Sou advogada de um escritório conhecido. Naquela terça feira sai já tarde do escritório, chovia imenso e eu e uma colega minha entrámos num bar na baixa da cidade, para bater um papo, beber uma cerveja e esperar que a chuva passasse. A chuva não passava e enviei um watts app ao meu marido a dizer que ia chegar mais tarde. Pouco tempo depois a minha amiga teve de se ir embora e eu fiquei sozinha numa mesa e pedi mais uma cerveja.
Aí um homem que tinha estado ao balcão a olhar para nós, veio á minha mesa e perguntou se se podia sentar. Ele tinha bom ar, porque razão havia de dizer que não, né? Ele se sentou e começámos a conversar, aí ele me perguntou quanto é que eu levava pelo serviço completo. Nossa, só aí é que percebi que estava num bar de putas, olhei em volta e vi quadros de mulheres nuas, nas paredes, a música estava alta e um homem dançava com uma mulher, que dava para perceber que era puta. Como é que eu não tinha percebido antes? Aí, como eu não respondi, o cara voltou a perguntar, quanto é que eu levava pelo serviço completo. Respondi-lhe que era casada. Aí ele me disse que para ele não era problema que eu fosse casada, mas que eu não procurasse pedir mais por o ser, que ele sabia bem o preço que as outras putas pediam pelo serviço completo. Nossa, que era isso do serviço completo, pensei? O cara era um homem bonito e aquela conversa me estava a excitar. Sempre tinha tido um fetiche de um dia me entregar a um desconhecido, isso sempre me tinha excitado, mas nunca o tinha feito. Aí a conversa avançou, o cara me entregou 50 dólares e saímos do bar de mão dada, como se fossemos namorados.
Passámos por uma rua escura, onde algumas putas esperavam por clientes. Quando passamos por baixo de um viaduto, o cara me levou para trás de um pilar e me encostou contra a parede e me começou a passar as mãos pelos seios. Excitada, aproximei a minha boca á boca dele, para o beijar, mas ele evitou-me e me disse que não beijava putas. Enquanto passava as mãos pelo meu corpo, o cara me ia elogiando, dizendo que eu devia ser novata naquela zona, pois nunca me tinha visto, mas que com estas mamas e com este rabo, ia ganhar muita grana.
Aí colocou a rola dele fora das calças e disse para a chupar. Baixei-me e lambi-a, primeiro passando a língua lentamente pelos sacos, depois começando a chupar e a lamber a glande do homem. A rola era grossa e bem mais comprida da que o de meu marido. Acho que isso me excitou. De repente o cara com as duas mãos me segurou na cabeça e começou a enfiar a rola dura na minha boca. Ela tocava na minha garganta e por várias vezes me engasguei com falta de ar e com a gala que a rola do homem libertava na minha boca. Acho que engoli muita gala, enquanto aquele homem desconhecido me fodia a boca. Ao fim de alguns minutos, o homem me disse para me levantar e tirar as cuequinhas. Ao longe um velho nos observava se masturbando. A mais de 200 metros, meio escondidos por uns arbustos, outra puta de rua era comida por um cliente. Sim, era como uma puta de rua, das mais reles que aquele homem me tratava, sim, pois nem para um motel me tinha levado.
Já sem cuequinhas o cara, passou os dedos nos meus lábios vaginais e percebeu como estavam inchados, depois enfiou um dedo pela minha buceta e sentiu-a molhada e aí riu-se e me chamou de cadela vadia, puta sem vergonha que mesmo casada se vendia e ainda gozava. Depois começou a pincelar a cabeça da rola na entrada da minha buceta, me levando a um grau de excitação tal, que tive de implorar para o cara meter o caralho de uma vez e para me foder e aí o cara obedeceu e enterrou-o todinho, até ao talo, me levando a dar um grito de dor, pois quase parecia que me tinha rasgado toda, mas depois á medida que o cara me comia, cada vez com mais força, uma prazer imenso me invadiu o corpo, até sentir um forte orgasmo. O cara percebeu-o e olhou para mim com cara de safado, me dizendo, para me virar que me ia comer o cuzinho. Aí, disse ao cara que para me comer o cuzinho, me tinha de pagar mais. O cara me deu a carteira e me disse para tirar a grana que quisesse. Fiz-me de puta e tirei duas notas de 20 dólares. Coloquei-me de gatas e o cara me comeu o cuzinho, por trás, como os cães comem as cadelas. Enquanto o cara me comia o cuzinho, o velho ao longe continuava nos observado. O cara se veio no meu cuzinho, enchendo-o de porra. Era tanta porra, que quando me coloquei de pé ela escorria pelas minhas pernas. Aí o cara sem qualquer consideração por mim, me disse que estava com pressa e apertou as calças e se foi embora. Nunca um homem me tinha tratado daquela maneira, mas devo ser muito puta, pois tinha gostado e ainda estava cheia de tesao.
Ainda eu não tinha vestido as cuequinhas, já o velho que nos tinha estado a observar se abeirou de mim, me dizendo quanto eu queria para ele meter em mim. Ainda sentia a buceta a latejar de tesão. O velho me metia nojo, cheirava a álcool, mas sentia uma vontade enorme de sentir uma rola meter em mim novamente. Pedi-lhe 40 dólares, mas o velho disse que só tinha 20. Aceitei os 20 dólares e os olhos do velho quase saltaram de órbita. O velho me levou para o carro dele, que estava perto, numa rua escura e deserta. Eu me sentei ao colo do velho e cavalguei na sua rola dura, durante um longo tempo, enquanto as minhas mamas baloiçavam perto da sua cara. O velho, não se fazia de rogado e as lambia, passando a língua nos bicos vermelhos, ora com as mãos as apertava e as levava á sua boca para as chupar. Mas foi quando o velho me enfiou um dedo no cuzinho, que eu atingi um orgasmo tão forte, qua acho que perdi os sentidos durante alguns segundos. Quando voltei a mim, o velho estava a soltar tanta porra na minha buceta, como eu nunca tinha visto algum homem fazer.
Quando cheguei a casa, fui a correr para o banheiro, tomar duche, com medo que o meu marido sentisse o cheiro de rola no meu corpo. Ele na cama olhava para mim, com olhar de corno. Não deixei ele fazer amor comigo durante mais de uma semana, pois tinha a buceta toda esfolada. Todos os dias punha creme na buceta e agora já estou boa, mas sinto um arrependimento enorme pelo que fiz. Espero, que nos comentários, não me condenem e não sejam grosseiros comigo. Beijos a todos.