Oi, pessoal!
Sou muito grata pelos comentários de vocês. Leio um a um como sem falta. É fundamental eu prestigiar quem me prestigia. Obrigada, de coração.
Respondendo a “Um dos maiores fãs” que me perguntou se eu teria outros contos eróticos em outros lugares. Não, eu não tenho! Sinceramente, eu relutei bastante eu contar essa minha história pessoal, mas criei coragem e fiz a primeira postagem. Que bom que vocês deram um retorno positivo.
Porém, se vocês tiverem paciência (mas muita paciência mesmo), essa história vai se alongar demais, pois ela tem desdobramentos que nem eu, que sou uma das protagonistas, acredito até agora que ocorreram (e que ainda ocorrem).
Alguém também falou a respeito de Instagram. Eu tenho, mas infelizmente não posso passar, afinal sou uma mulher casada, mãe, e isso, obviamente, me comprometeria bastante. Espero, de coração, que me entenda.
Só ontem percebi que não dei as minhas descrições para vocês. Perdoem-me por isso.
Sou Mariana, 33 anos, branca, cabelos bem pretos, 1,72m, 65kg, seios grandes, bumbum grande, lábios carnudos. Sou naturalmente simpática e bem reservada (até agora não entendo como contei esses relatos a vocês). Essa história com o Lucas começou em dezembro de 2019, ou seja, há exatos 2 anos. Ele fez 15 anos agora.
Continuando...
Quando eu fiz aquela ressalva para Lucas, de que o pai dele estaria em casa no dia do seu aniversário (ressalva essa que será importante daqui a pouco), eu ainda estava ajoelhada em frente ao meu filho, com os seios para fora da blusa e o canto da boca com resquícios de sêmen.
Ele me perguntou o porquê de eu ter de mencionar que o pai dele estaria presente (afinal, meu marido sempre está presente no dia dos aniversários de Lucas e do meu). Eu apenas lhe respondi que ele saberia a resposta em breve.
No dia seguinte, um domingo, meu marido estava em casa. Eu fui fazer o café e ele continuou em nossa cama, dormindo. Pouco tempo depois, Lucas se levantou usando uma samba-canção. Tendo como base os últimos relatos, era bem estranho ver meu filho usando alguma peça de roupa. Estava já bem acostumada a vê-lo chegar à cozinha totalmente pelado, com aquele pinto balançando e vindo para trás de mim tirar minha calcinha e se masturbar todo arreganhado em minha frente.
Quando eu o vi vestido, dei uma pequena risada de zombaria, o que ele entendeu logo de imediato. Ele veio até mim e me deu um beijo no rosto de bom dia. Eu retribuí, mas fiquei de cara fechada, o que ele não entendeu.
- O que foi, mãe?
- Vá ver se seu pai está dormindo, Lucas.
Ele foi e voltou logo com resposta afirmativa. Assim que ele retornou, encostei-o na pia da cozinha e o encarei, dizendo:
- Ontem fez tudo aquilo e hoje vem me dar beijinho no rosto?! Se respeite e me respeite, garoto!
Acabei a frase e já lhe dei um beijo de língua bem molhado mesmo, enquanto minhas mãos alisavam alucinadamente seus cabelos e suas mãos pegavam com força de adolescente meu bumbum. Afastei-o com medo de meu marido aparecer:
- Isso sim é que é um bom dia de verdade, mãe.
- Então me respeite e comece a me dar bons dias de verdade.
Percebi que, vez ou outra, Lucas estava indo ao meu quarto para ver se o pai havia acordado, confirmando que não. Meu marido, merecidamente, dormia mais aos domingos, afinal era o único dia em que podia descansar.
Eu já estava ficando um pouco incomodada com Lucas indo e vindo do meu quarto. Foi quando o interpelei:
- Você está indo lá no meu quarto o tempo todo para quê?
- Para ver se meu pai acordou.
