MÁQUINA DA ROUPA PIFOU... CHAMEI O TÉCNICO.

Por: joao-222 10/07/2026 36530 leituras
Capa do conto
          Na fofoquice de café, com amigas minhas, fiquei sabendo de um rapaz de nome Manuel que fazia as delícias da mulher mais exigente. Ele era técnico de eletrodomésticos e arranjava tudo que fosse máquinas de casa para além de se ajeitar em pequenos arranjos de canalizações, torneiras pingando ou fugas de água.         
          Perguntando a todas se ele já havia feito algum serviço em suas casas, todos me respondiam que não. O que sabiam era apenas do que ouviam outras amigas comentarem. Estas mulheres desocupadas com maridos trabalhando, era tudo uma cambada de putas que passavam a vida metendo chifres nos pobres coitados que batalhavam o dia inteiro para meter o pão na mesa, mas nenhuma se acusava. Eram todas umas "santas" que gostavam de "pau santo". Todas ouviram falar, mas nenhuma viu e muito menos... nenhuma sentiu.
          Fiquei magicando e achei que estava na hora de arranjar, de uma vez por todas, a máquina da roupa que há um tempão deixara de torcer direito e ainda havia aquela torneira do banheiro que não parava de pingar. O  Manuel seria uma boa opção. Telefonei para a oficina e foi o próprio Manuel que atendeu, pedi que viesse cedo, por volta das nove.
          Morava num bloco de apartamentos, com quarenta habitações, o que tornava difícil alguém identificar para qual o Manuel entrava.
        À hora aprazada tocam, era o Manuel.
         Eu estava ainda em traje de dormir, uma pequena camisa de noite, que quase não tapava o rabo e para cima pouco mais era que uma alças de renda que ao invés de cobrirem o peito, apenas o enfeitavam umas cuequinhas minúsculas completavam o conjunto. Vesti apressadamente um robe de renda e precipitei-me para a porta.
          _ Bom dia, senhor Manuel, desculpe estar assim. Acho que adormeci. Entre que eu mostro onde é o serviço e depois vou arranjar-me.
          _ Bom dia, senhora, esteja à vontade. Basta que me indique onde está a máquina da roupa e qual a torneira. Não precisa se preocupar.
        Rapaz educado e que soube portar-se bem mas, deu para ver que não lhe fui indiferente. Percebi como me olhou e reparou em detalhes do meu corpo. O peito, praticamente desnudado, era como um convite para o observador mais atento. As minhas pernas  totalmente a descoberto com apenas um robe de renda muito fino e perfeitamente transparente, sim pois a camisa de dormir nem o rabo cobria. As calcinhas que tinha vestidas eram voluptuosas e mostravam aquilo que um bom observador queria ver,  o papo saliente de minha vulva que a calcinha qual fio dental dividia ficando toda metida na fenda. Meu rabo larguinho e atrevido era um autêntico convite.
          Estava ciente que o Manuel não iria resistir aos apelos de corpo tão provocantemente exposto.
          O meu plano tinha de resultar, eu fazia questão de manter o fio da conversa de modo a mantê-lo olhando para mim até que a pouca resistência ditada pela educação quebrasse.
          Notei, pelo volume nas suas calças, que estava a ser bem sucedida. Para lá da ereção, mais que notória, via já aquele brilho no seu olhar que me dizia que eu estava prestes a ser dele.
          Como que movidos por molas, em simultâneo, caímos nos braços um do outro. O rapaz ainda tentou balbuciar uma desculpa mas, a minha mão foi rápida a mantê-lo calado enquanto meu corpo o incentivava a continuar.
          Nossos corpos rapidamente se desnudaram e começaram um bailado de descoberta, as bocas coladas, as línguas entrelaçadas, as mãos percorrendo um corpo até à pouco estranho tentando conhecê-lo e trazê-lo para si.
          Entregámo-nos ali mesmo, ainda próximos do hall de entrada, tal era a fome de um do outro.
          Mais calmos, conduzi-o ao meu quarto, à minha cama onde até então apenas me havia dado para o meu marido. Eu nem considerava isto uma traição pois a nossa entrega era de um amor carnal intenso apenas baseado em sexo e que em nada alterava o amor que de mais sublime me unia ao meu marido.
          Consegui dar-me para o Manuel sem pejo e com um à vontade que nem com o marido. Estava solta e sentia -me bem havia um forte desejo de estar com ele e agora ao concretizar desejo Estava a ter muito, muito prazer, como há muito não tinha.
          Vesti algo mais apresentável e ele viu a máquina. Precisava de algo no programador, ficou de comprar a peça e vir colocá-la para a semana.
          Assim, ainda que nada fosse falado, eu já adivinhava novo encontro com o Manuel. Iria por certo contar os dias até lá.

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