No aeroporto de Paris fui apresentada ás outras 7 meninas pela responsável pela agência. Já conhecia 2 delas. Tínhamos tido programas em conjunto com clientes. Gostava bastante delas. As outras eram simpáticas e giras. Todas universitárias, excepto uma que já era médica. Fizemos a viagem para Nice, que decorreu normalmente e no aeroporto tínhamos uma navette à nossa espera e que nos levou a bordo do iate na marina de Cannes. O barco mais parecia um navio do que um iate, tal era a sua dimensão e luxo. Fomos recebidas pelo skyper, que nos ofereceu uma bebida de boas vindas e nos mostrou as nossas instalações. Cada uma de nós tinha um camarote enorme e com banheiro. Os camarotes mais pareciam suites de um qualquer hotel de luxo. Muito bem decorados e todos diferentes. Aí ficaríamos instaladas e receberíamos os convidados. Mostrou-nos as salas, várias e na maior , chamou-nos a atenção a existência de um varão.
O skyper disse-nos para irmos descansar pois que a noite seria longa. Seria servido um jantar em que só estariam presentes o proprietário e o irmão e as convidadas seriamos nós. Deviamos estar no bar às nove da noite e o traje seria uma saia, sapatos de salto agulha e topless. Prometia.
Como depois do jantar, já no salão, o árabe e o irmão gostariam que fizéssemos dança do varão, quem não tivesse prática podia treinar a dança durante a tarde. Só duas de nós nunca tinham feito varão mas com a nossa ajuda aprenderam rápido. Uma delas sabia muito bem fazer dança do ventre e todas aprendemos. Os árabes adoram a dança do ventre e achamos que devíamos fazer essa surpresa. Foi uma tarde divertida e de boa camaradagem.
Ás nove da noite encontramo-nos todas no corredor de acesso ao bar e entrámos todas ao mesmo tempo. Lá estavam os dois irmãos. Homens bonitos e muito simpáticos. Logo imaginei que por baixo daquelas túnicas brancas e imaculadas nada teriam vestido. De resto, logo na nossa entrada, deu para reparar que os seus paus ficaram mais volumosos.
Tomámos uma bebida, a conversa fluiu, falavam bem francês, o mais velho tinha estudado na Suíça francesa e o mais novo cursara economia em Paris.
Sensação estranha, nunca antes vivida por mim, estar sentada à mesa num luxuoso jantar com dois homens e todas nós em topless. Não falo de mim mas as minhas colegas tinham umas maminhas lindas. Dava para perceber que eles estavam encantados.
O jantar correu bem e num ambiente muito agradável. Depois do jantar passámos ao salão e em vez de começarmos pela dança de varão conseguimos surpreende-los e todas fizemos a dança do ventre. Passámos à dança do varão e depois disso pediram-nos para nos despirmos umas às outras e nos envolvermos duas a duas. Eles, sentados e impávidos, assistiam sem participar. Esta cena durou perto de uma hora. Deram-nos uma folha de papel em branco a cada uma onde escrevemos o nosso nome, dobrámos as folhas, misturámos e cada um deles à vez tirou uma folha. Foi a forma escolhida para saber com qual dos irmãos nós iriamos ficar. Calhei ao irmão do proprietário e nenhuma das que eu conhecia ficou no meu grupo. Cada um deles foi para o seu camarote acompanhado por 4 miúdas. Esses camarotes eram ainda maiores do que os nossos. Acho que nunca tinha visto camas tão grandes. Pela minha parte foi uma loucura. Acho que nunca tinha visto um homem ter um desempenho tão eficiente com quatro mulheres ao mesmo tempo. Foi chupado pelas quatro, fodeu-nos prolongadamente e com todas praticou sexo anal. Nunca gozou e esteve sempre muito erecto. Esta cena durou mais de uma hora. Bateram à porta, entraram as outras quatro todas nuas e nós, também nuas fomos levadas para o camarote do proprietário. Repetiu-se toda a cena e terminou com ele a gozar nas nossas caras. Recolhemos aos nossos camarotes. Durante o resto da noite, acordei por duas vezes com um deles e depois o outro na minha cama. Aí sim gozaram dentro de mim. Soube depois que o mesmo se passou com as minhas colegas.
Adormeci pensando como era possível aqueles homens terem tanta resistência.
Amanhã contarei o 2º dia a bordo.