- Para quê? Você não está fazendo nada. Você não se masturbou para mim, não tirou minha calcinha, não baixou minha blusa, não mamou nos meus seios, não passou a mão nas minhas pernas nem no meu bumbum. Só deu aquele beijo porque eu dei.
- Mas a senhora sempre disse que não é para fazer nada quando ele estiver aqui.
- Adolescência também é saber quebrar regras.
Essa minha frase foi o fósforo aceso na piscina de álcool de Lucas. Ele veio parecendo um foguete e baixou minha blusa, fazendo meus seios saltarem. Começou a mamá-los e a mordê-los, enquanto eu apertei seu pinto por cima da samba-canção. Lucas parou abruptamente, dizendo que ouviu um barulho vindo do meu quarto. Ele voltou a ir lá, mas não era nada. Talvez aquela situação proibida o tivesse feito ouvir coisas.
Quando ele voltou à cozinha, eu não estava mais lá. Diz ele que me procurou, mas nada. Como nossa casa é de andar, ele subiu para ir ver onde eu estava. Quando subiu, me encontrou no quarto de hóspedes, com os seios ainda para fora da blusa. Dessa vez, eu estava com um certo descontrole, o qual fez com que eu mesma não me reconhecesse.
Lucas apareceu no quarto e eu me abaixei rapidamente na sua frente e puxei sua samba-canção para baixo. Não perdi tempo: peguei firmemente naquele pinto e comecei a masturbá-lo com tanta força que Lucas nem teve tempo de se concentrar em nada. Senti o pinto dele fazer uma pressão, abri a boca e senti os jatos fortes quase em minha garganta. Apertei com força a cabecinha do pinto de Lucas e a última gotinha que saiu foi sugada por mim fazendo boquinha de chupar canudo.
O meu filho ficou em êxtase com aquele proibido plus – afinal era um erotismo com a mãe às escondidas do pai, que estava dormindo a poucos metros dali. Eu me recompus e pus o dedo em riste em seu rosto:
- Veja só, mocinho: você me deve obediência em absolutamente tudo, afinal sou sua mãe e exijo isso. Porém, aprenda a ser adolescente em alguns momentos. Eu dou as regras e você deve cumpri-las sempre, mas também aprenda a quebrá-las sem correr risco.
Terminei minha frase, peguei em seu rosto, apertando-lhe com a mão direita e fazendo aquela boca de peixe e dei-lhe um beijo molhado.
Desci e meu marido já estava acordando. Abracei-o e dei-lhe um beijo comum e ele percebeu que havia um cheiro diferente (foi tudo tão involuntário que nem me lembrei que havia acabado de engolir o sêmen de Lucas).
O domingo foi bem normal e não ocorreu mais nada entre mim e Lucas.
O aniversário dele seria na sexta-feira. Lucas já estava basicamente aprovado no colégio (aquele meu incentivo fez com que ele tomasse prumo e pegasse gosto pela Matemática e pela Física). Ele só estava indo à escola para pegar algumas provas e coisas do tipo. Na segunda-feira, assim que meu marido saiu para trabalhar, Lucas já veio peladão (acho lindo ver aquele adolescente acordando com cara de sono e de mau humor e aquele pintão com pelos pubianos balançando) e me deu um beijo na boca. Correspondi e também já fui pegando no seu pinto e fiz uma breve massagem, mas sem masturbá-lo.
Lucas já queria que eu o masturbasse e que o deixasse ejacular em minha boca, como já era costume. Mas lhe disse que não. Ele fez uma cara de desentendido e já veio para trás de mim, a fim de tirar minha calcinha. Eu o impedi.
- O que é que houve, mãe?
- Nada! – respondi secamente.
- E por que a senhora não me deixa fazer isso?
- Por nada!
- Eu não entendo a senhora. Ontem, meu pai estava em casa e eu podia fazer as coisas. Hoje, ele não está e eu não posso nada.
- Lucas, cale a boca e vá comer.
Coloquei o café dele, fui ao seu quarto e retornei com uma samba-canção. Joguei para ele e ordenei:
- Vista-se!
