Filhinha de 11 anos putinha, eu comi gostoso seu cuzinho e sua bucetinha PARTE 1

Por: mariana-323 • 24/07/2026 • 287 leituras
Capa do conto

Ela começou a rebolar na minha cara e eu meti a língua no seu rego

Sou um cara de 47 anos, mas nunca deixei de ser muito safado e nunca recuso uma boa putaria. Tenho uma filha, a Aninha, de 11 anos, que mora comigo porque sou separado e achamos por bem de deixar a Aninha no mesmo colégio que ela sempre estudou, porque no bairro onde minha ex-mulher foi morar, é muito longe pra ela e não é nada prático. Então, em comum acordo, resolvemos que ela ficaria comigo durante a semana e com a mãe aos fins de semana. Comecei a reparar que minha filha já não era mais a mesma criança que eu pegava no colo e sempre a via brincando de bonecas com meninas mais novas. Agora, ela estava usando maquiagem mais forte, shortinhos curtos que marcavam sua bucetinha e mostravam a polpa da sua bundinha. Ela agora demorava mais no banho e sempre recebia em casa outras meninas de sua idade, com as mesmas características: Carinhas de puta e corpinhos à mostra. Eu olhava de canto de olho e as comia com olhos quando elas passavam por mim rebolando. Ela sempre dizia que as amiguinhas vinham fazer tarefas da escola, mas como não sou bobo, eu percebia que elas se trancavam no quarto e não saiam da frente do PC e sempre com os celulares à mão, enquanto ouviam funk. Comecei a rever os históricos de navegação do PC depois que elas usavam e notei que elas acessavam sites sobre funk, sites pornôs e de contos eróticos. Os preferidos delas eram os contos sobre incesto. Pais comendo as filhas e irmãos comendo as irmãs. Acabei gostando daquilo e cada vez que elas saíam para o colégio ou para ir ao shopping, eu corria para o PC e revia tudo o que elas acessaram. Me acabava batendo punheta, gozando muito e imaginando aquelas safadinhas na putaria. Como no colégio era proibido levar celular para a sala de aula, eu comecei a fuçar o celular dela e vi ali muitos vídeos delas dançando funk de shortinhos bem cavados, rebolando aquelas bundinhas como verdadeiras putinhas. Elas estavam gravando os vídeos na casa de uma destas amiguinhas que iam lá em casa. Como eu estava gostando daquilo, não quis dizer a ela que já sabia das dancinhas eróticas delas. Resolvi então me fingir de tonto e comecei a escutar funk com volume alto no meu celular e isso chamou a atenção dela. Ela veio toda admirada perguntando: Paizinho, eu não sabia que vc gostava de funk....vc é todo certinho e nunca gostou desse gênero. Respondi: Que nada, meu amor. Eu sou eclético e aprecio vários gêneros musicais, mas somente agora é que comecei a prestar atenção na batida dessas músicas. Aí coloquei pra tocar justamente aqueles funk que eu havia ouvido no celular dela. Ela ficou toda empolgada e até ensaiou uns passinhos, mas com medo de eu condená-la por causa disso. Eu sorri pra ela e incentivei: Vai filha, rebola, vai vai, vai.....isso. Começamos a rir e eu beijei seu rosto e sai para a cozinha preparar um suco pra nós enquanto ela ficava na sala ouvindo mais músicas daquele tipo. Quando voltei pra sala, ela tinha ligado a TV no Youtube e tinha colocado uns vídeos de danças bem sacanas e sensuais. Eu então fingi que não sabia e comecei a elogiar as meninas que rebolavam e desciam até o chão. Aninha imediatamente me olhou e disse: Paizinho, isso aí é moleza pra fazer; até eu faço. Para colocar lenha na fogueira eu disse: Ah, duvido que vc faça igual a elas. Ela imediatamente começou a rebolar e dançar melhor que no vídeo. Fiquei de pau duro na hora e me esforçava para esconder. Ficamos ali um bom tempo dançando e eu incentivando ela a fazer as danças mais safadas. Isso se repetiu algumas vezes na semana, até que eu, cheio de má intenção disse a ela que a gente precisava fazer uns vídeos dela pra ficar registrado. Seus olhos brilharam na hora e ela pulou no meu colo com as pernas em volta da minha cintura, dizendo: Ai, paizinho, jura que vc vai me ajudar nisso? Eu continuei fingindo que já não sabia dos vídeos que ela tinha no celular. Sim, meu amor, mas vamos fazer coisa de qualidade. Vamos providenciar iluminador, tripé, suportes e tudo mais. Aquela noite, ela quase não dormiu de ansiedade, separando as principais musicas para a gente gravar. No outro dia, após chegar do colégio, ela almoçou, tomou seu demorado banho e já veio me dizendo: Pronto, paizinho. Já estou pronta pra começar as gravações que vc prometeu. Ela estava com um shortinho de lycra, bem justinho que marcava bem a sua bundinha e sua bucetinha. Posicionei os equipamentos, ligamos o som e iniciamos as gravações. Fui filmando ela em todos os ângulos e repetindo mais umas 2 vezes cada música para depois editar e ter bastante material. Se passaram várias horas e terminamos ali aquela seção de tortura que estava sendo pra mim. De vez em quando ela olhava discretamente para o meu pau duro, mas fingia que não tinha reparado. No outro dia pela manhã, aproveitei que ela estava no colégio e fui mexer no celular dela. Acessei o Whatsapp e me deparei com uma conversa dela com aquela amiguinha que fazia os vídeos com ela. Na conversa ela dizia: Amiga, meu pai fez uma gravação profissional pra mim hoje. Quando ele editar eu te mostro...deve ter ficado muito bom. Amiga, vc não vai acreditar: Meu pai ficou o tempo todo com o pinto duro. Ele acha que eu não notei, mas não tinha como não notar....