Muitas vezes fui contactada pelas agências de escort com quem trabalho para acompanhamentos prolongados. Nunca aceitei porque durante a semana não era possível por causa do meu trabalho na Universidade. Aos fins de semanas queria estar com o Michel e fazermos os nossos programas.
Fui mais uma vez contactada, era algo especial e eram três dias incluindo o fim de semana. Por coincidência o Michel estava nos Estados Unidos numa viagem de negócios por 10 dias.
Queriam selecionar 8 meninas para se deslocarem a Cannes (na Cote d`Azur, sul de França) e passar duas noites num grande iate a motor, propriedade de um árabe e onde iam decorrer dois jantares. Resolvi aceitar. Era uma experiência nova e pagavam uma loucura.
Disseram-me para ir a um hotel falar com um árabe, secretário e representante do dono do barco que ia fazer as entrevistas em separado com cada menina para nos selecionar e contratar. Deram-me a escolher a hora e marquei ao fim da tarde para não faltar ás aulas.
Saí da Universidade fui a casa tomar um duche e produzir-me. Fui a um hotel muito bom que eu por acaso não conhecia e fui recebida pelo árabe, imaculado na sua veste branca e turbante. Muito simpático, simples e muito conversador. Explicou-me em que consistia o trabalho.
As oito selecionadas apanhávamos um avião para Nice, iam-nos buscar ao Aeroporto e levavam-nos para Cannes onde estava o barco e onde já dormíamos a bordo. Nas duas noites seguintes havia dois jantares a bordo e o nosso papel era sermos acompanhantes dos convidados. Cada uma de nós tinha um camarote e aí estaríamos com os convidados. Durante o dia íamos navegar com outros convidados que também devíamos assistir. Como já disse o pagamento era mesmo muito elevado. Quis-me ver despida e sem me tocar e de uma forma muito profissional fez muitos elogios ao meu corpo. Fui contratada.
Entretanto eram horas de jantar e convidou-me para jantar com ele caso estivesse disponível. Aceitei. Descemos, tomámos uma bebida no bar do hotel, perguntou-me se conhecia um bom restaurante, marquei, ele tinha um chauffeur à espera com uma grande limousine e fomos para o restaurante. O jantar foi muito agradável e bebemos muito. Era um homem culto, licenciado em gestão, falava muito bem francês e tratava dos negócios do patrão em toda a Europa. Era solteiro e passava a vida a viajar.
Muito directo perguntou-me se eu podia passar a noite com ele. Respondi que sim e voltámos para o hotel. No carro, beijou-me e apalpou-me. Quando correspondi, procurando o pau dele que estava bem grande, tive uma surpresa. Por baixo daquela veste branca estava totalmente nu. Muito prático. Chegámos ao hotel, subimos para o quarto e perguntou-me quanto tinha que pagar. Como eu já ia ganhar muito dinheiro e me agradava a companhia dele disse que não pagava nada. Percebi que marquei vários pontos na consideração dele.
Ligámos muito bem, muitos preparativos, muito meigo e muito competente. Fodemos em todas as posições possíveis e imaginárias, lambi-o e lambeu-me. O sexo anal foi do outro mundo. Ele tinha um pau grande e grosso e muito consistente. Veio-se por três vezes. Adormecemos por volta das 5 da manhã. Acabámos por só dormir duas horas porque tanto ele como eu tínhamos que trabalhar. Quando saí, fez questão de me entregar um envelope. Para terem uma ideia pagou-me seis vezes mais do que um cliente normal.
Amanhã conto tudo o que se passou em Cannes.
Muitas vezes fui contactada pelas agências de escort com quem trabalho para acompanhamentos prolongados. Nunca aceitei porque durante a semana não era possível por causa do meu trabalho na Universidade. Aos fins de semanas queria estar com o Michel e fazermos os nossos programas.
Fui mais uma vez contactada, era algo especial e eram três dias incluindo o fim de semana. Por coincidência o Michel estava nos Estados Unidos numa viagem de negócios por 10 dias.
Queriam selecionar 8 meninas para se deslocarem a Cannes (na Cote d`Azur, sul de França) e passar duas noites num grande iate a motor, propriedade de um árabe e onde iam decorrer dois jantares. Resolvi aceitar. Era uma experiência nova e pagavam uma loucura.
Disseram-me para ir a um hotel falar com um árabe, secretário e representante do dono do barco que ia fazer as entrevistas em separado com cada menina para nos selecionar e contratar. Deram-me a escolher a hora e marquei ao fim da tarde para não faltar ás aulas.
Saí da Universidade fui a casa tomar um duche e produzir-me. Fui a um hotel muito bom que eu por acaso não conhecia e fui recebida pelo árabe, imaculado na sua veste branca e turbante. Muito simpático, simples e muito conversador. Explicou-me em que consistia o trabalho.
As oito selecionadas apanhávamos um avião para Nice, iam-nos buscar ao Aeroporto e levavam-nos para Cannes onde estava o barco e onde já dormíamos a bordo. Nas duas noites seguintes havia dois jantares a bordo e o nosso papel era sermos acompanhantes dos convidados. Cada uma de nós tinha um camarote e aí estaríamos com os convidados. Durante o dia íamos navegar com outros convidados que também devíamos assistir. Como já disse o pagamento era mesmo muito elevado. Quis-me ver despida e sem me tocar e de uma forma muito profissional fez muitos elogios ao meu corpo. Fui contratada.
Entretanto eram horas de jantar e convidou-me para jantar com ele caso estivesse disponível. Aceitei. Descemos, tomámos uma bebida no bar do hotel, perguntou-me se conhecia um bom restaurante, marquei, ele tinha um chauffeur à espera com uma grande limousine e fomos para o restaurante. O jantar foi muito agradável e bebemos muito. Era um homem culto, licenciado em gestão, falava muito bem francês e tratava dos negócios do patrão em toda a Europa. Era solteiro e passava a vida a viajar.
Muito directo perguntou-me se eu podia passar a noite com ele. Respondi que sim e voltámos para o hotel. No carro, beijou-me e apalpou-me. Quando correspondi, procurando o pau dele que estava bem grande, tive uma surpresa. Por baixo daquela veste branca estava totalmente nu. Muito prático. Chegámos ao hotel, subimos para o quarto e perguntou-me quanto tinha que pagar. Como eu já ia ganhar muito dinheiro e me agradava a companhia dele disse que não pagava nada. Percebi que marquei vários pontos na consideração dele.
Ligámos muito bem, muitos preparativos, muito meigo e muito competente. Fodemos em todas as posições possíveis e imaginárias, lambi-o e lambeu-me. O sexo anal foi do outro mundo. Ele tinha um pau grande e grosso e muito consistente. Veio-se por três vezes. Adormecemos por volta das 5 da manhã. Acabámos por só dormir duas horas porque tanto ele como eu tínhamos que trabalhar. Quando saí, fez questão de me entregar um envelope. Para terem uma ideia pagou-me seis vezes mais do que um cliente normal.
Amanhã conto tudo o que se passou em Cannes.