Fico louca de tesão exibindo minha filhinha

Por: thiago-75 • 24/07/2026 • 825 leituras
Capa do conto

Tenho tanto tesão exibindo minha filha, mas acabei fazendo mais que isso. Agora estou tarada e viciada.

Moro em SC e tenho uma filhinha de 9 anos, que vou chamar de Liliana. Sempre gostei de frequentar praias de naturismo, porque gosto muito de me exibir. Pra quem não sabe, a maioria dessas praias tem um código de ética a ser seguido, pra não se tornar simplesmente um lugar de putaria. Mesmo assim, muitas safadezas continuam acontecendo, porque gente é assim mesmo.
Então, eu procuro ficar em um lugar mais reservado, próximo de quem eu quero chamar atenção, e coloco guarda-sol virado para os lados mais cheios. Assim dá mais privacidade.
Eu tenho um corpo bonito, malho, tenho seios durinhos sem silicone e sempre adorei me exibir, ser desejada.
Quando a Lili nasceu, desde muito cedo eu comecei a levá-la à praia comigo. Eu sempre gostei de ajeitar o biquíni dela (quando usava) e passar protetor solar na frente dos caras certos. rsrs... Nem todos olhavam com sacanagem, mas quando olhavam eu já sabia e sentia minha bucetinha molhar e pegar fogo. Acabava demorando um pouco mais ao ver os caras lamberem os lábios ou fazerem comentários bem dúbios, tipo: "a pele dela parece tão macia". Pode não parecer nada, mas só quem fala e ouve isso sabe a safadeza por trás.
Eu apenas ria e continuava cuidando dela, alimentando, colocando minha filhinha pra chupar picolé e chup-chup, enquanto passava protetor ou limpava a areia do biquíni dela.
Uma vez, fiquei com tanto tesão. Tinha um casal ao meu lado. Ambos acharam a Lili linda (ela é loirinha, sempre teve um corpinho esbelto, perninhas torneadas e bundinha empinada) e ela interagiu muito com eles, ficamos conversando os três enquanto a Lili brincava e tudo. Até aí, nada demais. Porém, depois que a esposa pegou no sono, o marido continuou me olhando com a Lili. Fiquei conversando com ele, perguntei se tinha filhos e ele disse que não. Então falou algo que me deu sinal verde. Disse assim: "quero muito ter uma filhinha exatamente assim, lindinha assim, só pra eu brincar com ela". E sorriu olhando pra Lili, um sorriso malicioso.
Eu demonstrei que estava gostando ao responder: "É verdade. As menininhas adoram brincar no colinho do papai. Pena que a Lili não tem um pra sentar... no... no colo dele". Ele me olhou e mordeu o lábio.
Lili estava fazendo castelinhos de areia e de vez em quando ficava de quatro, de costas pra gente. Ele observava atentamente e mexia no pau, que estava disfarçando, pois estava ficando duro.
Ela ainda estava de biquini, então a chamei e falei:
"Filha, não quer tirar o biquíni e ficar mais à vontade?"
Ela sempre gostou de ficar nuazinha, então veio correndo. Desfiz os laços e deixei ela nuazinha ali na frente dele. Ele olhava a minha filha nua, a bucetinha rosada dela e mexia no pau, que estava ficando mais e mais duro.
"Nossa, filha, tá cheia de areia grudada na virilha, deixa a mamãe limpar".
Virei ela de frente pra ele e fiquei passando a mão na virilha dela, passei o talco... Truquezinho pra areia sair mais fácil...
"Quer um chup-chup, filha?"
Como ela quis, retirei um da caixinha de isopor que levava e dei pra ela chupar. Ela ficou ali chupando de frente pra ele, que apreciava minha pequena, enquanto eu limpava o corpinho dela todo.
"Nossa, ela é tão linda. Você deve ter muito orgulho de ter uma filha bonita assim"
"Sim, eu gosto que todo mundo veja o quanto minha princesa é perfeita, né, amor?"
Ela sorria envergonhada, fazendo que sim com a cabeça, chupando o chup-chup e sendo alisada pela mamãe.
Nessa hora eu já tava toda molhada.
Ela voltou em seguida pra brincar com o castelinho de areia dela, agora nuazinha. Vez por outra ficava de quatro e exibia o cuzinho e a bucetinha cor de rosa. O homem me olhava e voltava a olhar pra ela, e eu só sorria.
"Queria ter uma filhinha assim mesmo?"