Seu semblante foi de decepção, tristeza, medo, angústia, tudo junto. Um misto de sentimentos negativos. Não queria estar na pele dele naquele momento. Ele não contestou nada, mas vi seus olhos encherem de lágrima. Acho que a primeira coisa que ele faria assim que eu saísse dali era chorar copiosamente. Não tomei café com ele, como sempre fazia.
- Vou para o meu quarto, Lucas. Não vou tomar café com você hoje.
Saí, fui para o meu quarto e bati a porta. Acho que Lucas devesse estar em um rio de lágrimas ou então enfurecido. Tudo isso era plenamente justificável diante das atitudes que tive para com ele.
Mais ou menos 15 minutos depois, gritei chamando Lucas em meu quarto. Ele veio bastante descabreado. Assim que abriu a porta, vi seu rosto vermelho e seus olhos também, confirmando que ele estava chorando.
- O que foi, Lucas?
- Nada, mãe.
- Estava chorando?
- Não. – respondeu, limpando aquela coriza própria de quem estava aos prantos.
Eu estava deitada na cama completamente enrolada. Pedi a ele:
- Puxe esse edredom aqui, Lucas.
Ele puxou e, imediatamente, veio a surpresa: eu estava deitada com uma lingerie preta. Sutiã preto que deixava meus seios volumosos quase para fora e uma calcinha de renda preta, de lacinho nas laterais. Lucas quase infartou quando me viu assim. E emendei:
- Lembra aquela ressalva que eu fiz no sábado? Aquela que eu disse que, no dia do seu aniversário, seu pai vai estar em casa?
Lucas, de olhos arregalados, apenas respondeu afirmativamente com a cabeça.
- Então, se ele estará em casa na sexta, nada mais justo que entregar o seu presente hoje. Você disse que queria namorar a mamãe. Beijar nós já beijamos, abraçar nós já abraçamos, masturbar eu já te masturbei. Então, só falta agora fazermos amor!
- É sério mesmo, mãe?
- Vou te mostrar uma coisa.
Cheguei perto dele, abaixei sua samba-canção, peguei o pinto dele (que, por sinal, estava mais duro que pedra) e pus todo na boca. Sim, pus todo na boca! Lucas se contorcia todo e eu o chupando bastante. Fiz isso por cerca de meio minuto e, então, perguntei:
- E agora, respondi a sua pergunta?
- Sim, mãe.
- Então, está esperando o quê para vir fazer amor gostoso com a mamãe?!
Lucas, imediatamente, veio para cima de mim e começou a me beijar forte, de língua, bem molhado, ardentemente. Senti suas mãos tirando meus seios e ensinei-o a tirar meu sutiã, o que ele fez. Então, começou a chupar, a morder, a babar nos meus seios como até então eu não tinha visto.
- Está gostando, meu amor?
- Sim, mãe. A senhora é muito gost... – parou e se policiou com relação ao que ia falar.
- Eu sou o quê, Lucas?
- Nada, mãe. A senhora é a mais linda do mundo.
- Mais linda você me chamava quando chegava do Maternal. Agora estamos aqui na cama fazendo amor. Vai continuar me chamando de linda?
- Mas, mãe... – aquela frase típica de quem ainda tem pudores e uma educação firme.
- Termine a frase, Lucas. “A senhora é muito gost...”.
- ... A senhora é muito gostosa!
- Agora sim. Continue.
E voltou a mamar os meus seios. Suas mãos estavam percorrendo o meu corpo e se encontraram com os lacinhos da minha calcinha. Permiti:
- Puxe!
Lucas se levantou e ficou admirando minha calcinha no corpo. Era a primeira vez que ele teria um contato com um órgão sexual feminino. Ele pegou os dois lacinhos e foi puxando aos poucos. De repente, ele vê meus pelos pubianos contornando meus grandes lábios e fica mais admirado do que nunca. Até então, nunca o tinha visto com aquela expressão de felicidade e safadeza.
