Gritei, Lacrimejei, Gemi e Até Gozei

Por: rafael-51 • 24/07/2026 • 232 leituras
Capa do conto

Eu era homem. ERA! Até o dia que vi aquela rola enorme no banheiro do shopping. Ficou na cabeça. Dois anos depois...

Na época eu ainda estava noivo e até sentia vergonha sempre que aquela rola invadia a minha mente. Eu lutava pra não lembrar daquilo. Mas... Volta e meia lá estava ela. Principalmente quando eu ia mijar. A comparação está inevitável. Costumava medir meu pau com a mão e imaginava aquela rola do lado, como pra ver a diferença. Houve uma ocasião, eu tava comendo minha noiva. Eu enterrei tudo, até sumir na buceta dela. E do nada, imaginei o quanto da rola daquele cara teria ainda pra entrar, se fosse ele ali. Senti uma coisa estranha. Muito estranha. Ao me imaginar sendo ele, deu um tesão muito grande. Tanto que logo acabei gozando e não era pra ir. Era dia de risco. Esse risco virou o Carlinhos, meu filho, agora com oito anos. As vezes olho pra ele e penso. Putz, se não fosse aquela rola na minha imaginação, ele não existiria. Esse lance foi evoluindo. E alguns dias depois, num banheiro público, pela primeira vez eu dei aquela esticada pra ver o pau do vizinho. Ele notou e fez cara de nojo pra mim. Deu vergonha. E se aquele tesão foi intenso daquela vez, em outra ocasião, já perto do casamento, eu consegui comer o cu da Leila pela primeira vez. Só que o tempo todo eu estava me imaginando ser o cara. O Carlinhos já tinha nascido, era de colo. E eu comendo a minha mulher, fingindo que eu estava no trabalho e aquele moreno estava enrabando minha futura esposa no meu lugar. Caralho! Que gozada GOSTOSA!
Nós casamos, e com uns cinco meses de casado, eu já tinha colocado no meu cu, muitas vezes, o consolo que eu e Leila costumávamos usar, sem ela nem desconfiar que eu também usava ele em mim as vezes. Nas nossas brincadeiras, eu costumava comer ela com ela também brincando com o consolo de um jeito, de outro. Sozinho em casa, eu já não sentia vergonha de enfiar aquilo em mim. Tudo sempre com todo cuidado pra não deixar rastro. E então, veio o dia. O meu dia. 21 de Março de 2023, por coincidência, meu aniversário. Doidera! Gosto muito de mulher. Não me sinto, nem nunca me senti gay. Mas eu estava bebendo na praça de alimentação do shopping, mexendo no celular, vendo os preços do Note que estava pra me dar de presente. Leila chegaria em duas horas. E quando eu me dei conta reconheci no mesmo instante. Era aquele moreno. Ele estava esperando uma menina que estava na fila, enquanto bebia chopp. Eu não conseguia evitar de olhar. Ele percebeu e balançou a cabeça. Se levantou e foi até a menina, disse algo e veio na minha direção, passou por mim me encarando e continuou. De repente parou em frente a uma loja e me olhou. Estava me convidando com os olhos. O banheiro era pra lá. De repente, a vontade de pelo menos ver aquela rola novamente tomou conta de mim. Coração disparado... Suando frio... Eu levantei e ele voltou a andar na direção do banheiro. Estávamos a uns dez metros um do outro. Então ele entro no corredor dos banheiros e eu entrei. Antes de dobrar na curva, ele me olhou sério. Quando eu entrei no banheiro ele estava entrando em um box. Haviam três rapazes. Eu esperei eles saírem e depois de quase infartar lutando contra o inevitável, eu empurrei a porta do box. E ele estava prendendo com a perna. A cara dele na brecha que se formou, me deu muita vergonha. Então eu entrei. E ele já estava com aquilo pra fora. Que vergonha! Humilhante você estar de frente pra um cara mais baixo que você, com uma rola tão grossa e grande, bem maior que a sua. Eu botei a mão meio tímido. Mas assim que segurei, aquilo era familiar. Costumava brincar muito com o consolo, que era parelha, imaginando ser aquela rola no meu domínio. Perdi a vergonha e me abaixei. Evitava olhar pra cara dele, a princípio. Mas assim que encostei os lábios naquilo, a vontade de olhar nos olhos dele era tão grande, que eu olhei. E fechei os olhos em seguida e comecei a mamar. Como está grande o tesão sair estava dando. Deu vontade de encarar ele e voltei a abrir os olhos. Então ele segurou a minha cabeça com as duas mãos e começou a dar movimentar. A rola não cabia na minha boca. Doía o maxilar. Então eu ficava na cabecinha, enquanto tocava suavemente pra ele, que ficava se remexendo, me encarando, com suas mãos no na minha cara. Então, meu celular tocou, dando um susto enorme em nós dois. Eu peguei ele na bermuda. Era a Leila. Não atendi. Então mandei mensagem, dizendo que estava no banheiro, ocupado. E era verdade. Ele sorriu e eu também. Foi espontâneo. Então voltei a chupar. Ela disse que já estava chegando, que pegou Uber. Eu disse que bom... Mas senti um pouquinho de descontentamento. Enquanto eu chupava, teclando, o Roberto fez cara de quem estava perto de gozar. E eu senti muita vontade de tomar aquela leitada no meu cu. Me levantei e arriei a bermuda e a cueca. Lambi bastante minha mão e esfreguei no meu cu. Então fiquei de costas pra ele, que já veio me posicionando. Quando eu senti a rola dele, que forçou pra dentro de mim, com o agarrão que ele deu, acabei soltando um gritinho. Quem tava no banheiro com certeza ouviu. Senti vergonha, mas a rola dele estava me rasgando. Eu suspirei e veio até lágrimas nos meus olhos. Estava muito gostoso sentir aquilo escorregando pra dentro desse mim. Mas estava também doendo uma barbaridade. Foi mesmo o tempo. Ele me apertou e eu senti ele gozando no meu cu. Isso me deu até arrepio, e então, veio os gemidos espontâneos. Era bom demais. Não consegui conter. Tão bom, que eu virei o pau pro chão. Pois veio aquele tesão louco e eu comecei a gozar. Ele estava terminando de me encher de leite e eu com as pernas tremendo, gozando feito louco, sentindo meu cu pegando fogo. Depois do alívio, eu estava ainda com ele engatado em mim. Ele foi tirando de vagar, com um chumaço de papel na mão, protegendo, pra gente não se sujar. Assim que tirou, meio que limpando meu cu, ele deu uma apertada nas minhas bunda. Guardou a rola disse onde achar ele no Insta e saiu. Eu ainda fiquei um tempo ali, pro pessoal que ouviu meus gritinhos e gemidos não ver a cara de quem estava levando no cu. E quando eu saí do banheiro, quem é que também estava saindo do feminino? Leila. Eu havia desligado o celular sem perceber. Ela estava preocupada, eu disse que estava com dor de barriga. Foi estranho. Mas deu tesão, conversar com ela, com o meu cu ardendo e molhado daquele jeito. Aí passarmos na praça de alimentação, pra irmos na loja que tinha o preço melhor, ele estava lá com a tal menina. A cara que fez pra mim... Aquilo foi bom demais.
E foi assim que eu me tornei Bissexual de um cara só. O Roberto já me comeu de tudo que é jeito. E a primeira esporrada dele nas minhas boca foi na terceira vez, no carro que ele alugou. Viciei. Inclusive tô cheio de cede de leite nesse exato momento.

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