No dia seguinte pediu para leva-la a escola ela continuava com a bucetinha ardida e combinei que lhe pegaria na saída, fui atender alguns clientes mas sempre pensando como tinha sido nossa noite, estava um pouco preocupado de como ela agiria pois a partir desses acontecimentos ela seria muito mais que minha filha e se ela conseguiria manter isso tudo somente em casa e lembrei de Claudinha, as horas não passavam não conseguia me concentrar nos meus afazeres, finalmente na hora marcada vejo as meninas de mãos dadas e conversando normalmente, as duas vieram ao meu encontro e Alana me abraçou e me beijou tentando colocar a língua em minha boca, não permite cumprimentei Claudinha com beijo em seu rosto e fomos para casa. Alana percebe meu sobressalto e pergunta se aconteceu alguma coisa eu respondo que ela não pode me beijar daquela forma na rua, ela sorri e fala, pai eu te amo e não vou esconder isso de ninguém se gostamos de viver dessa forma é só isso que me importa e nunca as opiniões de outras pessoas, sua amiga permanece quieta e Alana completa nem Claudinha diz qualquer coisa sobre nosso jeito ela até falou que gosta de nos ver juntos pelos carinhos que trocamos. Dei o assunto como encerrado porque não adiantaria continuar ela não mudaria suas atitudes, já em casa as duas foram tirar suas roupas de escola e vieram para o almoço, estavam vestindo apenas calcinha e top, outra coisa que já havia se tornado rotina, almoçamos tranquilamente apenas conversando sobre os estudos e os deveres a fazer naquela tarde.
No meio da tarde vejo que as duas estão muito quietas e vou ver o que estão fazendo, as encontro em meu quarto e para meu espanto Alana esta em pé ao lado da cama com a calcinha arriada até os joelhos e Claudinha sentada em minha cama e está passando pomada na bucetinha da amiga a qual soltava alguns gemidos, Claudinha perguntou se estava doendo ela entre os gemidos dizia que estava muito bom que não parasse de alisar o grelinho, fiquei escondido apenas obervando, Claudinha terminou de passar a pomada mas Alana pediu que continuasse pois estava muito bom e queria gozar ela deitou-se na cama terminou de tirar a calcinha e sua amiga continuo a toca-la ela rebolava muito e gemia pedindo para continuar até que tremeu todo o corpo no claro sinal do orgasmo que havia tingido, ficou alguns segundos desfalecida, Claudinha assustada com os espasmos do corpo da miga balançou seu corpo Alana apenas olhou para amiga e sorriu, levantou-se e se abraçaram e se beijaram mas somente um selinho, se soltaram e Claudinha disse que ficou com medo de eu escutar os gemidos da amiga, Alana sorriu e disse que não haveria problema algum se eu tivesse escutado meu pai é muito tranquilo com essas coisas veja como estamos vestidas e tenho certeza que ele adoraria saber que temos um cazinho rsrsrsrsrsrs só nos pediria que fossemos discretas na rua mas aqui não se importaria, se você permitir eu falo com ele agora, Claudinha deu um pulo da cama, você tem certeza que ele não vai brigar com nós?? Alana respondeu para você ficar mais tranquila vamos fazer uma coisa, vamos nos mostrar aos poucos e podemos começar não usando mais top, vamos ficar sempre somente de calcinha mas preciso te confessar uma coisa, quando você vai embora eu fico é nua mesmo Claudinha disse que já desconfiava disso pelo jeito que nos tratávamos disse que já tinha notado eu fazer carinhos na bundinha da amiga e muitas vezes por dentro da calcinha eu acho isso legal, minha mãe as vezes faz o mesmo em mim e se o tio fizesse carinhos em mim eu deixaria, Alana sorriu e falou então vamos lá pode tirar esse top e vamos nos escritório conversar com meu pai, nessa hora percebi que era a deixa para eu voltar pro meu canto e esperar pelas duas, e também procurar diminuir o tamanho do meu pau que estava bem duro pelo o que eu havia presenciado. Foi o tempo exato de eu sentar e as duas entraram correndo no meu escritório, Alana se atirou no meu colo e me beijou minha boca dessa vez permiti que colocasse sua língua em minha boca, Claudinha apenas observava minha fila puxou a amiga para meu colo e a menina perguntou se podia sentar em minha perna, acariciei seus cabelos e perguntei porque as duas estavam sem top? Alana respondeu ahh pai ta calor e agora ela sabe que em casa sempre fico bem a vontade, eu perguntei o que a mãe dela acharia disso, a menina respondeu que com certeza não iria achar ruim ela sabe do carinho que o Sr. tem por mim e tem total confiança, eu disse que por mim tudo bem, Alana me beijou novamente e ficamos olhando para Claudinha e ela perguntou, Tio posso te beijar assim também?? Segurei seu rosto e beijei seus lábios não da mesma forma que beijo minha filha, e a danadinha já pulou e disse ahh Pai assim não vale, ela pediu o mesmo beijo segurei o rosto de Claudinha e dessa vez coloquei a língua entre seus lábios, no início ela ficou um pouco desajeitada sua língua ficou estática no começo mas logo começou a se mover e se tornou um beijo delicioso e cheio de carinho nos separamos e as duas se olharam e para minha surpresa se beijaram também, imaginei que elas iriam mais devagar, após o beijo resolvi conversar com as duas, meus amores mais alguém sabe disso?? Não pai queremos que só você saiba porque queremos namorar aqui em casa?? Namorar Alana, vocês tem certeza disso?? Claudinha respondeu que sim as duas se amavam