeça toda com a língua e guardei ela ainda meia bomba no calção. Levantei a cabeça, o pescoço meio doído pela posição incômoda, mas recompensado pelo gôsto que ficou na boca. Ele se ajeitou no assento, respirou fundo aliviado, ficou em silêncio um minuto, e de repente perguntou, olhando pra frente da estrada:
- “Tu tás de pau duro?” – Pêgo de surpresa demorei um pouco pra responder:
- “Tou” – e aproveitei: “Quer ver?”
Ainda olhando pra frente ele disse: “Quero”. Botei rápido minha rola pra fora, dura, em pé e toda babada. Segurei pela base e olhando pra ele esperei que virasse o rosto pra ver meu pau. Ele olhou por uns dois segundos, virou o rosto pra estrada, depois olhou de novo, e quase perdi a respiração quando ele soltou o câmbio e com a mão direita segurou minha rola dura e apertou, apertou legal, murmurou meio baixo “Dura que só a porra”, e punhetou devagar uns minutos. Eu tava no céu, quando ele falou “Tá assim porque me chupou?” – Respondi com a voz abafada: “Porque te chupei e engoli tua porra toda”. Ele punhetou mais um pouco e soltou, voltando a olhar pra frente. Eu provoquei: “Achou o que, da minha rola?”- Ele me olhou rindo: “Achei dura, grossa e muito melada” – e limpou a mão na própria coxa. “Teve nojo, te incomodou?” – perguntei com receio. Ele virou pra mim com cara de espanto: “Nojo nenhum, cara, sei que tua rola baba pra caralho, teu short vive melado, eu sei que é por minha causa” – falou sem modéstia nenhuma. Acrescentou: “Acho um tesão isso. Queria que a minha babasse desse jeito, é o termômetro do tesão que o cara tá sentindo. Meu pau não baba nem quando bato punheta”. – Perguntei:
- “Tu bate muita punheta, Gustavo?” – Pra minha surpresa ele disse:
- “Raramente, cara. Passo dias sem gozar. E não é falta de tesão. É porque gosto de acumular porra, pra ver sair esse tanto que sai quando gozo. Gosto de ver a quantidade que sou capaz de produzir”. – Pensei na hora, até nisso ele é vaidoso, por isso a gala dele era grossa e espessa daquele jeito, além de ser muita. E muito, muito gostosa de engolir. Ele completou:
- “Eu não te disse que vou guardar uma semana de porra pra vc? Vou mesmo”.
Comecei a salivar, pensando como seria no dia depois que o avô dele viajasse. Na hora tive uma curiosidade: “Há quantos dias tu não gozava até hoje?” Respondeu: “Três”. Salivei mais ainda. “Hoje seria o quarto, mas tu me acende demais”- Ouvi maravilhado. Foi a vez dele saber:
- “E tu, Gian, bate muita punheta?” – Respondi “Todos os dias. Às vezes, mais de uma por dia” – confessei rindo. Ele zoou: “E vive com o pau babando!” Confirmei que sim, e pra aumentar a vaidade dele falei: “Basta eu olhar teu sovaco já começo a babar, e se sentir o cheiro então...”
Nesse instante ele parou o carro, sem avisar. Levantou o braço direito, mostrou o sovacão cabeludo e disse:
-“Vem, cheira aqui, mete o nariz, lambe o quanto quiser, quero ver esse pau subir e babar”. – Eu ainda tava com a rola pra fora do calção mas tinha amolecido. Bastou ele falar aquilo e levantar o braço, fui com o nariz e a língua naquele monte de pêlos suados, aspirei o cheiro forte, minha rola começou a subir, ele pegou com a mão cheia, punhetando devagar, a baba começou a sair e a sair, ele passava os dedos na cabeça da minha rola espalhando a baba, molhando a mão dele toda, e até eu parar de cheirar e lamber o sovaco ele ficou fazendo aquilo. Parei porque meu pescoço torcido pro lado começou a doer. Ele ainda segurou minha rola um tempo, depois soltou e pra me mostrar que tinha gostado do que fêz, levou os dedos até seu nariz e cheirou. Não lambeu mas cheirou muito, lambuzou o nariz e murmurou baixinho “Tesão da porra!” – Quase gozei de novo.