"Nossa, desse jeitinho..."
Fui mais direta. Estávamos falando baixo pra não acordar a esposa dele, que dormia a ponto de babar na toalha. Ele vigiava ela e continuava a falar comigo.
"Queria brincar com ela assim? Nessa posição mesmo?"
Ele me olhou com uma cara de tarado, olhou pra Lili, de quatro, empinadinha colocando conchas no castelinho.
"Nossa, queria ser o paizinho dela. Ia brincar com ela nessa posição aí, a noite inteira..."
"Ah, mas você ia brincar só com sua filhinha? Ia ter que brincar com a mamãe dela também, né?"
Nisso, alisei minha bucetinha, que estava toda babada. Passei o dedo entre as pernas e deu pra ver meus dedos totalmente melados.
"Podia brincar com as duas, sim. O papai dá conta."
Nisso, ele deu uma punhetada no pau, que tava bem duro. E ousou perguntar:
"Vem cá, você já deixou ela sentar no colo de alguém? Deixa ela sentar no meu colo rapidinho, antes que a minha mulher acorde."
"Nunca deixei, mas só sentar, tá?"
"Tá, só sentar. Não vou fazer nada demais"
"Tudo bem... Lili, vem aqui."
Quando ela chegou perto, falei mais baixinho. O tio quer te dar um beijinho, senta no colinho dele, abraça ele.
Ela abraçou ele e, de lado, sentou no colo nu dele, em cima do pau duro. Nessa hora eu quase gozei.
Ele se ajeitou, encaixando o pau entre as pernas dela, juntou as perninhas por dentro das dele. Eu vi a cabeça do pau dele sair entre as pernas dela, esfregando na bucetinha dela.
"Nossa, que princesa linda... Que delícia..."
Fiquei vendo e me tocando. Abria as pernas e fechava, ele me olhava com uma cara de seco e se movimentava, alisando os braços, as pernas e os peitinhos dela.
Nisso, justo nessa hora a mulher dele começa a dar sinais de estar acordando. Chamei a Lili pro meu colo e ele rapidamente foi pro mar, pra aliviar o pau duro antes que ela visse.
Esse dia me deixou maluca e tarada. Em casa, expliquei pra ela que o tio estava sendo carinhoso, que era bom, que ela podia sentir uma cosquinha na xaninha e não tinha nada demais sentir o pinto ali, se ela quisesse.
Ela disse que tava gostoso, sentiu um choquinho e era macio.
Me acabei de gozar me masturbando nessa noite. Desde então, viciei em mostrar a Lili de forma mais ousada.
Eu levava ela de biquíni, mas deixava frouxinho. Sentava perto de homens e esperava pra ver a reação. Se o cara ficava prestando atenção e pegando no pau, logo depois eu chamava ela pra tirar o biquíni. A visão dela brincando, correndo, sentando na areia de pernas abertas e andando de quatro deixava os homens loucos.
Vários se masturbavam olhando.
Eu já fazia isso e gostava, então tive um namorado com quem fiz mais que isso. Na verdade, começamos ficando por muito tempo, antes de um compromisso. Ele queria namorar, mas eu não queria perder minha liberdade. Então saíamos quando ela estava no colégio ou quando eu a deixava com meus pais.
Ele era muito safado, tarado, me comia gostoso. Eu adorava sair com ele sem calcinha, sentando provocativa nos lugares. Quando os homens ao redor percebiam, ficavam olhando, e ele ficava mais tarado, me chamando de puta, dizendo que eu adorava mostrar minha buceta.
Quando, enfim, resolvi namorar com ele, falei que o apresentaria à Lili. Ele já sabia que eu gostava de ir em praias de nudismo, mas como eu ia com ela, não o levava. Ele ainda não estava autorizado a conhecê-la, porque eu era uma mãe muito "responsável", rsrs...
Então, convidei-o pra ir à praia comigo e com ela. Uma praia comum mesmo. Mas pus nela o biquini branquinho que ficava transparente na água e que era frouxinho. Vez por outra saía do lugar tanto nos peitinhos (que não tinham nada ainda) quando na calcinha, mostrando a lateral da xaninha.
Antes de ir, falei pra ela ser carinhosa com ele, sentar no colo dele e abraçá-lo sempre que quisesse.
Ele passou pra nos buscar e ficou encantado com a Lili. Dizia o tempo todo que ela era linda, uma princesa, uma boneca, puxou à mamãe etc.
