Ida ao bar

Por: ana-138 • 11/07/2026 • 213615 leituras
Capa do conto

Sempre gostei de bolinar minha esposa em locais onde tenha pessoas por perto ou cercados por pessoas realmente a excitava bastante. Um dos nossos lugares favoritos para fazer isso era dentro de bares lotados, cinemas, baladas e outros locais. Nessas ocasiões ela costuma ir sem calcinha e soutien para que eu pudesse ter acesso fácil ao seu corpo. Estivemos praticando esses jogos por anos. Tínhamos ido a um bar, que não conhecíamos ainda. Mas gostamos dele imediatamente, pois estava muito lotado. Nós abrimos caminho até o bar. Eu pedi bebidas e enquanto o barman negro foi buscá-las, eu me virei para ela, que já tinha colocado um pé no guarda-pés do bar e se inclinado ligeiramente.
Enfiei minha mão pela frente e debaixo de sua saia e comecei a esfregar sua boceta raspada. Comecei a correr o meu dedo dentro e fora de sua boceta molhada. Estar ali, no meio daquela multidão barulhenta, era muito emocionante para nós dois. Ela com os olhos fechados e murmurando como ela faz quando está excitada. O barman voltou com as bebidas, então eu tive que retirar minha mão da buceta, para pagar-lhe. Eu tomei um gole da minha bebida e quando eu coloquei minha mão de volta debaixo da saia dela, havia outra mão dedilhado sua boceta. Eu fiquei temporariamente atordoado. Eu não podia acreditar que algum cara daqueles tivera a coragem de fazer algo tão descarado. Ele apenas olhou para mim e sorriu. Eu olhei para ela. Ela não tinha aberto os olhos, e ainda estava murmurando. Ela apenas não sabia, ou não se importava de quem era o dedo dentro dela, contanto que ela estivesse sentindo prazer.
   Cutuquei-a para chamar sua atenção, quando ela olhou para mim, eu balancei a cabeça em direção ao homem ao lado dela. Ela sorriu para mim e disse: Está tudo bem, querido, eu sei. Então fechou os olhos novamente e voltei a ouvir o seu gemido dengoso.
Um outro cara olhou para o primeiro, por cima do ombro. Então ele arrodeou e parou atrás dela. Ele deslizou suas mãos em volta da cintura dela e então segurou seus seios. Ela gemeu. O barman se aproximou e disse para os dois rapazes. O barman aproximou e falou, façam isso ou lá fora ou em um canto mais discreto.
Antes que eu percebesse o que estava acontecendo, os dois caras estavam se dirigindo para a porta com a minha esposa entre eles. No momento em que eu os alcancei no estacionamento, o primeiro cara estava abrindo as portas de trás do carro. Chamei-a e ela virou-se e disse, está tudo bem amor, eu quero fazer isso. Eu ainda estava olhando não acreditando quando o barman negro se aproximou e me disse, se rolar alguma coisa eu também quero. Ela estava apenas com o vestido, que foi tirado rapidamente. Um dos caras logo estava entre suas pernas e metia seu pau dentro dela. O outro cara já tinha o pau em sua boca. Isso realmente me surpreendeu, ela sugando o pau de um estranho como se isso fosse algo que ela fizesse todos os dias.
Olhei para o cara entre as pernas dela. A bunda dele estava indo para cima e para baixo enquanto ele estava fodendo a minha esposa. Ela obviamente estava gostando, a julgar pelo barulho que estava fazendo. Então o cara começou a ir mais rápido e eu podia ouvir seus grunhidos, enquanto ele começava a lançar seu esperma dentro da doce boceta. Eu nunca tinha estado tão excitado na minha vida; parecia que meu pau ia explodir. Assim que o cara entre as pernas dela saiu, eu me para tomar seu lugar. Quando eu estava posicionado e tinha o meu pau na mão pronto para mergulhá-lo na linda buceta dela, ela abriu os olhos. Quando ela viu que era eu, ela puxou o pau que estava dentro da sua boca e gritou você não eu quero ele, disse ela apontando para o barman. Ao ouvir isso, ele prontamente me empurrou para fora do caminho. Dizendo a vagabunda conhece uma coisa boa quando vê uma, disse com um sorriso. Tive de ficar assistindo ele usando ela. O cara que tinha transado com ela primeiro me disse não leve isso muito a sério, ela só quer um pouco de diversão de alguns paus de verdade.
Ele começou a rir quando ele apontou para o meu pau, nunca achei meu pau pequeno, mas devo dizer, esses três caras eram muito maiores. Quando o negro começou a gozar dentro da boceta dela, ela realmente começou a gritar de prazer, a propósito, seus gritos eram entrecortados pois o outro cara estava gozando na sua boca.
Quando os três caras gozaram o primeiro deles me disse, Um deles me disse você pode ter a sua vez agora. Houve mais risos às minhas custas, mas quando eu entrei no meio das pernas de Beth novamente para ter a minha vez, ela disse, não amor, ainda não, sabe aquela coisa que eu gosto muito. Meio sem jeito pergunto, que coisa. Você sabe. O jeito como você chupa meu clitóris, que me faz gozar e gozar.
Eu não queria fazer isso ali, vendo que sua boceta estava coberta de porra e muito mais estava escorrendo para fora dela. Ela pedia, preciso gozar um pouco mais. Por favor chupa. Gritou o negão, vai corno, você sabe que você quer isso, Ele estava certo, eu queria. sem mais hesitação, mergulhei minha cara naquela buceta esporrada, enterrando meu rosto em toda a sua beleza. Os risos dos três homens desapareceram dos meus ouvidos enquanto as coxas dela apertavam os lados da minha cabeça, me trancando.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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