São jovens como nós. Há uns dois anos atrás precisei de ir ao Porto buscar uns documentos de um processo de herança. Fui e fiquei hospedada na casa deles. O Roberto, nome dele, estava a viajar em negócios e ficamos só nós as duas no apartamento.
Num desses dias, a Márcia, que por volta das 21 horas ainda não tinha chegado a casa, telefonou dizendo que ia chegar bem tarde, se não de manhã, pois tinha um caso complicado no hospital. Pediu-me que dormisse na sua cama pois o Roberto ia telefonar e assim seria mais fácil de eu atender e transmitir o seu recado.
Assim fiz. Depois de comer, fui ao meu quarto, arranjei-me e fui dormir no quarto dela. Estava tão cansada que dormi logo. Imaginem agora... o Roberto chegou, tomou o seu banho e veio deitar-se na sua cama, eu estava a dormir e comecei a sentir algo... na altura pensei que estava a sonhar... era tão normal para mim sentir um membro entre as minhas pernas, o que fiz foi só abri-las. Comecei a receber aquele membro por trás, na minha ratinha.
De repente, acordei desesperada, virei-me de frente e vi-o. Ficámos os dois sem graça e eu aflita. Para verem a situação, eu estava de camisa de dormir e ele já nu, de pau feito. Não pude deixar de olhar para aquele membro que me despertou a atenção. Expliquei o que tinha acontecido, ele não se vestia e eu disse que ia para o meu quarto e que lhe pedia desculpas. Ele disse que não tinha importância, que foi apenas um acidente, só o zequinha dele é que ia ficar triste pois já não ia haver festa. Eu ri-me e disse que dava para notar que ele queria... disse que ia tomar chá e fui à cozinha.
Ele vestiu umas cuecas e depois foi ter comigo. Começámos a conversar, a falar de tudo, de sexo inclusive, aquelas perguntas triviais, o que já tínhamos feito, etc. Já estávamos tão à vontade que ele disse que antes de se deitar ia bater uma para se aliviar, pois tinha ficado muito excitado. Perguntou descaradamente se eu também o ia fazer. Eu disse que provavelmente não... ele disse que eu tinha os mamilos duros e que se notavam na camisa. Perguntou se eu já tinha masturbado alguém e se não queria masturbá-lo, mas meio a brincar. Eu respondi que... primeiro a masturbação, depois ele ia querer mais e eu não podia fazer.
Então, pediu que eu fechasse os olhos, pois ele ia fazer-me uma coisa que eu ia gostar, mas que eu não tivesse medo. Eu consenti, fechei os olhos, ele virou-me de bruços e passou o dedo levemente por trás no meu rabo. Arrepiei-me! Ele perguntou se eu tinha gostado e riu-se. Resolvi entrar no jogo.
«Ai queres jogo? Então também vou fazer», disse-lhe. Sentou-se e fechou os olhos, com o seu membro teso. Passei os dedos pelo mastro por cima das cuecas, ele gemeu e disse: «Ai, caralho... é bom...»
Ele então abriu os olhos e tirou as cuecas. Começou um movimento de masturbação à minha frente. Não dizia nada, apenas se punhetava. A certa altura pegou na minha mão, levou um dos dedos à minha boca e depois passou-o na cabeça do pau e sacanamente gemeu. Disse que agora era a minha vez de fechar os olhos. Eu que ficasse em pé... Então, tirou-me a camisa de dormir e disse para eu continuar de olhos fechados. Com a mão por cima das minhas cuecas, sentiu que eu estava molhada. Disse-me que ficasse descansada pois não me iria foder. A não ser que eu pedisse.
Contentou-se em beijar-me as mamas e morder-me os mamilos e depois foi-se sentar e disse para eu abrir os olhos. A seguir, disse: «Tens um belo corpo. Aposto que davas uma bela foda. Agora estou a fantasiar que te comia de diversas maneiras...», isso enquanto se punhetava.
Eu ri-me e aproximei-me dele para agarrar aquele pau. Ele não deixou. Disse que queria que eu tirasse as cuecas devagar e que lhe fizesse um strip. Pois bem, em pé fui-me acariciando na cona e tirei lentamente as cuecas até ficar nuinha. Aproximei-me e ele disse:
«Agora que sei que queres levar com ele, vai ser à minha maneira. Pede! E com tesão!» «Deixa-me lamber-te», disse eu. «Não é assim que uma putinha vai-me lamber... Pede outra vez.»
«Quero chupar esse pau até às bolas!» «Agora, sim, podes chupá-lo.» Chupei aquele pau durante longos minutos e ele prendeu-me a cabeça quando se começou a vir e disse que eu ia chupar todo o leite, até ao fim. Assim foi. Engoli-o, mas deixei escapar algum. Entretanto, ele levantou-se e disse que agora tinha de me pôr de bruços no chão, de joelhos, para que a cona ficasse bem aberta e levantada. E ordenou:
«Vai, pede!» Eu, cheia de tesão, disse que ele tinha de me foder bem forte para que eu me viesse como uma cadela. Ele, por trás de mim, começou a enfiar bem forte e a dizer coisas como:
«Que puta eu arranjei que me dá esta cona bem boa... Agora, geme e grita, cadela!» Agarrou-me pelos cabelos enquanto me fodia até que eu comecei a sentir-me a vir e gritei. Ele disse que agora eu ia levar no cuzinho. Perguntou assim:
«Cabra, já levaste por trás?» Eu disse que sim e ele então apontou para o buraquinho e começou a penetrar. Rasgou-me o buraco todo, pois a última vez que tinha levado no ânus já havia sido há dois anos. Mas ele adorava ouvir-me a dar ais de dor, até que eu comecei a gemer e passei a ser eu a dizer palavrões!
«Vai, cabrão, monta-me! Achas que essa piroca vai-me satisfazer? Vais ter que me foder bem gostoso... A tua mulher gosta de levar com ele?» Enquanto me fodia, pedi para ele descrever como fodia a sua mulher. Ele disse que a mulher era uma cabra que gostava de levar no cu e de ser xingada... como eu. Éramos as suas putinhas e confessou que o que mais queria era que ela estivesse ali connosco a foder.
Veio-se a gritar e ficámos um bocado agarrados um ao outro. Depois levantámo-nos, fomo-nos lavar e dormir. Quando me levantei, estavam eles os dois a tomar pequeno-almoço. Ela perguntou-me se tinha passado bem a noite e eu disse que foi maravilhosa!