Ela estava com uma saída de praia, de óculos, chapéu, toda bonequinha. O biquíni ia por baixo.
De cara, ela já se deu bem com ele, interagindo e brincando.
Esse meu namorado era alto, forte, gostava de malhar. Era meio rato de academia. Tinha músculos fortes, era moreno e um pau médio, cerca de 16 cm.
Chegando na praia, observei atentamente a reação dele ao ver a Lili de biquini. Ele disfarçava, mas quando achava que eu não estava vendo, olhava o corpinho dela.
Eu fiquei de óculos escuros, bem escuros, pra que ele não visse pra onde eu olhava. Então eu virava a cabeça pro lado, mas ficava mirando pra ele, vendo-o observar minha menininha.
"Lili vem cá, vamos passar protetor".
Passei bastante protetor no corpinho dela inteiro, depois a deixei tomar banho em uma piscininha natural que tinha próximo, bem rasa, que não havia perigo de se afogar. Fiquei namorando com ele ali, já nos amassos, e observando ela.
Vez por outra, ela vinha até nós, com o biquini encharcado, todo transparentezinho. Ele ficava olhando pra ela, às vezes não conseguia nem disfarçar, mas não falava nada. Só elogiava e dizia que ela era linda igual a mim.
Ele estava taradinho, passava as mãos nos meus seios quando ninguém estava perto, puxava meu biquini pro lado e chupava. Passava a mão na minha bucetinha.
Como ele sabia que eu gostava de me exibir, não se importava. Se algum cara (ou caras) passava olhando, eu aproveitava pra arrumar o biquíni e mostrar meus seios ou minha bucetinha.
Eles ficavam secando e olhavam pra ele, que piscava e sorria.
A pedido dele, cheguei a deitar pra tomar sol com a parte de baixo afastada, exibindo minha bucetinha pra três rapazes que iam passar.
Quando eles passaram, ficaram olhando e falando coisas como:
"Nossa, olha isso."
"Puta que pariu, que delícia de buceta"
"Muito gostosa tua mulher, cara."
Meu namorado sorriu ao ouvir essa, passou a mão na minha buceta, abriu um pouco e disse:
"Eu sei... eu como todo dia".
Um deles soltou...
"Se quiser ajuda... A gente não ia achar ruim..."
Ele me olhou, eu sorri fazendo carinha de safada sem jeito. Olhei pra onde a Lili estava (era bem próximo).
"Hoje não, tem uma princesinha com a gente. Mas outro dia quem sabe".
Um deles olhou pra Lili e falou:
"Prato principal e sobremesa. Refeição completa. Não ia achar ruim não."
O outro repreendeu, disse: "porra, cara. Tá doido?"
Não falamos nada e eles seguiram caminho.
Quando passaram, o meu namorado disse:
"Olha a ousadia do cara..."
"Não é amor? Falando em comer minha filhinha. Nossa, que safado..."
Ele notou, com essa frase, que eu não fui tão repreensiva. Continuou me beijando e tocando.
Falava coisas tipo:
"Cara filho da puta, né? Querendo comer a mãe e a filha..."
Eu dei corda.
"Não é? Não sei nem se a Lili aguenta um pau na bucetinha, tadinha. A xaninha dela é muito pequenininha e apertada."
Ele me olhou nos olhos, fungou, me beijou bem tarado.
Nisso, a Lili volta pra junto de nós.
"Manhêee, posso tirar o biquíni?"
"Não, meu amor, essa praia não é naturista. Lembra que te expliquei? Nessa, tem que ficar de roupinha".
"Que meleca. A areia fica entrando e arde..."
"Deixa a mamãe limpar, meu bem"
Aproveitei de novo o velho truque de limpá-la com talco e fiquei ali, tirando a areia e afastando as peças na frente dele, sem me importar se ele estava olhando.
Ele estava mais soltinho e já olhava sem receio.
Afastei o biquininho embaixo, exibindo a bucetinha rosa dela enquanto limpava e olhei pra ele.
"Olha o tamaninho. Já pensou se aguenta um...?"
Ele suspirou fundo. Chegou a tremer a respiração e não respondeu. Olhou pra mim e voltou a olhar pra ela.
"Tá com muita areia. Amor, me ajuda a tirar?"
Pus talco na mão dele e falei pra passar nas dobrinhas, onde acumulava mais.
Afastei o biquini, oferecendo ela pra ele tocar.
Ele começou a passar os dedos, alisando e limpando. Ela se arrepiava com o vento e o toque da mão áspera dele.
