GRÁVIDA, DEIXEI O VIZINHO ENCHER MINHA BUCETA DE PORRA

Por: ana-34 • 11/07/2026 • 169730 leituras
Capa do conto
Olá, aqui é a Ivy! Não vou me apresentar novamente, então leiam o meu primeiro conto (MEU CUNHADO FUDEU MEU CU NA PRAIA) pra saber mais sobre mim rs.
Vou contar para vocês sobre algo já mais antigo que aconteceu 2005, quando tinha meus 19 anos.

Como eu contei antes, eu engravidei cedo e me casei cedo com o pai do Davi. (Bem, pelo menos eu acredito que ele seja o pai do Davi). Ele é 7 anos mais velho que eu e na epoca tinha 25. Ele era filho de um dos amigos do meu pai e tinha jeito de safado e eu logo me interessei em dar pra ele. Eu fiz ele pensar que ele tinha tirado a minha virgindade (isso é bem coisa de novela da Globo kkk) e como o Marcos estava pra lá de bebado quando me comeu, acreditou.

Acho que ele comecou a desconfiar um tempo depois que nos casamos, mas ele nunca disse nada sobre isso. Engravidei e nossa vida virou de cabeça pra baixo, nos comprometemos, tudo mais, e passamos a juntar dinheiro pra irmos morar juntos.

Nesse meio tempo eu continuei na casa dos meus pais, mesmo com meu pai me olhando torto. A barriga começou a surgir e os enjoos foram passando, mas eu tava com um puta tesão. Marcos trabalhava o tempo todo e quase nunca vinha me ver a não ser quando saíamos para comprar os moveis da casa.

Nisso se passaram alguns meses. Eu fiz 19 anos com 5 meses de gravidez e meus hormonios estavam subindo pela parede. Sempre fui muito fogosa amava dar e não aguentava mais ficar naquela seca de dar só de vez em quando para meu ex-marido (na epoca meu noivo). Nos mudamos pra uma casa de aluguel. Nos primeiros dias, pareciamos estar em lua de mel. Marcos e eu trepavamos pela casa inteira, mas, o fogo foi esfriando. Tinhamos uma familia de vizinho que acabou se tornando amigo nosso. Viviam em nossa casa e tal. Eram casados já há uns anos e tinham um filho de 7 anos.

Foi num domingo que Marcos resolveu fazer um churrasco e bebedeira na nossa casa pra assistir um jogo de futebol com os amigos. Silvio, nosso vizinho, um cara alto, parrudo, de barba bem feita e pernas grossas veio tambem e deixou a esposa e o filho em casa. Eu já tava de olho nele há um tempo, sabia que ele tambem tava na minha. Minha barriguinha de 7 meses não escondia minha beleza na verdade me fez ficar com a bunda maior, inchou os meus peitos e me deixou ainda mais mulher.

Ele vivia de olho em mim.

Passei a tarde toda brincando com eles e passeando entre eles. Mesmo com meus pés doloridos da gravidez fui uma gravida bem ativa na minha primeira gestação. Eu acompanhei a brincadeira, sem beber, até a noite cair e eles estarem bebados pra um caralho na minha sala.

Menos o Silvio que estava meio quente, mas nitidamente lúcido.

Nem sequer precisamos de muito papo. Eu sabia que ele estava a fim e ele sabia que eu estava de peitinho duro pra dar de mamar a ele. Fomos pro meu quarto com o Marcos sem nem nos importar, com ele engolindo a minha boca e apertando meu rabo sem a menor dó; tirou minha blusa e me deitou na cama passando a mamar os meus peitinhos doloridos e me fazer gemer e me contorcer embaixo dele. Me beijou dos pés a cabeca, dando atenção a barriguinha já grande.

Silvio tinha força e porte de macho bruto tesudo mas surpreendentemente me fez sentir como se eu fosse a sua esposinha. Chupou minha bucetinha inchada já toda encharcada e lambeu meu cuzinho ate eu gozar na sua boca. Foi incrível. Aquele foi um dos melhores orgasmos. Depois ele me arreganhou como um frango assado e meteu na minha xota sem capa. Poderia ter sido perigoso, mas na hora eu tava tão extasiada que só pensava naquele pau me arrombando. E ele fez isso, devagar e com força. Me comendo e me beijando e sussurrando no meu ouvido como se nós fossemos amantes ha anos.

Abracei minha barriga e me entreguei. O deixei me comer e encher minha buceta de porra até não aguentar mais e deixar ela latejando por dentro e por fora. Toda arrebentada e gozada. No final, ele ainda pôs a jeba no meu rostinho e me fez abrir a boca pra ele esporrar na minha garganta. Engoli tudo, e depois fui dormir satisfeita e de xoxota dolorida.

Faz uns bons oito anos que não o vejo, mas até hoje me lembro do dia em que fui possuida como sua verdadeira mulher.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados