- Mas já?
Ao que respondi:
- Já, menina, você acredita?
Abaixei a calcinha molhada; sentei ao vaso; busquei um pedaço de papel higiênico e comecei a me enxugar e limpar a calcinha. Stela estava espantada.
-Puxa! Eu já vi você ficar com tesão várias vezes, mas não tão rápido!
Respondi:
-Pois é. E não vai haver outra solução... vou ter de dar para aquele moleque.
-Roxane! Chamou-me a atenção Stela.
-Vou esperar La fora. Vê se acalma!
Entendi o que ela quis dizer e antes dela fechar a aporta eu já me masturbava pensando no menino. Gozei rápido. Fiquei quieta um pouco para recompor a respiração. Limpei-me mais. Levantei do vaso vestindo novamente a calcinha. Lavei as mãos e sai encontrando Stela vigiando a porta e me esperando.
- E aí? Acalmou?
Para aflição dela eu respondi:
- Sabe que não? Voltamos à festa. Parece que meus hormônios e os do garoto, que fiquei sabendo mais tarde se chamava Artur, se atraiam sem o nosso controle. Logo que me viu voltando veio ao nosso encontro. Fomos para um canto da sala e ficamos a conversar sob o olhar de várias meninas que já consideram aquilo um início de paquera... Eu sempre fui atirada. Quando quero uma coisa nada me convence ao contrário e fico louca se não consigo. E esta característica minha se alia a minha franqueza; sempre digo o que penso e o que quero. Em certo momento chamei Sofia e perguntei-lhe para espanto do menino:
- Onde fica um lugar aonde ninguém iria agora?
Sofia também me conhecia bem e logo entendeu. Mas receosa antes perguntou:
- Roxane, você tem certeza?
-Claro que tenho, respondi firmemente.
- Saia pela porta da cozinha e vá para os fundos. É escuro e ninguém se interessará de ir lá agora.
Peguei a mão do garoto que aquela altura não entendera nada e puxei-o para onde Sofia havia indicado, mas tomando cuidado e reparando se ninguém estava vendo. Lógico que Stela, que não tirava os olhos de mim, não me perdia de vista viu quando saímos para o quintal da casa. Puxei o garoto bem para o fundo do quintal e encostando-me a uma Pé de Manga puxei a sua cabeça e colei minha boca na dele. Não havia lhe dado tempo de nenhuma reação... Para meu sossego ele deu continuação aquele beijo que não pedira e ao qual não entendia. Colei meu corpo ao dele enquanto minhas mãos passeavam pelo dele. Quase não respirávamos. Peguei sua mão e levei aos meus peitinhos ávidos de carícias. O garoto, apesar da idade, parecia não ter muita experiência o que me deixou mais excitada ainda. Timidamente, por cima de minha blusa, acariciava meus peitinhos e me beijava. Levei a mão desavergonhadamente para entre suas pernas e peguei o seu pinto por cima da calça. Já estava duro. Abri seu zíper e cuidadosamente, afastando a sunguinha que usava, retirei para fora a fonte de meus desejos. Masturbei-o devagar esfregando minha mão para frente e para trás. Quando notei que ficava já molhada. Desgrudei minha boca da dele e me agachei rápido colocando logo a cabeça de seu pinto dentro da boca. O suspiro do menino foi tão intenso que achei ele iria desmaiar. Eu não tinha muito tempo. Suguei um tanto e voltei a beijá-lo na boca fazendo nossas línguas se encontrarem. Enquanto isso abria minha blusa, baixei o sutiã e indiquei-lhe o caminho para que sua boca chegasse e chupasse os meus biquinhos. Eu esta louca de desejo. Enquanto ele me mamava eu suspendi a saia longa, coloquei a calcinha de lado e com as mãos orientei seu pinto para a minha bocetinha. Dar em pé é muito desajeitado, mas em meio ao lusco-fusco da escuridão vi que havia um montinho de alguma coisa perto da gente. Experimentei colocar o pé em cima. Era firme. Então abri bem as pernas e com uma delas assim levantada apoiada no sei lá o quê coloquei a cabeça do pinto do moleque na porta de minha bocetinha. Ele fez menção de recusar. Então falei baixinho em seu ouvido:
- Não tenha medo. Não sou mais virgem.
Realmente não era. Minha virgindade havia ido para o espaço quando eu tinha onze para doze anos. O moleque se acalmou e com a minha ajuda foi enterrando devagarzinho o pinto em minha vagina. Quando enterrou tudo começou a entra e a sair num vaivém delicioso. Não demorou muito e a ansiedade dele o fez acelerar e por fim estava a mil... e gozou. Gozou gemendo. Modéstia a parte, acho que foi a gozada da vida dele. Senti-me toda inundada. E comecei a ter meus orgasmos. Agora sim, gostosos. Muito melhores do que o que eu havia conseguido lá no banheiro me masturbando. Ficamos ali, colados um ao outro nos deliciando com tanto gozo. Ele ainda retirou o pinto de dentro de mim um pouquinho ainda duro. Aproveitei e me agachando de novo tomei o restinho do néctar que havia em seu pinto, mistura de meu liquido de gozo com o dele. Separamo-nos para nos recompor. Depois disfarçadamente voltamos para dentro de casa. Ninguém notou nada, mas Stela que ansiosa me esperava foi logo perguntando:
- E aí?
- Uma delícia minha amiga, uma delicia... depois lhe conto os detalhes.
Alguns minutos depois nos avisaram que meu pai estava nos esperando. Despedimo-nos de Sofia e voltamos para casa.