Depois de limpar a mão no lado do calção e ligar o carro pra continuar, ele disse:
- “Foi a primeira vez que peguei numa rola sem ser a minha”.
Quando chegamos no sítio da Graciela, o Ernesto estava em pé na soleira, com cara de impaciente. Quando me viu não pareceu desagradado, mandou a gente entrar e sentar no sofá da sala. Falou que não tinha muito tempo e que iria direto ao assunto, porque não queria que a Graciela chegasse e nos encontrasse ali, pois ela não podia saber sobre aquela conversa. E foi direto ao ponto mesmo:
- “O negócio é o seguinte, rapazes. Tou muito preocupado com esse cara, o capataz veterinário que tá trabalhando pro teu avô, Gustavo. Ele trabalha o dia todo com Juninho, sei que os dois se dão bem, mas acho que o cara tá dando em cima do garoto e eu não tou gostando disso. O cara é homem feito, veio do Sul, e eu não sei se lá eles se incomodam com essas coisas, não conheço os costumes, mas eu me incomodo, e muito.”
Gustavo ouvia de testa franzida, estranhando a conversa, eu nem tanto mas fingindo estranheza também. Ele interpelou o Ernesto:
- “Não entendi, seu Ernesto, com o que é mesmo que o sr. tá preocupado?”
O Ernesto coçou a cabeça, olhou pro Gustavo com ar superior, como quem tem mais experiência na vida e conhece os perigos. Pura hipocrisia, pensei, ainda mais vindo dele;
- “Rapaz, vc sabe, o Juninho é inexperiente, sem maldade, sempre viveu na roça, chama a atenção porque é um garoto bonito e saudável mas não tem vivência, vcs são os melhores amigos dele e conhecem ele melhor do que eu” – Pensei na hora, “muito melhor mesmo”. Ele continuou: “Aí chega um cara da cidade grande, dez anos mais velho, não vejo ele com mulher, não sei qual é a dele, e não sei que influência ele pode exercer sobre o garoto”.
Também sem muita paciência com aquela hipocrisia o Gustavo falou firme:
- “Mas o Juninho não é mais criança, seu Ernesto, tá com 16 anos, é esperto, sabe se defender, e não vai deixar ninguém fazer com ele o que ele não queira. O sr. deve saber disso”. ( A tacada foi tão certeira que o Ernesto empalideceu. Na verdade, ele não tinha nem idéia de que sabíamos de tudo). Ele ainda tentou argumentar:
- “Mas ele é de menor, isso pode dar processo pro rapagão metido a sabido”.
Era evidente a inveja e o ciúme que ele devia ter do Hugo. Mas o Gustavo não deixou fácil:
- “Processo ??? Baseado em que? O que é que o sr. realmente sabe ou viu pra fundamentar uma acusação dessa?”
Ernesto não tava preparado pra essa reação. Ficou desconcertado, coçou de novo a cabeça, e apelou:
-“Ouvi umas pessoas dizerem que viram o capataz saindo do quarto do Juninho várias vezes, fora do horário de trabalho” – Ele nem se atrevia a dizer o nome do Hugo. Senti o Gustavo surpreso, ele realmente não sabia de nada mas deve ter pressentido a possibilidade. Mesmo assim não deixou barato pro Ernesto:
- “Boatos, seu Ernesto? O sr. ficou preocupado desse jeito por causa de boatos?”
Achei que era o momento de entrar na conversa, e resolvi jogar pesado:
- “Veja, seu Ernesto, se a gente for dar importância a boatos, o sr. sabe que há muitos anos o povo fala de coisas que teriam acontecido entre o sr. e o Juninho quando ele era novinho e vivia com a mãe. Coisas que a gente tem certeza que nunca aconteceram porque a gente lhe conhece e sabe que o sr. não seria capaz de fazer. Mas tem gente que acredita, o sr. sabe, não é?”