- Gostou, meu amor?
- Gos... gost... – começou a gaguejar, sem tirar os olhos do seu “novo brinquedo”.
- Pelo visto, gostou demais. Nem está conseguindo falar.
- É linda.
- O que é linda?
- A... a sua va... a sua vagina, mãe.
Mais uma vez, intervi:
- Lucas, meu amor, você conversa sobre isso com seus colegas, não é? Naquele papo de adolescente safado, vocês falam vagina?
- Não!
- Falam como?
- Eu fico meio sem jeito de falar com a senhora isso.
- E por quê?
- Porque a senhora sempre me ensinou a falar tudo correto.
- Outra autorização: a partir de agora, fale tudo sem nenhum pudor, nenhum mesmo. Fale como se estivesse falando com seus colegas. Se não fizer isso, encerramos aqui agora. Fui clara?
- Foi, mãe.
- Então, o que é que é linda?
Ele pensou um pouco e disse, sorrindo, de maneira bem cafajeste:
- A sua buceta!
(OBSERVAÇÃO: Pessoal, a partir daqui, haverá certas mudanças na linguagem, pois foi assim que realmente ocorreu comigo e com Lucas.)
Ele ficou admirando e eu mexendo nos meus pelinhos. Então, questionei:
- E então, menino, não vai brincar com a buceta da mamãe, não?
Lucas, rapidamente, deitou-se e começou a chupar a minha buceta. Ele estava meio sem jeito, mas eu o deixei totalmente à vontade. Ensinamentos eu faria depois; agora era a hora de ele aproveitar.
Vocês não imaginam como era excitante olhar para baixo e ver meu filho, um adolescente branquelo com bigodinhos querendo nascer e espinhas no rosto, entre os pelos da minha buceta e chupando-a com uma cara de moleque descarado. Ele puxava meu grelinho com força e não se fazia de rogado ao colocar aquela língua grande bem dentro da minha buceta.
Acho que isso fez com que Lucas ficasse despido de quase todos os pudores. Afinal, de repente, senti os dedos dele penetrando minha buceta, enquanto ele ainda a lambia com gosto.
- Está gostando, filho? – dizia eu, enquanto gemia baixinho.
- Estou demais, mãe. Sua buceta é muito gostosa.
- E vai ficar só lambendo, é? Não vai colocar esse pinto para funcionar, não?
- Mãe, a senhora é muito gostosa mesmo. – disse, aproveitando-se da palavra permitida.
- E vai ficar só nessa palavra, é, mocinho?
- Posso outras mesmo?
- Se fosse uma garota de programa aqui agora, você chamaria de quê?
- Safada!
- Fale tudo que você a chamaria, Lucas. Já estou perdendo a paciência. Fale agora!
E ele não se fez de rogado e verbalizou demais:
- Gostosa! Safada! Puta! Piranha! Vagabunda! Cadela! Cachorra! Vadia!
- Agora sim, seu safado. Coloque esse pintão gostoso na minha buceta.
Ele mirou aquele pinto todo babado e foi enfiando na minha buceta ensopada pelo tesão e pelas linguadas que ele deu.
- Ai, safado, enfio tudo de vez! – eu disse, entre gemidos.
- Toma minha pica na sua buceta, sua puta safada!
- Fale palavrões, seu safado!
- Sua puta safada do caralho!
- Ai, safado, seu pintão está me rasgando toda.
- E vai te rasgar mais, sua piranha gostosa bucetuda.
- Ai, mete, mete, mete, gostoso, que a mamãe vai gozar.
- Goze na minha pica, sua puta do caralho! Vagabunda!
Ele metia forte em mim, enquanto apertava bastante meus seios e me beijava gostoso de língua.
- Goza, goza dentro da mamãe, seu safado do pintão imenso.
- Toma minha porra nessa sua bucetona, cadela.
