Algumas vezes duvidei do sentimento que ele sentia por min e não entendia o porquê daquela obsessão. Ele tentava me convencer dizendo que imaginar outro homem me comendo lhe dava muito prazer. Quando resolvi usar sua perversão ao meu favor comecei a perceber que ele estava certo. Um dia enquanto ele me comia comecei a inventar uma estória sobre um homem que invadia nossa casa e me obrigava a fazer sexo com ele. De fato aquilo o excitava, e no final eu ganhei uma trepada mais gostosa do que as normais. Demorei muito a passar a pratica do que ele desejava, mas antecipamos muito em jogos e brincadeira de seduzir os outros. Fui aos poucos soltando a puta que estava escondida em min, passei a usar roupas mais sensuais, mais decotes e as vezes saia de saias curtinhas e sem calcinhas apenas pra deixar os machos me olharem. Na verdade desde então com Sergio muito de min mudou, assim que percebi que isto de fato lhe dava muito prazer fui cada vez mais cedendo as suas perversões até o ponto de também ficar viciada nisso.
Uma vez ele pediu-me pra ser prostituta por um dia, eu fui mais além, convenci a ele que um dia seria pouco. Gostaria de atender o maior numero possível de “clientes”, por isso precisaríamos de mais alguns dias, combinamos um fim de semana inteiro de sexta a domingo. Atendi a domicilio cinco caras em separado e ainda fui paga, foi uma delicia. De bônus atendi um casal com uma morena deliciosa. No intervalo ainda fodi com meu marido.
Swing virou uma rotina em nossas vidas, diferente apenas que meu marido nunca fodeu com ninguém quando participava, gostava de ficar olhando e se masturbando. Algumas vezes fazia uma das coisas que ele mais gosta, chupar uma boceta. Um dia, confessou-me que um pau duro o excitava tanto quanto uma bucetinha molhada ainda que não desejasse ter nem um pau na bunda. Entendi. Pensando nisso convidei uma vez uma linda boneca de pau duro e gostoso pra nossa cama. Fiz questão de que ela fosse bem feminina. Nesse dia eu fui comida maravilhosamente por ela e desfrutei do pau dela com meu marido. Sim nós lhe fizemos um delicioso boquete.
Aos poucos fui entrando mais e mais no mundo pervertido dele, nosso circulo de amizades foi se ampliando, fiquei surpresa ao descobrir que muitos casais levavam uma vida sexual como a nossa. Fizemos viagens apenas para encontrar pessoas com os mesmos desejos, fui fodida por muitos maridos com suas esposas, encontrei muitas esposas que me deram mais prazer que seus maridos e adorei todos esses encontros. Fodi e fodi muito, fodi por desejo sem desejo, só pela trepada. Por dinheiro, ainda que não precisasse, mas acima de tudo sempre com a conivência do meu marido que sempre foi um corno delicioso, tenho certeza que poucos homens são capazes de amar uma mulher com tanta generosidade como ele, a ponto de nunca me negar qualquer forma de prazer.
E agora diante de Sergio o primeiro macho que me comeu além do meu marido tudo me vem a cabeça, teria muitas outras estórias pra compartilhar com vocês mas certamente essa foi a trepada que me fez a puta que sou até agora.
Sergio continuava de pau duro na minha frente eu estava exausta a buceta dolorida de tanta rola que eu havia levado, mas senti vontade de colocar de novo ele na boca e chupa-lo até ele ficar mole.
Antes que eu fizesse Sergio me deu o toque que nos estávamos sendo observados, olhei na direção que ele sinalizou e vi há alguns metros de nossa distância escondido em um arbusto de fato o que parecia ser alguém.
Toquei seu pau que reagiu instantaneamente, comecei a chupar aquela delicia que parecia não se cansar de ficar duro, ele me enfiava de garganta abaixo até me sufocar. Comecei a pensar sobre as pessoas que nos observavam e aquilo me deixou novamente excitada, parecia que exibir-se era algo que me dava tesão. Aos poucos fui ficando com mais tesão e desejando sentir de novo aquele cacete dentro de min queria que nossos observadores me vissem fodendo. Sergio deitou-se de costa sobre a tolha e eu fui pra cima dele, sua vara apontava rija para cima, coloquei seu pau na estrada da buceta e fui descendo devagar até fazê-la sumir dentro de min, sentia ele bem fundo, ele deixou-me assumir o controle. Comecei a subir e descer aquela vara melada pelo me u tesão, ao mesmo tempo que tentava facilitar a visão de nosso observadores. Comecei a imaginar como seria sentir aquele pedaço de carne no meu rabo, na verdade nunca havia dado meu cuzinho, meu marido não gostava, mas naquele momento pensei seriamente em experimentar. Tirei da xana e apontei seu pau no buraquinho virgem do meu cú, Sergio ficou surpreso com minha ação e não fez nada, apenas deixou que continuasse. A primeira tentativa foi por demais dolorosa, a cabeça não conseguiu resistir a tensão do meu anelzinho. A dor era lacinante. Sergio colocou o dedo na boca para mela-lo com sua saliva, em seguida começou a enfiar no me cuzinho a dor era menor e aos poucos foi ficando mais confortável até que ele conseguiu enfiar o dedo pela metade. Senti-me encorajada e substitui seu dedo de novo por sua vara. Apontei para o meu cú, sabia que se tentasse devagar não conseguiria ir muito longe, assim resolvi sentar de uma vez. Deixei o peso do corpo cair sobre a vara dele e de uma vez ela entrou me rasgando, me arrependi de ter feito tamanha asneira a dor foi extrema, não resisti e lagrimas me vinheram ao rosto. A dor foi tamanha que quase desmaiei. Senti tudo dentro de min, fiquei parada não movia um musculo, Sergio também não, como se estivesse a espera que eu me recuperasse. Voltei a me mover a bunda devagar e fui sentindo seu pau, aos poucos a dor foi sendo substituída pelo prazer de tê-lo dentro de min. Não demorou muito e eu fodia que nem uma louca em cima daquele pau. Pra completar meu prazer o que eu queria era sentir sua porra no meu cú. Pedi pra Sergio gozar dentro quando quisesse, não demorou muito senti seu pau pulsar e em seguida explodir, senti o calor da sua porra nas minhas entranhas, seu pau não parava de despejar seu liquido dentro de min, abracei-me a ele. Eu nunca tinha experimentado um homem gostoso como aquele. Ficamos um tempo abraçados recuperando as forças, nossos observadores já não estava mais lá. Já era hora de voltarmos a praia.
Depois conto sobre nossos observadores e que eram eles.