Foi uma pá de cal no assunto. O Ernesto me olhava quase sem cor, sem acreditar que tinha ouvido aquilo. Não conseguiu emitir nenhuma resposta. O Gustavo também me olhava espantado como se perguntando de onde eu tinha buscado a coragem. Mas a verdade é que o assunto morreu ali, porque o que falei continha uma ameaça velada sobre a merda que podia acontecer com ele, Ernesto, se por acaso insistisse em criar problemas pro Hugo. Ele ficou tão desarmado e derrotado que o Gustavo, talvez apiedado com aquele tiro de misericórdia, finalizou:
- “Mas fique tranquilo, seu Ernesto, porque a gente vai ficar de olho. Se alguma coisa tiver fundamento o sr. vai ser o primeiro a saber.” – E pra dar maior veracidade à promessa, ainda perguntou:
- “O que o sr. tinha pensado em fazer, no caso de suas suspeitas se confirmarem? Se o sr. me chamou aqui é porque esperava que eu tomasse alguma providência, não era?”
O Ernesto ficou calado um momento, coçou mais uma vez a cabeça, e parecendo mais tranquilizado, gaguejou:
- “Não sei, eu... eu pensei em... talvez vc falar com seu avô... pra ver se ele demitia o veterinário... ou senão, eu mandaria o Juninho ir morar com o pai dele no Ceará” – Gelei quando ouvi a intenção do filho da puta, que ousadia daquele cafajeste hipócrita. Gustavo engoliu em seco o risco de perder o capataz eficiente ou o amigo de infância, e com firmeza reafirmou:
- “Pode deixar, a gente faz o que precisar ser feito.” – Tendo certeza de que o Ernesto jamais voltaria ao assunto. Levantamos e antes de sairmos o Gustavo perguntou se o Juninho sabia sobre aquela conversa. Ernesto disse que tinha falado com ele antes, inclusive pra perguntar sobre suas suspeitas, mas que o Juninho tinha negado tudo com muita convicção. E que ele sabia que o padrasto tinha chamado o Gustavo pra conversar.
- “O Juninho tá lá no quarto dele?’ – O Ernesto confirmou, e pedimos pra passar lá e falar com ele. “Claro, podem ir” – respondeu não muito confortável mas não tinha como negar.
Saímos da casa, e no caminho até o quarto do Juninho, o Gustavo caiu na risada e me falou: “Mano, que jogada de mestre foi aquela ?? Puta que pariu, o coroa amarelou, tu é foda, Gian!” – Eu ri envaidecido: “Porra, eu tava ficando puto com a cara de pau daquele merda, que filho da puta!”
O Gustavo me parou pondo a mão no meu ombro: “Pera aí, antes da gente falar com o Juninho quero saber, tu acha que tá rolando mesmo alguma coisa com ele e o Hugo?” – Olhei pra ele com uma cara que respondeu tudo sem eu falar. Ele arregalou os olhos: “Me diz, Gian, tu sabe com certeza!” – Falei: “Deixa ele te contar, o segredo é dele”. Os olhos do Gustavo brilharam:
- “Caralho, eu tinha que ter pelo menos imaginado. Um cara bonito como o Hugo o dia todo junto dele, e com um volume daquele no meio das coxas...”
- “Ahhh, tu notou o volume também?” – perguntei adorando a observação dele.
- “Porra, não tem como não notar um volume daquele. Parece que o cara é pauzudo e nunca usa cueca!”
- “Não usa mesmo” – confirmei. E falei sobre a carona que o Hugo me deu no dia que fui procurar ele, Gustavo, na cidade. Ele ficou cada vez mais espantado quando contei sobre as conversas com o Hugo no trajeto. Pareceu excitado, pegou no pau várias vezes, e comentou: “Porra, e o Juninho com aquele fogo no rabo... e aquele volume ao alcance dele!”
Quando chegamos na porta do quarto do Juninho, o Gustavo já tava de pau duro.
