Viajei na segunda-feira para São Paulo, para participar de uma convenção. Tinha sido fudido no final de semana como a vadia que sou e, confesso, não pensava em aventurar-me na terra da garoa.
Porém, a vida é feita de oportunidades e não costumo dispensá-las. Registrando-me no hotel , na recepção cruzo olhar com um provável participante e sinto a reciprocidade do olhar. Entretanto, como o foco é outro, nem levo adiante aquele moreno grisalho de barba bem feita.
Todavia, o destino é uma foda. E, geralmente, essa foda, nesses casos, é no meu cú.
Devidamente alojado no meu quarto, uma falta de luz, decorrente do temporal, coisa comum em SP nessa época me leva ao corredor. Para minha surpresa, meu vizinho de porta é o tal moreno grisalho e barbado.
No primeiro momento, a falta de luz é o foco. Entretanto, ao ver-me, o moreno puxa assunto e eu educadamente respondo. A falta de luz se prolonga e a nossa conversa também, porém amistosa e nada sexual.
Quando a luz retorna, quase 3 horas após, a comemoração é a de um gol do Flamengo (time do macho, coisa que descobri depois, mas já antecipo...). O convite para uma saideira no quarto vizinho é quase uma indução ao pecado e não recuso...
Após muita cantoria com o canal musical da tv a cabo e o esvaziamento do frigobar, Giovanni liga para pedir um Prosseco e uma champagne. Hummmm, coisa boa vem por aí, pensei eu...
Bebemos todas e seguimos cantando. Num intervalo, Giovanni jogou a real: Flavio, te vi na portaria e desde então não penso em outra coisa a não ser em beijar sua boca... Não me fiz de rogado e respondi: Você já devia tê-lo feito. Pronto, dei a senha. O moreno partiu para cima de mim com a fúria que todo macho fudedor deve ter.
Após muita beijação, uma piroca de 20 cm surgiu á minha frente. Que delícia. Cabeçuda, grossa e com veias, é tudo que um passivo safado quer. Mamei com sofreguidão e recebi uma gozada no rosto como há muito não recebia, farta e densa.
Nem tive tempo de querer ir ao banheiro ou afins. Levei um tapa na peida (alô meu amigo Sagitarius) e logo já mamava novamente o caralhão. Pica em riste e bem limpinha, posicionei-me de quatro para receber o invasor.
Foram mais de 40 minutos de pirocadas intensas, safadezas ao pé do ouvido e muito beijo na boca. Trocamos de posição e de frango assado sentia as boals de Giovanni chicotearemn meu rabo. Estocadas profundas fizeram-me ver estrelas, gozar sem me tocar, excitando o comedor ao extremo. Logo senti a camisinha inundada em meu rabo.
Extenuado, pensei em descansar, mas em minutos mamava aquela piroca deliciosa. Após muito babar naquela rola, fui convidado a sentar e agalhá-la toda em meu rabo. O fiz galhardamente e com o macho dizendo: Senta vadia, rebola, faz o que minha mulher não faz. Porra, você proporcionar a um macho casado o que a mulher dele não faz é a suprema realização do viado. Que delícia, fiz o macho gozar bem gostoso mais uma vez.
Na terça-feira teve a convenção e mais ...
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