e queriam ter liberdade em casa, perguntei se a mãe dela aprovaria isso? Não sei Tio por enquanto queremos que só o Sr. saiba disso, passamos semana toda juntas aqui e achamos melhor não dizer nada a ela ainda, respondi que por mim tudo bem mas ela precisariam tomar certos cuidados mesmo ficando só em casa, elas aceitaram tudo que eu pedi e saíram abraçadas e felizes. O resto da semana transcorreu normalmente com as duas em casa se beijando e se amassando muito e a noite eu e Alana nos divertíamos muito em nossa cama, na sexta feira a tarde recebo uma ligação da mãe de Claudinha perguntando se a menina poderia ficar o final de semana em minha casa, ela teria um curso em outra cidade, respondi que não haveria nenhum problema. Dei a notícia para elas, ficaram super felizes seria a primeira vez que dormiriam juntas e eu com certeza ficaria sem minha filha na cama. Após nosso jantar arrumamos tudo e pedi para elas irem ao banho as duas dão um sorrisinho maroto e logo estão as duas no chuveiro e escuto Claudinha me chamar, as duas estão dentro do Box, lindas e Claudinha começa a falar, Tio Alana me contou tudo sobre vocês, fiquei paralisado não conseguia esboçar nenhuma reação só sai do transe com as duas jogando água no meu rosto, olhei sério para Alana e nem consegui dizer nada Claudinha disse, calma Tio ta tudo bem nunca vou dizer nada disso para ninguém, eu já desconfiava de alguma coisa por causa dos carinhos e liberdade que temos aqui sei que voc6es dois todos os dias tomam banho juntos e hoje eu estou aqui e não quero atrapalhar por isso te chamei aqui venha banhar tio, eu não conseguia me mover as duas percebendo meu estado saíram do Box me despiram me colocaram em baixo do chuveiro, só nesse momento com a água caindo sobre minha cabeça foi que cai na real e percebi o que estava acontecendo, não tinha mais nada a ser feito a não ser deixar aquelas duas meninas me conduzirem. Alana tomou a iniciativa me beijando pegando meu pau com firmeza me punhetando para logo após me chupar como só ela sabe fazer, Claudinha não perdeu tempo e ocupou minha boca com seu beijo, me sentia no paraíso no meio daquelas meninas e não demorou para eu encher a boca da minha filha de porra. Alana se levanta e beija a amiga para ambas sentirem o meu gosto, as duas me carregam para cama, é a primeira vez que vejo as duas em carícias mais ousadas, Claudinha toma iniciativa fica sugando os seios de Alana que somente geme pede mais, amiga obedece mas coloca sua mão na bucetinha isso foi um choque no corpo da minha filha que passou dos leves gemidos aos espasmos de seu corpo, ela forçava a cabeça da amiga contra seu corpo, chupaaaaaaaaaaaaa, aaaaaahhhhhhhhhhh, chupa putinhaaaaaaaaaaaa, rebolava alucinada com o prazer que estava sentindo e pelo gozo que se aproximava, ela esfregava o rosto da amante em sua bucetinha e logo gozou, ahhhhhhhhhhh to gozando, pai to gozandooooooooooooooooooooooooo, Claudinha subiu pelo corpo de minha filha e se beijaram o rosto estava todo lambuzado pelo gozo da amiga amante, Alana descansou alguns segundos pegou a amiga ew disse, agora eu vou te mostrar o que é gozar foi descendo pelo corpo da amiga e deu uma leve mordida no grelinho, Claudinha soltou um gemido de dor e minha filha disse, isso putinha geme gostoso, virou a amiga a colocou de quatro na cama enfiou sua boca na bucetinha e ficou mamando muito a Claudinha miava e rebolava muito pelo prazer que sentia para minha surpresa Alana lambe o cuzinho e mete um dedo, toma no cu putinha vou te arrombar, com a outra mão ela batia na bunda da menina que rebolava e pedia mais, mete mais amorrrrrrrr, arromba sua putinhaaaaaaaaaaaaaaaaa, minha filha manda sua amiga pegar meu pau e chupar, a menina obedece mas por total falta de experiência passa os dentes na cabeça peço para ela ir com calma, Alana vem para perto pegfa meu pau e mostra para amiga como chupar sem machucar, ela aprende rápido e Alana volta a meter e bater na bunda da amiga só que agora ela já mete dois dedos no cuzinho o que faz a menina soltar um gemido abafado num claro sinal da dor que estava sentindo mas não pede para parar ela continua rebolando muito, meu parecia que ia estourar tiro da boca da Claudinha coloco Alana de quatro e meto com vontade na sua bucetinha, ela solta um grito de tesão se transforma e mete com mais força seus dedos no cuzinho da amiga, Alana estava alucinada mas meu tesão era tão grande que só queria foder e gozar, minhas estocadas estavam cada vez mais fortes e não demorou para eu encher a bucetinha com muita porra, ela sentindo sua bucetinha encharcada de porra pega a amiga pelos cabelos e faz a menina chupar sua buceta, gritando, chupaaaaaaaaaaa, bebe a porra do meu pai vadiaaaaaaaaaaa, chupa to gozandooooooooooooooooo, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, chupaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, caímos os três exaustos, as duas se beijaram muito e Claudinha perguntou se ela tinha me machucado, disse que estava tudo bem, mandei as duas para um banho e durante alguns minutos fiquei pensando o porque minha filha se transformava na cama, ela sentia muito prazer com a dor e agora também pela dominação, sua mãe havia deixado marcas, fui me refrescar com as meninas, elas estavam felizes e Claudinha com marcas em sua bundinha, agora éramos cúmplices, ligados para sempre pelo nosso segredo.