Luciano? Você não tem vergonha em trair sua esposa, cara? – Perguntei uma vez para ele.
Eu não Paulo! Meu fogo é grande e ela não da conta de mim! – Ele respondeu rindo dizendo que era viciado em sexo.
Você é um tremendo de uma sacana Luciano, isso sim!
Num certo final de semana meus pais, sua sogra, sua esposa com o filho foram a um evento social, mas como eu detestava essas reuniões fiquei em casa e chamei Luciano para assarmos “uma carninha”. Compramos a carne e cervejas e ficamos tranquilos, sem o falatório das mulheres e sem choro de criança.
Já havíamos tomado várias cervejas e já havíamos esvaziados os tanques várias vezes, mas teve uma hora em que fui ao banheiro tirei meu pinto por entre as pernas do calção e comecei a urinar, de repente Luciano entra também, abre a bermuda, tira o pau pra fora e começa a mijar junto comigo. Fiquei na minha, acabamos de mijar sacudimos nossos pintos e voltamos para o quintal.
Sentamos-nos de frente um para o outro e continuamos a beber e comer e então ele começou a contar sua última transa com uma loira que havia conhecido na fila do banco. Como sempre ele me contou nos mínimos detalhes e ficamos os dois excitados, como meu calção era de um tecido mole, não tive como esconder meu pau duro. Rimos muito de tudo o que ele me contava e então ele me perguntou se eu toparia vê-lo fuder algum dia.
Opa! Claro que quero Luciano! Mas... Será que ela vai topar?
Besta, ela não precisa saber, você fica escondido. Lá onde eu trabalho tem várias salas com o vidro escuro e ela nem vai saber que você esta lá! – Ele era vigia de um enorme galpão, o lugar estava vazio, mas era necessário um vigia por causa dos vândalos.
Então topo sim! – Respondi todo animado, pois assim teria a oportunidade de vê-lo nu.
No final de semana, seguinte, num sábado, ele me chamou no muro e me disse que já estava tudo acertado, mas eu tinha que ir primeiro para que a mulher não me visse. Ele já havia dito para sua esposa que ia jogar bola e eu disse aos meus pais que iria à casa de um amigo. Luciano me deu uma chave e depois de uns trinta minutos eles chegaram. Mesmo com o vidro escuro fiquei com medo de que ela me visse, mas que nada, de onde eu estava dava para ver tudo, e embora Luciano soubesse que eu estava ali, eles não podiam me ver.
Eles foram entrando e Luciano já foi tirando a roupa e a visão daquele homem corpulento já me deixou excitado. Enquanto ela se despia, Luciano começou a chupar peitos de Renata (depois ele me falou o nome dela), a morena se contorcia, não dava para ouvir os sons, mas com os trejeitos que fazia com a boca dava pra imaginar que ela estava gemendo. Luciano chupava os peitos daquela mulher com maestria e enquanto sugava seus mamilos sua mão acaricia sua buceta depiladinha e a rola dele pingava baba, eu, acomodado em uma cadeira tirei minha roupa e, peladão, comecei a bater punheta. Ele a masturbava chupando seus peitões e apalpando sua bunda, ela se contorcia e mordia o lábio inferior. Depois de um tempinho Luciano a colocou de quatro em cima de uma mesa, abriu sua buceta e meteu a boca e ele a chupava com vontade.
Agora sei por que a mulherada gosta de dar pra Luciano! – Pensei. O cara sabe mesmo dar prazer para elas.
Luciano a fez descer da mesa e ficar com as mãos escoradas nela, ele se acomodou entre suas pernas, encostou a cabeça do pau naquela buceta úmida e foi enterrando a pica, a morena arqueou o corpo quando sentiu a vara entrando e ele atolou até o talo. A visão do pau de Luciano sendo enterrado na buceta me deu vontade de senti-lo dentro de mim e enquanto me masturbava comecei a dedilhar meu cu. Que sensação gostosa! Eu me contorcia na cadeira, queria aquela rola em mim, e em dado momento Luciano falou alguma coisa no ouvido de Renata ela riu e fez um “sim” com a cabeça, ele olhou para onde eu estava e fez sinal com a mão me chamando, meu coração disparou, batia tão forte que sentia meu corpo inteiro pulsando, fiquei observando por alguns instantes para me certificar se ele estava me chamando mesmo e quando ele sinalizou pela segunda vez entrei já pelado na sala onde eles estavam. Renata olhou para mim e sorriu fazendo sinal para que me aproximar.
Aproximei-me dos dois, meu pau latejava, a rola de Luciano estava toda dentro daquela buça gulosa e deu pra perceber que ela estava molhadinha. Encostei meu pau babado na boca de Renata e ela me abocanhou sorvendo cada gota de minha baba, ela me mamava como uma bezerrona e Luciano, atarracado atrás dela, observava e metia devagar. Enquanto ela me chupava eu ficava olhando para o corpo de Luciano, desejando-o, agora ele metia com seu tórax apoiado nas costas de Renata e apertava as pontas de seus peitos, o que fazia aquela safada gemer, rebolar e engolir minha vara até alcançar sua garganta e a cada engolida eu me controlava para explodir em gozo. Luciano, muito sacana e experiente, notando que eu o reparava levou as mãos até meus mamilos e começou a aperta-los. Fechei os olhos e suspirei fundo quando olhei para Luciano e fez sinal que eu fizesse o mesmo com ele. Nem titubeie. Segurei seus dois mamilos e comecei a aperta-los, ele mordeu o lábio e atolou com força na buceta de Renata.
