Não sou muito boa com as palavras, porém vou tentar descrever o mais próximo de como tudo aconteceu.
Na minha cidade tem muitas árvores, florestas e bosques para ser mais exata, onde muitas pessoas gostam de passear, caminhar e fazer trilhas, e eu sou uma delas. Era um domingo, após o almoço com a família do meu namorado, eu e ele decidimos ir fazer trilha, coloquei a roupa que vou na academia, bem coladinha no meu corpo, um tênis e já estava perto ao portão da casa, quando a mãe do meu namorado grita: “Filho, sua avó não está bem, acho que é pressão, temos que levá-la ao hospital”, ele me olhou e disse: “Amor, pode ir, vou ter que levar a vovó, se não pode ser que aconteça alguma coisa e será pior”, preocupada com a situação, mas sabendo que sua avó sempre tem essas quedas de pressão, fui tranquila.
A mata não fica longe da casa, entrando floresta peguei uma das trilhas, comecei minha aventura.
Não demorou muito para ver mais pessoas caminhando. É uma delícia caminhar nessa floresta, ainda mais de fones ouvindo música, esqueço do mundo. Acho que me empolguei demais, quando percebi já estava bem longe de tudo e todos, nem reparei que andei tanto, nunca havia adentrado aquele distância. Ofegante, tirei um dos fones de ouvido, me sentei um pouco para descansar e aproveitei para tomar uma água, quando ouvi um barulho. Parecia que algum bicho estava por perto, o barulho das folhas, parecia passos e se aproximava, confesso que fiquei assustada, rapidamente me levantei, quando ia começar a correr para longe daquele lugar, a poucos metros vi que era um homem, respirei aliviada, continuei andando, dessa vez de volta para casa.
Passei pelo homem que havia me assustado, ele me encarou, mas continuei. Para meu desespero o homem começou a caminhar atrás de mim, com medo, sempre dava uma olhada disfarçada para trás. De repente, senti sua mão encostando em minha nádega esquerda, virei imediatamente dizendo: “Você está louco?”, com um sorriso bem safado, o cretino não disse uma só palavra, apenas abriu o zíper e tirou seu pau meia bomba para fora, não acreditei que aquilo estava acontecendo, umas das minhas fantasias é trepar na mata, ao ar livre, esse homem não era tão feio, tinha uma barriguinha de cerveja, talvez uns trinta e cinco anos, e vendo aquela pica grossa, não tão grande e todinha para mim, me transformei em outra pessoa, “a vagabunda da floresta”, o homem não precisou de muito esforço para me convencer, quando percebeu que fiquei hipnotizada em sua jeba, bastou ele chacoalhar três vezes para me ajoelhar.
Meu Deus, que cheiro maravilhoso tinha seu pau, “Vai sua safada, quero ver engolir todo o meu leitinho”, disse o homem já segurando meu cabelo e prensando minha cabeça contra seu pau. Abocanhei de uma só vez, engoli até sentir que não cabia mais, a cada chupada minha xota coçava querendo receber uma surra daquela vara, o homem se contorcia e gemia com minha boquinha molhadinha chupando ate o talo do seu pau. Ficamos nisso por poucos minutos, o suficiente para manchar minha calcinha de melaço. Ele anunciou o gozo e segurou com força minha cabeça para despejar seu leite na minha boca, “Toma tudo sua vadia, engole”, tentei me esquivar, mas ele era mais forte, três jatos de puro leite grosso, parecia que não gozava a tempos, quando me soltou, cuspi um pouco de esperma que não consegui engolir, tossi, estava engasgada.
Jogada no chão, querendo que o cretino me comesse com força, fiquei indignada quando guardou seu pau na calça, fechou o zíper e nem se quer agradeceu ou se despediu. Me senti uma cadela, usada e derrotada. Mais tarde no mesmo dia, enquanto tomava banho, me masturbei pensando na aventura com aquele safado.