GP durante um fim de semana louco VI- último janta

Por: carlos-141 • 13/07/2026 • 87427 leituras
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As instruções para o jantar e noite chegaram. Seria um jantar sentado, muito requintado onde devíamos comparecer muito bem vestidas. De realçar a preocupação de usarmos sempre sapatos com salto agulha. As oito meninas deviam estar no bar do iate às 8,30 da noite e os convidados chegariam por volta das 9 horas.
Muito produzidas chegámos ao bar pontualmente e pouco depois chegaram os dois irmãos. O proprietário fez grandes elogios ao nosso profissionalismo, disponibilidade, simpatia e beleza. Era o momento de saldar as nossas contas. Um envelope para cada uma de nós com o aviso de que os valores não estavam enganados. Fez questão de que abríssemos de imediato os envelopes, isto para verificarmos que eram cheques de um banco árabe e os valores três vezes superiores ao acordado aquando da entrevista em Paris e na qual fomos contratadas. Trata-se de outra galáxia. O dinheiro, para eles, tem um valor bem diferente. Depois de guardarmos os envelopes, entrou um tripulante com dois sacos que entregou a cada um dos irmãos. O proprietário disse então que o dinheiro não era tudo e que tanto ele como o irmão faziam questão de nos manifestar o reconhecimento através da oferta de um presente. Cada um deles nos ofereceu, uma a uma, um presente embrulhado com muito requinte e de uma das mais reputadas joalharias de Paris. Cada embrulho estava personalizado com os nossos nomes. Os presentes eram anéis, relógios, colares e colares de pérolas, brincos e pulseiras. A mim calhou-me um relógio Cartier que ainda hoje é o meu relógio e também uns brincos lindos que por vezes uso.
Confesso, ficámos todas muito sensibilizadas e mesmo comovidas. Que requinte e que educação. Chegaram os convidados. Seis homens, idades entre os trinta e os sessenta anos e que eram os melhores e melhores clientes das empresas do proprietário.
Desta vez eramos oito meninas para oito homens. O jantar muito bom e requintado correu muito bem. Não houve danças de ventre nem varão. Depois do jantar, muita bebida, uma luz ambiente muito suave e naturalmente cada homem escolheu o seu par. Senti-me muito honrada pois que fuia escolhida pelo proprietário. Nessa noite não houve troca de casais. Discretamente, cada casal saía da sala, ía para o convés, passeava lá fora até que recolhia ao camarote de cada menina. Depois de todos os convidados já terem ido para os camarotes foia a vez de o proprietário e do irmão irem também acompanhados para os camarotes deles.
Para mim, foi uma noite maravilhosa. Durante mais de cinco horas mantivemos uma actividade sexual sem tréguas. Sempre muito meigo, carinhoso e imaginativo. Usei todas as posições que conhecia e fiquei a conhecer mais algumas. Gozou dentro de mim pelo menos quatro vezes. Quando voltei para o meu camarote, despediu-se de mim com um enorme linguado e quis-me compensar com mais um envelope. Recusei e pedi-lhe que não insistisse. Educadamente aceitou e elogiou a minha posição.
Prometeu que sempre que fosse a Paris não dispensaria a minha presença. Cumpriu e ainda hoje é o meu melhor cliente. Sempre que vai a Paris não dispensa dormir comigo. Avisa-me sempre com alguns dias de antecedência. O Michel goza comigo e até já disse que não ficaria surpreendido se um dia eu fugisse com o árabe. Claro que ele sabe que eu nunca faria isso.
No dia seguinte de manhã cedo apanhámos um avião para Paris e nessa tarde ainda dei aulas e tomei parte numa reunião do Conselho Científico.
Acho que se não foi o fim-de-semana mais louco da minha vida foi um dos mais loucos. Mas tenho a certeza que foi o que mais me marcou.

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