é enorme, amiga. Meus planos estavam dando certo. O próximo passo, eu tentaria algo mais ousado. Dois dias depois, repetimos a mesma configuração, só que agora eu coloquei um shorts mais folgado, desses de futebol. Assim que ela começou a rebolar, eu propus deitar no chão e filmar de baixo pra cima. Enquanto ela subia e descia em seu rebolado e fui ficando com meu pau feito uma pedra. Até que ela disse: Ufa, paizinho....to cansada; e sentou em cima de mim bem perto da minha cintura onde dava pra ver mais de perto meu pau duro. Puxei ela pra mim e ficamos deitados no chão vendo os vídeos recém gravados, enquanto eu acariciava sua barriguinha suada. Ela então senta novamente sobre mim, só que agora sobre meu pau, virada pra mim e deita-se no meu peito, fingindo descansar, mas na verdade estava sentindo meu pau duro cutucando sua bucetinha sobre a roupa. Coloquei mais uma música no celular e ela começou a se mexer, rebolar sem se levantar, se esfregando no meu pau. Não aguentei muito tempo e gozei tentando me controlar pra ela não perceber, mas não teve jeito. O tecido da minha bermuda não era muito grosso e o esperma passou até no shorts dela. Ela fingiu que não viu e se levantou dizendo que ia tomar um banho, pois tinha suado muito. No outro dia eu não aguentava de ansiedade para saber se ela tinha comentado algo com sua amiga putinha. Fui olhar seu Whatsapp e bingo.....lá estava ela dizendo pra amiga que tinha sentado e rebolado no meu pau e que gozei na bucetinha dela por cima da roupa. A amiguinha dela só disse: Ai, amiga, que delicia. Queria que meu pai fosse assim também. Fui bater mais uma punheta planejando a próxima gravação. Passou-se uns 3 dias e eu mostrei uns vídeos onde as meninas dançavam de biquini. Ela ficou super empolgada, mas não tinha nenhum biquini bonito para gravar. Então fomos ao shopping e deixei ela escolher os biquinis que ela gostou e saímos direto para casa para gravar mais um vídeo. Quando ela apareceu na sala com um daqueles bikinis, meu pau pulou na hora. Estava demais. Um biquini branco, de lacinho nos lados e destacando sua bucetinha estufada e a bundinha redondinha. Filmei de todo jeito e me deitei no chão para repetir a cena de baixo pra cima. A visão era maravilhosa. Aquele biquini que mal cobria sua bucetinha, já mostrava uma mancha molhada, denunciando que sua buceta babava de excitação. Ela então começou a descer e chegava pertinho do meu rosto ao ponto de eu sentir o cheiro inebriante de sua buceta molhada. Não resisti e dei uma mordidinha em sua bunda. Ela riu e veio de novo. Desta vez eu lambi bem no meio de sua bunda por cima do tecido do biquini. Ela em vez de subir de novo, ficou ali com a bunda na minha cara e eu continuava passando a língua. Não resisti. Deixei de filmar, puxei seu biquini para o lado e dei de cara com uma coisa mais linda do mundo; uma bucetinha com poucos pelos e totalmente lambuzada de baba. Passei a língua ali e ela estremeceu toda. Ela apenas dizia: Paizinho, o que é isso. Assim você me mata. Ela parou de rebolar, colocou os joelhos no chão e ficamos ali em posição 69 e eu enfiando a língua no seu cuzinho. Ela todo arrepiada, apenas gemia, com seu rosto a pouco centímetros do meu pau. Continuei passando a língua da ponta do seu clitóris até o cuzinho que piscava sem parar. Com a outra mão, eu enfiei a mão dentro da bermuda larga e puxei meu meu pau para fora. Ficou bem na cara dela. Ela então pegou pela base e ficava ali admirando e eu continuava agora enfiando a ponta do dedo em seu cuzinho enquanto chupava-lhe o clitóris inchado. Ela começou a fica ofegante e de repente, como se tomasse um choque, seus músculos enrijeceram, seu cuzinho apertou meu dedo e sua buceta escorreu mais baba e ela gemeu alto, gozando demoradamente. Eu também não resisti e gozei fartamente alguns jatos de porra pegando alguns no seu rosto e outros nos seus peitinhos pequenos. Em seguida ela caiu desfalecida sobre mim e ficamos ali ofegantes. VAI TER CONTINUAÇÃO.....AGUARDEM. Meu telegram é PauloRoberto9613

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