O Juninho nos recebeu com um ar apreensivo e preocupado. Perguntou logo sobre como foi a conversa, mas seu olhar foi direto pro volume saliente no calção do Gustavo. O moleque não resistia mesmo a uma rola. Tranquilizamos ele, fazendo um relato rápido de como desconcertamos o Ernesto, e garantimos que ele certamente não ia voltar a tocar no assunto. Juninho ficou com os olhos molhados, de emoção, gratidão e alívio, e eu abracei ele com carinho, puxei a sua cabeça e dei um beijo no seu pescoço. Ele se queixou de que o padrasto tinha ameaçado mandar ele pro Ceará pra morar com o Armando, caso o Sr.Salvatore se recusasse a demitir o Hugo. Gustavo falou carinhoso: “Ele não vai fazer nada disso, meu amigo, pode ficar tranquilo”. Eu abracei de novo o Juninho, que correspondeu apertando mais o abraço, e nesse momento o Gustavo se aproximou e abraçou também o amigo, mas por trás, fazendo um sanduiche do Juninho e falando bem perto do seu ouvido: “Tou em falta contigo, cara, me afastei sem motivo, besteira minha, quero a gente próximo de novo”. O Juninho se emocionou e aquele contato com o corpo do Gustavo e a voz dele tão perto do seu ouvido fêz Juninho se arrepiar e fechar os olhos. Ele devia estar sentindo o volume do Gustavo na sua bunda, pois instintivamente empurrou o quadril pra trás como pra aumentar a pressão do contato. No momento que senti os poros eriçados do Juninho pelo arrepio, percebi que seus mamilos endureceram e ficaram pontudos. Ele tava sem camisa e só com aquele seu velho short de pijama, impossível não estar sentindo a rola do Gustavo roçando a sua bunda. Nesse instante, o Gustavo também sentiu a reação e a pressão do rabo volumoso na sua virilha. E pegando o Juninho pela cintura começou descaradamente a roçar sua rola agora totalmente dura no rabão oferecido. Tudo começou a acontecer espontaneamente, sem planejado, o Juninho respirava ofegante, empinava mais a bunda, e eu sentia seu pau duro na altura do meu umbigo, já que ele era um pouco mais alto. O short dele começou a se molhar de baba e umedecer a minha barriga, a minha rola dura roçando o alto de suas coxas. Eu beijava o seu pescoço e sentia muito perto o hálito quente do Gustavo excitado, com o nariz passando na nuca do amigo, que inclinara a cabeça um pouco pra trás e de olhos fechados curtia a sarrada da rola gostosa na bunda. Aquilo tava delicioso e por mim demoraria muito ali, mas o Gustavo tava aceso demais naquele dia, perdera toda e qualquer inibição, e pra nossa surpresa começou a sussurrar no ouvido do Juninho: “Me diz que tu tá dando a bunda pro Hugo, diz! Quero ouvir, me diz que ele tá comendo o seu rabo.” Muito surpreso, porém muito mais excitado do que surpreso, o Juninho falou abafado e ofegante: “Eu tou dando meu rabo pro Hugo, sim, ele tá me fodendo muito”. Gustavo continuou: “Já deu muitas vezes?” – e esfregava a rola com força na bunda toda do amigo. Juninho respondia com a voz entrecortada de tesão: “Já dei muitas vezes, toda semana eu dou o cu pra ele”. Não satisfeito, o Gustavo continuava: “E ele te come gostoso, ele tem pauzão?” O outro parecia adorar responder: “Ele me fode muito gostoso, ele tem um pauzão do caralho!” Gustavo parecia enlouquecido: “Mas tu ainda tem vontade de dar pra mim? Me diz, ainda quer a minha rola dentro?” Juninho parecia desfalecer de tesão: “Quero muito, ainda quero muito a sua rola, adoro a sua rola, quero muito ela me fodendo”. Meu pau babava abundante na coxa do Juninho, e enquanto ele empinava a bunda pra sentir mais o Gustavo, esfregava a coxa pra sentir mais o meu pau. Até que o Gustavo perguntou: “Quer dar pra mim agora, agorinha?” Juninho suspirou: “Quero”.