Virei ela de costas pra ele e falei: "tem que passar aqui também. rsrs.."
Ele passou os dedos no reguinho dela, alisando o cuzinho.
Deixei-o aproveitar um pouco, depois falei:
"Agora me ajuda a retocar o protetor solar"
Coloquei o óleo protetor na mão dele, e ele voltou a alisar a Lili. Ela empinava a bundinha pra ele.
"Tá gostando, filha, do tio passando óleo em você?"
"Aham, a mão dele é dura" (ela quis dizer grossa, mas ainda trocava as palavras).
"É, bem dura..."
Ele passou os dedos pelo cuzinho dela de novo, desceu por baixo e alcançou a bucetinha. Com ela de frente pra mim, eu via os dedos dele vindo no meio da rachinha dela, que abria e fechava.
Afastei o biquíni na frente pra ver a cena deliciosa.
"Tá gostoso, filhinha?"
"Aham, é bem gostoso o carinho do tio"
Afastei mais as perninhas dela. Eu ficava olhando quem vinha e ia. Quando alguém passava, eu disfarçada e o meu namorado entendia. Depois voltávamos.
Vi que vinha voltando um cara que olhou pra ela na piscininha e me secou muito também, então deixei rolar.
Quando ele passou, viu a Lili com as mãos nos meus ombros e as perninhas abertas, empinando a bundinha, enquanto meu namorado passava os dedos nela por baixo. Ela estava de olhinhos fechados, curtindo.
Eu segurava ela pela cintura com uma mão e, com a outra, afastava o biquíni.
Ele passou bem devagar.
Depois parou um pouco mais à frente, mas ainda perto, e ficou fingindo que estava fumando um cigarro, mas olhando a cena.
Minha buceta parecia uma cachoeira melando a toalha de praia inteira.
Em seguida, vieram passar umas pessoas. Ele saiu e nós disfarçamos.
"Quer sentar no colo do titio, filha?"
"Quero, mamãe"
Eu deixei o biquini afastado e ela sentou. Ele ajeitou o pau na sunga e a fez sentar em cima. Mas depois tirou e ficou esfregando direto na bucetinha e no cuzinho dela, enquanto ela comia um sanduíche no colo dele.
"Eu tô pra gozar", ele sussurrou.
"Pode gozar, amor..."
"Aqui??"
"Sim, só deixa eu ver..."
Nisso, eu sentei de frente pra ele, que estava numa cadeira de praia a fiquei vendo ele esfregar o pau nela, que estava com as pernas por fora das dele, toda abertinha. Ele segurava o biquini pro lado e passava o pau nela pra frente e pra trás, às vezes esfregava mais atrás. Eu guiava.
"Tá passando no cuzinho?"
"Passa na bucetinha, deixa eu ver..."
"Tá gostoso, filhinha? O pinto do tio é gostoso?"
Ela fazia que sim com a cabeça.
"Caralho, ela é igual a você. Safadinha..."
Eu tava bem louca, doida pra me masturbar, mas só enfiava os dedos e tirava discretamente.
Eu já tava tão tarada, que falei, quando vi ele acelerar o pau na buceta dela.
"Amor, quer meter nela?"
"Que?"
"Você quer meter o pau na bucetinha dela?"
"Nossa, quero muito. Você deixa?"
"Deixo. E o cuzinho você quer?"
"Quero atolar fundo no cu dela."
Ele não aguentou o papo e gozou na bucetinha dela. Ela se espantou, porque nunca tinha acontecido aquilo.
"Mamãe, tem um negócio melado na minha xaninha!"
"Xiu, filha, fala baixo... É que o tio soltou leitinho porque tava gostando de brincar com você. Deixa que eu limpo."
Peguei papel toalha e limpei o pau dele e a bucetinha e o cuzinho dela que estavam meladinhos de porra.
Fomos pra casa depois disso.
Ele dormiu com a gente a primeira vez. Me fudeu muito essa noite, sempre falando em meter na Lili, fuder, chupar, enfiar o pau na boca dela...
Eu testei dar suco de maracujá forte pra ela com um remedinho pra alergia que dá sono. Ela dormiu que nem uma pedra e aproveitamos pra tocá-la muito.
Na noite seguinte, deixei ele chupar, esfregar o pau nela e enfiar os dedos nela. Mas depois eu conto como foi.
Sim, agora ele come ela, em casa e na praia. Já fizemos altas loucuras também.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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