Ménage, um sonho?

Por: nadia-iota-1 11/07/2026 300791 leituras
Capa do conto
Vivo no norte de Portugal, numa cidade que faz fronteira com Espanha, e durante muitos anos da minha vida toquei numa banda filarmónica em Espanha.
Todos os anos a banda juntava parte dos lucros arrecadados das actuações e organizava uma semana de férias, normalmente por Espanha.
Esse ano iria ser diferente. Eu estava na direcção e propus o sul de Portugal, Algarve; o resto da direcção concordou e assim ficou marcado.
Ficamos um aparthotel, em cada apartamento iriam grupos de quatro pessoas, por norma grupos de rapazes ou grupos de raparigas, a não ser casais adultos “formais”.

A noite começava sempre no meu apartamento, juntamos cerca de quinze pessoas para começar a noite a beber e boa música; eu fazia os cocktails e iam passando por todos; todos elogiavam as bebidas que eu elaborava ali mesmo instintivamente, apenas guiando-me pelo cheiro, as fêmeas do grupo eram as que mais elogiavam.
No grupo havia duas novinhas, duas belas ninfas pelas quais eu já sentia o desejo carnal, mas nunca sequer pensei em fazer nenhuma investida. Por motivos de prevalência da privacidade vou chama-las de “F” e “S”.
“S” é uma linda morena com tom de pele café com bastante leite, cabelo preto encaracolado, olhos azuis, lábios carnudos, seios médio pra pequeno, e traseiro bem grandinho e arrebitado. “F” é uma ruivinha branquinha, pele com bastantes sardas, cabelo cor de cenoura, olhos castanho-esverdeado, lábios rosados, seios mais avantajados e rabo não tão grande mas igualmente apetitoso.
Numa dessas noites, aconteceu algo que até hoje não percebo, e é o motivo deste conto.
A noite começou, como normalmente, no meu apartamento, eu fazendo os cocktails, o pessoal bebendo, curtindo um som, de repente ouço uma conversa ao meu lado.

(S) -Oh, esqueci-me de algo no nosso quarto. (não me lembro o que ela disse ter esquecido)
(F) -Não faz mal, vamos lá buscar!
(eu) -Vê-de lá se precisam de guarda-costas!? (dando uma risada)
(S) -Se quiseres pode nos acompanhar…
As safadas diziam isto e riam-se uma para a outra.
(eu) -Vamos lá então!

Fomos então ao apartamento delas, elas na frente e eu atrás a apreciar as curvas. As duas iam a cochichar e a rir, não dava para perceber o que falavam mas não devia de ser coisa boa.

Chegamos, elas entraram e eu por respeito fiquei à porta à espera.
Elas estavam a demorar, e eu decidi entrar para ver o que se estava a passar, deparei-me com um panorama digno de filme porno: as duas estavam de joelhos na cama ao beijos enquanto trocavam carícias. Só fiquei estupefacto a admirar aquele espectáculo. Quando se aperceberam que eu estava ali as duas olharam para mim e soltaram aquele riso safado.

(eu) -Então vocês estão aí na maior diversão e deixam-me lá fora, sem me convidar?
Fizeram sinal e eu juntei-me a elas.
Íamos intercalando os beijos entre os três, também fazíamos beijo a três, as roupas iam voando espalhando-se por todo o quarto, estávamos em tal sintonia que parecia que cada um já sabia o que tinha que fazer. As duas deitaram-se e passaram a saborear o meu pénis, ora chupava uma, ora chupava outra, ora as duas, era de levar a loucura. "S" saiu dessa posição e deitou-se por trás de "F" e começou a chupar o grelinho, "F" voltou a pôr de joelhos à minha frente, e beijamo-nos apaixonados, pude saborear aqueles peitões, apalpar, agarrar, lamber e chupar os mamilos rosadinhos, aqueles biquinhos bem durinhos. As posições iam trocando, "F" deitou-se, passei a penetrá-la, "S" colocou a sua xana mesmo na boca de "F" para ela chupar, enquanto nos beijávamos apaixonados, pude agora também abusar dos peitinhos dela. "F" fica deitada, e "S" coloca-se de quatro a saborear o ninho do amor de "F" deixando o traseiro todo empinado e aberto para mim, e que rabão, lambi cona e cu um bocado e depois penetrei com gosto. No quarto pairava cheiro intenso a sexo e suor, e um barulho ensurdecedor dos nossos gemidos.
“F” colocou-se agora por baixo de “S” fazendo um lindo 69 lésbico, enquanto eu continuava investindo cada vez mais forte e fundo em “S”. As duas estremeciam e gemiam muito mais agora, tinham chegado ao clímax, e logo logo avisei que também iria atingir o meu, as duas cadelinhas posicionaram-se em frente ao osso com a língua de fora, banhei-as com o meu néctar esbranquiçado, lamberam o meu pau, lamberam suas caras, tudo ficou limpo, deitamos na cama e nos beijamos por mais um bom bocado.

Dia seguinte acordo no meu apartamento, na minha cama, sozinho, pensei:

(eu) -Buf, foi só um sonho…

Tomei um duche, vesti-me, e fui na direcção ao restaurante do aparthotel para tomar o pequeno-almoço, ao sair da porta do meu apartamento, no corredor passo por elas as duas, piscaram o olho e riram, aí pensei:

(eu) -Foi só um sonho?

Agora deixo ao vosso critério perceber se seria ou não um sonho...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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