Gustavo soltou a cintura dele, tirou todo o calção, e totalmente pelado foi em direção à sua poltrona preferida, sentou, e segurando a rola dura magnífica pela base pediu: “Mama aqui, deixa ela bem molhada, e senta nela todinha”. Juninho se apressou em tirar o short, o pau duro soltou um fio de baba até o chão, e foi se ajoelhar diante daquelas coxas fabulosas. Nesse instante eu intervi: “Juninho, fica de quatro pra chupar, não se ajoelha não”. Ele me obedeceu, ficou de quatro e empinou o rabão lindo na minha direção. O cu tava semiaberto, ele devia ter dado pro Hugo na véspera, enfiei o nariz e senti o cheiro gostoso de cu suado, passei a língua devagar por toda a entrada, e chupei com vontade enfiando a língua até onde alcançava, ela entrou toda. Enquanto o Juninho gemia e se esbaldava na mamada com a maestria já conhecida, engolia a rola grossa até à garganta, chupava o mastro da base até a cabeça, o Gustavo respirando forte e olhando a boca do amigo trabalhando no seu cacetão. Não demorou cinco minutos, ele suspendeu o Juninho pelos braços: “Pára senão eu gozo. Senta aqui”. Virou o amigo de costas, e Juninho foi se abaixando e direcionando o cu todo lubrificado pela minha saliva, encostando a entrada na cabeçona vermelha e brilhante de cuspe. Gustavo segurava o pau em pé, a cabeça da rola alargou a entrada já acostumada com pica grossa, e a sentada foi linda, lenta, aos poucos a rola imensa foi desaparecendo dentro daquele rabo moreno e musculoso, até só ficar de fora o sacão grande e cabeludo, a mata de pentelhos toda rodeada pela bunda enterrada na rola.
Juninho começou a cavalgar devagar, apoiando as mãos nas duas coxas grossas e peludas, e subindo e descendo o rabo na tora grossa impressionantemente dura. Gustavo segurava ele pela cintura e cada vez que ele descia puxava com mais força a bunda de encontro aos pentelhos, enterrando mais fundo. O pau duro do Juninho pulava pra cima e pra baixo babando sem parar, enquanto ele subia e descia o rabo no pauzão, eu tirei minha rola pra fora e comecei a me punhetar vendo de perto aquela foda tesuda do caralho. O Gustavo olhava de vez em quando a minha punheta e em seguida olhava pra mim, com um ar de aprovação. Aquela eternidade de tesão não durou muito tempo, nem podia, pois o Ernesto e a Graciela estavam em casa, e se por um azar decidissem ir até o quarto do Juninho, puta merda. Mas nada interrompeu a trepada inesperada, felizmente. A respiração do Gustavo começou a acelerar, o Juninho aumentou a velocidade da cavalgada, enterrando o rabo na rola, balançando a cabeça de um lado pro outro alucinado, até que o Gustavo abraçou firme a cintura dele com os dois braços, apertou de encontro à sua pélvis com força e segurou firme a rola enterrada até o talo, urrando e despejando a porra toda lá dentro. Ele teve uns três espasmos de contração, e eu salivei pensando na quantidade de gala que tinha saído, apesar de saber que ele já tinha gozado na minha boca há poucas horas atrás.
O Juninho levantou-se devagar, deixando a rola grossa reaparecer aos poucos até sair toda do cu. Uma quantidade considerável de porra escorreu do cu e se espalhou pela mata de pentelhos molhados de suor. Olhei encantado a porra branca e grossa sobre os pentelhos negros, e adivinhando a minha vontade o Gustavo me olhou: “Quer limpar aqui?” – perguntou com voz safada. O Juninho em pé ao lado nem acreditava no que via e ouvia. Sem responder fui até a poltrona e aí sim, foi eu que me ajoelhei entre as duas coxas musculosas, enfiei a cara no meio daquele saco suado e daquela rola esporrada, e depois de limpar toda a rola com a língua, lambi muito os pentelhos e a porra toda espalhada por eles. Gustavo respirava fundo, ainda excitado, com a mão pousada sobre minha cabeça pressionando de leve meu nariz e minha boca sobre seus pentelhos.
Ainda gozei na boca do Juninho, que me chupou se punhetando até esporrar na hora que engolia a minha gala. Quando a gente se despediu, desejando um Feliz Natal para cada um ( que seria no fim de semana seguinte), o Gustavo fêz questão de esclarecer: “Hoje foi sem planejar, foi só uma prévia do nosso próximo encontro, ok meninos?” – Agora era ele quem ditava como e quando. “E vai ser na minha casa, depois que meu avô viajar”. Juninho concordou encantado, e eu só olhava maravilhado a atuação desse novo Gustavo que eu vira nascer.