Foi dizer isso e eu senti jatos imensos de porra dentro da minha buceta, praticamente inundando meu útero. Ele arfava, mordia o lábio inferior, gritava, gemia e gozava! Ah, como ele gozava! E eu também. Dei umas 3 gozadas na sequência.
Ele, basicamente, caiu por cima de mim, ainda com seu pinto atolado em minha buceta.
- Gostou do seu presente, Lucas?
- Foi o melhor presente da minha vida, mãe. A senhora nem imagina o quanto eu gostei.
- Claro que imagino. Senti tantos jatos de porra na minha buceta que me inundaram toda.
- Mãe, está tão gostoso poder falar essas safadezas com a senhora. A senhora não tem nem ideia de como eu estou me sentindo.
- Está gostando mesmo de não ter limite nenhum nas palavras, de falar tudo sem pudor?
- Estou, mãe. Mas posso continuar?
- Claro que pode. Na frente dos outros, somos mãe e filho. Quando estivermos só nós dois, somos um casal sem pudores. Pode falar o que você quiser.
- A senhora é muito gostosa e sua buceta é mais gostosa ainda.
- É a primeira vez que você vê uma buceta?
- De perto, sim. Só tinha visto nos vídeos de putaria.
- E gostou?
- Claro que gostei. É gostosa, cheirosa, tem pelos. Não acho bonita uma buceta raspada não, mãe.
- Ainda bem que você pensa que nem a mamãe. A mamãe também acha melhor assim.
Estava muito gostoso conversar com meu filho daquela forma. Estávamos sem pudores, nós dois pelados na cama. Nesse momento, ele já estava deitado ao meu lado, com a cabeça no meu peito. Com uma mão, eu alisava as suas costas; ele, com uma mão, alisava a minha buceta e ficava puxando meus pelinhos com carinho. De repente, Lucas falou, preocupado:
- Mãe, eu gozei dentro da sua buceta.
- Não se preocupe, meu amor. A mamãe toma anticoncepcional. Não é agora que ela vai ficar grávida de você, não.
Ao ouvir isso, ele ficou louco, alucinado. Parecia ter ganhado o prêmio máximo da loteria.
- A senhora vai engravidar de mim um dia, mãe?
- Quem sabe! Só o tempo dirá.
- Mãe, a senhora ainda vai me matar de tanto tesão.
- Nem pense em morrer, mocinho. Caso eu me decida, você vai ter que me ajudar a cuidar do nosso filho.
Nada mais excitante que atiçar um adolescente safado e impregnado de hormônio. O menino ficou parecendo um cachorro diante da máquina de frangos.
Ele, com um sorrisão largo, me deu um beijo bem molhado na boca e disse que não queria mais nenhum presente na vida dele, pois aquele já valia por todos. Foi quando eu intervi:
- Calma, mocinho! Ainda tem a segunda parte do presente. Amanhã você vai ver o que é.
E é amanhã também que eu contarei que segunda parte do presente é essa.
A quem estava esperando uma guinada a história, já começamos a ter.
Como eu disse, não admito inventar histórias nem aumentar ou diminuir o que houve (e há) entre mim e Lucas.
Garanto, lindos e lindas: estamos bem, bem, bem no começo.
P.S. 1: Leio todos, todos, todos os comentários. Desculpem-me por não os responder lá mesmo, mas é pura falta de tempo. Quando eu estiver mais livre, garanto que prestigiarei um a um.
P.S. 2: Sempre escreverei um conto por dia para vocês. Jamais os desrespeitarei com relação a isso. Se, por ventura, alguma dia eu não conseguir escrever, é porque houve algum imprevisto e, desde já, peço desculpa a cada um de vocês. Tenho um compromisso diário com vocês e honrarei sempre.
Obrigada, meu lindos e lindas. Vocês são maravilhosos/maravilhosas com seus comentários construtivos e também com suas defesas (perdoe-me por eu não lembrar o nome, mas você, que me defendeu quanto à linha narrativa, meu muito obrigada, meu lindo).