Vem cá Paulo! – Disse Luciano tirando a vara melada de dentro daquela buça. – Atola seu pau no rabo nessa safada!
Acomodei-me atrás de Renata, Luciano abriu a bunda dela para mim, encostei minha rola e fui enfiando, é claro que meu pau era menor que o de Luciano, mas mesmo assim Renata foi gemendo a cada pedacinho que ia entrando e então a segurei palas ancas e comecei a dar estocadas fortes, tirava meu pau e atolava com força. Luciano ficou ao meu lado olhando, punhetando e apalpando as próprias bolas. Aquilo me dava mais tesão.
Agora é meu turno de novo Paulo! – Disse Luciano dando uma pisadinha para mim e pediu para que Renata ficasse de quatro.
Renata ficou de quatro sobre um colchão que Luciano havia levado para lá, ele ficou atrás dela e foi enfiando novamente o pau naquela buceta até ficar só com as bolas de fora e ficou bombando devagar. A morena fogosa não aguentou e despejou um jato de porra misturado com mijo, sentindo aquela goza quente Luciano gemeu, eu, que já estava explodindo me deitei sob o corpo de Renata, na posição sessenta e nove, ele começou a chupar meu cacete e eu meti a boca na xota dela com o pau de Luciano lá dentro. Ela urrou.
Naquela posição eu tinha visão perfeita do caralho de Luciano arrombando a xota de Renata, enquanto ele a fodia e via seu saco enorme e peludo balançando bem perto de meu rosto, chegando a roçar meu nariz e aquele cheiro de porra e mijo de Renata mais o suor de Luciano me deixaram extasiado e sem pudor. Luciano bombava forte na xota de Renata e ela deu outra gozada na vara de Luciano, a goza dela espirrou em meu rosto e escorreu pela buceta e ficou pingando no meu peito, nesse momento Luciano tirou o pau de dentro dela e eu aproveitei e o chupei. Aquele cheiro e o gostinho azedo de pólen me deixaram louco. Luciano tirou o pau de minha boca e enfiou na xota de Renata novamente e assim ficou alterando... Xota e minha boca.
Eu estava com muito tesão e queria Luciano dentro de mim, estão fiquei de quatro ao lado de Renata, oferecendo meu cuzinho para ele. Luciano passou a mão em minha bunda, tocou meu cuzinho e lambeu meu rabo, sua língua brincava em meu cuzinho me deixando lubrificado, depois encostou-se em mim, colocou a cabecinha e deu uma forçada, aquilo doeu, mas aguentei firme, ele parou por alguns instantes e depois enfiou mais um pouco, por fim o tesão falou mais alto e ele atolou tudo, sem dó, senti minhas pregas se rompendo, a dor foi lacerante, mas Luciano não parou, pelo contrário, deu algumas bombadas tirou o pau do meu cu, o que deu um grande alívio, e atolou na buceta de Renata novamente, bombou um pouco e atolou no meu cu de novo, empinei meu corpo quando o caralho e Luciano me rasgou novamente, mas ele me segurou pela cintura e meteu tirando e enfiando devagar.
Ele repetiu novamente várias vezes por fim anunciou que ira gozar, mas queria fazê-lo em nossa boca, então Renata e eu nos viramos, nos ajoelhamos e unimos nossos lábios como se estivéssemos nos beijando e Luciano encostou a cabeça de sua rola em nossa boca e batendo punheta, entre gemidos e urros gozou. Seus jatos, sete ou oito, espirraram em nossos rostos e escorreram por nossas bocas, eu bati um punheta ali mesmo ajoelhado e com o dedo enfiado na xana de Renata e também gozei como nunca, depois Renata e eu, cada um de um lado, lambemos o pauzão de Luciano deixando-o mais ou menos limpo.
Que foda louca! – Disse Luciano olhando para nossos rostos lambuzados com sua porra quente e grossa.
Lavamos-nos e nos deitamos, Luciano no meio, os três no colchão para descansarmos, Renata com a cabeça pousada em seu peito e eu com a minha sobre sua barriga olhando seu pau, agora flácido, e admirado por eu ter conseguido agasalhar aquela vara dentro de meu cu, por fim não aguentei, peguei aquela coisa mole e coloquei na boca, seu gosto de porra me deixaram com tesão novamente e seu pau começou a dar sinal de vida novamente, mas então seu celular tocou, era sua esposa querendo saber onde ele estava, por que ela havia conversado com um amigo dele e descobrira que não tinha tido jogo algum.
Ih, sujou pessoal! – Disse Luciano levantando e se vestindo rapidamente. Por fim fomos embora e não teve segundo tempo...Não naquele dia!