Liberando minha esposa p/pagar aluguel da casa III

Por: felipe-153 • 12/07/2026 • 110509 leituras
Capa do conto
(Continua)
Eu e a Renata continuávamos sem conseguir arranjar emprego. A nossa situação financeira tornava-se insustentável, chegando a ficar com vários meses do aluguel da casa em atraso. O Sr. José pressionava-nos de forma rude, mas nós não tínhamos como pagar.

O velho era dono de um bar de má fama perto da cidade, frequentado por marinheiros, que procuravam mulheres fáceis. Num dia o velho propôs um salário á Renata para trabalhar no bar. A situação não era do meu agrado, mas a Renata percebendo a nossa situação financeira aceitou.

Tal como as outras empregadas do bar, a Renata tinha de servir á mesa com uma lingerie super curtinha. Para os clientes que pagassem uma garrafa de champanhe, a Renata teria de fazer-lhes um pouco de companhia, por vezes trocando uma pequenas caricias, ou mesmo sentando-se ao colo dos clientes, que aproveitavam para se roçarem no seu rabo, ou para passarem as mãos pelas suas pernas. Alguns clientes mais rudes segredavam-lhe ao ouvido, o quanto lhe pagariam para lhe lamber as mamas, ou para a foderem. As outras empregadas iam aceitando, subindo aos quartos do primeiro andar. A Renata ia-se recusando, justificando-se que era casada. O velho, como dono do bar perdia a comissão, o que o deixava bastante irritado, questionando a Renata sobre quem pensava que era? Era uma puta igual ás outras, gritava o velho.

Todo aquele ambiente excitava a Renata, que sempre tinha sido uma mulher muito quente. Numa noite, um dos melhores clientes do Bar, um velho dono de vários armazens, propos-lhe subirem a um dos quartos, a troco de várias notas. A oferta era irrecusavel. Mal entraram no quarto, o velho começou a beijar a Renata, começando a despi-la. O homem parecia louco com o corpo da Renata, lambendo-a toda, primeiro a boca, depois lentamente o pescoço, depois as mamas, passando a língua de forma circular pelos bicos das tetas da Renata, deixando-as cheias de saliva, depois tirando-lhe as cuequinhas, começou a lamber-lhe o grelo, enquanto lhe enfiava um dedo na buceta primeiro, depois dois dedos e depois por fim três dedos, alargando-lhe assim a buceta, provocando-lhe alguma dor, mas em simultâneo uma excitação imensa.

A Renata sentia a buceta a latejar, de forma crescente sentia-se a explodir de tesão, entregando-se aquele velho ordinário, como nunca tinha pensado entregar-se a um desconhecido, logo ela que era uma mulher casada. Estava completamente nua, com as mamas inchadas de tesão e de pernas abertas, sendo lambida por aquele velho tarado. De repente ouviu um barulho, teve a sensação de que estava a ser observada, abriu os olhos e viu o Sr Jose escondido, observando-os, enquanto se masturbava.

Ela voltou a fechar os olhos e a entregar-se aquele homem desconhecido, que agora lhe colocava o seu grosso e enorme caralho em frente da boca e lhe dizia: "vá puta, chupa, que foi para isso que te paguei". A forma ordinária e agressiva como o homem lhe falava excitava-a mais. A Renata começou então a lamber aquele caralho lentamente, percorrendo primeiro com a lingua o pau em toda a sua extensão, depois começou a lamber e a chupar a glande que derramava um liquido branco expesso. Foi então que o homem lhe disse: "Isso, isso, continua, puta, mas olhando para mim". A Renata ficou assim a chupar o pau e a lambê-lo durante um longo tempo, até o homem lhe ordenar que se pusesse de gatas. Ela sentia-se então num estado de excitação extremo, implorando ao homem que lhe fudesse a buceta. Mas o homem posicionou-se por trás, com as mãos abriu as suas nádegas dela e cuspiu primeiro para dentro do buraco, depois encostou o seu pau no buraco do seu cuzinho. Depois enterrou-o bem fundo, levando a Renata a soltar um enorme grito. Então o homem começou a fode-la com força. Ela começou então a gemer de prazer e com uma das mãos a massajar a sua buceta até gozar que nem uma cadela no cio. O Sr Jose escondido, continuava a masturbar-se observando as mamas da Renata a baloiçar ao ritmo das estocadas do homem. Foi então que o homem começou a soltar enormes jatos de porra no cuzinho da Renata.

Nessa noite a Renata chegou a casa ainda cheia de desejos por saciar. Ainda trazia a buceta melada. Fodemos, como á muito não o faziamos.

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