Meu filho se mostrou tarado por mim - o namoro

Por: Mariana • 24/07/2026 • 688 leituras
Capa do conto

Oi, pessoal!

Quero muito agradecer a vocês que vêm todos os dias prestigiar esses textos. Coloquei o primeiro de maneira tão despretensiosa e, de repente, vejo várias e várias pessoas comentando e vivenciando isso comigo. Obrigado, lindos e lindas, pelo incentivo e pelas palavras que lá colocam. Vocês são perfeitos/perfeitas.

Só deixando claros dois pontos:

1º: Como já disse, não mudarei os fatos e nem tenho como alterar o passado. Esse negócio de “tem de aparecer alguém, tem de acontecer isso, tem de fazer isso”, infelizmente, não dará em nada. Aparecerá quem já apareceu, acontecerá o que já aconteceu. Se, por acaso, vocês julgarem as histórias como sendo repetitivas, comentem, pois cortarei alguns fatos e adiantarei o processo para o término.

2º: Estou contando fatos de quando comecei a me relacionar com Lucas. Farei uma edição imensa em momentos que eu julgar desnecessários para a narrativa. Essas histórias chegarão ao fim quando eu abordar os dias atuais, pois não haverá mais nenhuma novidade para contar.

Continuando...

Rapidamente: alguém me pediu para descrever o Lucas. Imagine o protótipo de adolescente: tem aquela cara insuportável de tédio, de se achar o máximo algumas vezes e de estar nem aí para o mundo. Além disso, ele é alto (não sei quanto mede, mas hoje é mais alto que eu), magro, branco, cabelos lisos e muitas vezes escorridos para os olhos (e, quando ele afasta dos olhos, fica com um semblante mais metido ainda), rosto com espinhas, bigodinho ralo, pinto mediano, nem grosso e nem fino, tem um prepúcio grande, hoje está bastante pentelhudo (higieniza, mas não gosta de se depilar - ainda bem), saco grande e meio caído.

Estávamos pelados na cama depois de Lucas ter comido o meu cu. Dessa vez, era ele quem estava deitado com a cabeça nos meus seios, alisando minha buceta, enquanto eu lhe dava uns carinhos no cabelo. Mas ele não deixava cair no esquecimento aquela história da gravidez.

- Mãe, é sério: eu gostei daquele negócio da gravidez, entendeu?
- Lucas, eu falei aquilo apenas na hora do tesão. Só isso. Pode tratar de esquecer.
- Esquecer coisa nenhuma, mãe. A senhora me acendeu esse fogo. Trate de apagar.
- Já apaguei. E assunto encerrado, entendeu, Lucas?

(Observação: esse assunto foi encerrado por enquanto. Mas, não pensem que parou por aí. Não parou mesmo!)

Lucas ficou com uma cara séria, mas percebeu que eu falei mais sério ainda. O que eu gostava nele é que ele sabia entender meus comandos. Ele conseguiu compreender que eu controlava tudo e o que ocorria era sempre com a minha conivência.
Mas, tenho de confessar: quando Lucas ficava no controle, eu sentia um tesão desenfreado.
Naquele mesmo dia, voltamos a transar com tudo o que se tem direito: chupada, penetração na buceta, no cu, gozada na cara, engolir sêmen...

No dia do aniversário de Lucas, não aconteceu nada mais que o trivial, por isso nem cabe mencionar aqui.

No dia seguinte, um sábado, acordei, meu marido já havia saído para trabalhar e Lucas não estava em casa. Achei aquilo e mandei mensagem para ele. Ele me respondeu dizendo que tinha saído para comprar um negócio, mas que já estava retornando.
Pouco tempo depois, ele chegou e trouxe um presente. Perguntei logo de quem ele havia ganhado, afinal seu aniversário foi no dia anterior, mas ele me disse:

- Esse presente é seu, mãe.
- Meu?! – questionei, surpresa.

Peguei o embrulho e abri. Era um conjunto de lingerie preta muito, muito, muito linda. Ele havia comprado com o dinheiro que o pai deu de presente. Comecei a rir, meio envergonhada, meio surpresa.

- Ai, que lindo, meu amor! É para mim mesmo?
- Claro, mãe. Para a gente dar uma fudida bem gostosa, sua safada.

Não falei mais nada. Saí, fui tomar um banho, vesti a lingerie, perfumei-me e voltei para a sala. A lingerie que ele me deu era uma espécie de espartilho, mas que mal cobria os seios e a buceta. Basicamente, só o que estavam tampados eram os bicos dos meus seios. A buceta, por exemplo, nem tinha como devido aos meus pentelhos.
Cheguei na sala e Lucas quase teve um troço:

- Caralho! Você está muito gostosa, mãe. Puta que pariu!
- Está disposto a pegar a mamãe de jeito?

Lucas veio parecendo um animal faminto. Colocou-me contra a parede e me lambeu o rosto para depois me beijar a boca. Ou melhor, sugar-me a língua. Fazia isso enquanto apertava, beliscava, esmagava os meus seios com força e dava tapas meio fortes na minha buceta.

- Já está toda ensopada, não é, sua puta?
- Já sim, meu safado gostoso. Vamos para o quarto.
- Para um quarto uma porra. Vou te fuder aqui na sala mesmo. Cadela como a senhora tem que ser fudida em todo lugar.

Fez isso e basicamente me arrastou pela sala, jogando-me no sofá. Estava impressionada com a força que aquele menino tinha. Ou talvez nem tivesse, mas o tesão deixasse-o assim. Assim que me jogou no sofá, Lucas, por iniciativa própria, deu um verdadeiro tapa na minha cara. Quando olhei novamente para ele, levei outro tapa do outro lado do rosto.

- Viu, sua puta do caralho, quem é seu macho de verdade.
- Vi, seu safado.
- Diga que você é minha cadela, diga.
- Sou sua cadela!
- Diga mais, porra. – e me deu outro tapa.
- Sou sua cadela, sua puta, sua piranha, sua vagabunda, sou tudo o que você quiser, seu safado.

Lucas me deu outro tapa na cara, colocou minha calcinha de lado e meteu forte aquele pinto em mim. Ainda bem que minha buceta estava bem molhada, porque, senão, eu iria ver estrelas tamanha agressividade do meu filho.
Ele baixou meu sutiã e chupou bastante meus seios, enquanto metia forte, forte demais. Eu gemia, sentindo um tesão como eu nunca senti com meu marido antes. Afinal, nosso sexo só era basicamente na cama.
Lucas pegava aquele pinto bem molhado e ficava esfregando no meu corpo. Depois, metia 3 dedos dentro da minha buceta e me dava para eu chupar. E eu chupava que nem um bebê.

- Chupa, sua puta do caralho. Vagabunda sem valor. Piranha!

Eu puxava e apertava meus seios ouvindo meu filho falar toda essa putaria comigo.
Depois, Lucas me colocou com as pernas em seus ombros, na posição frango assado. E foi taxativo:

- Vou meter no seu cu agora. – disse enquanto enchia a mão de cuspe.
- Vá tomar no cu! Não pedi sua opinião, cachorra do caralho. – e me deu outro tapa na cara.

Assim que ele fez isso, já gozei de novo.
Lucas era muito, muito, muito, muito safado, pervertido, moleque, ousado, despudorado. E eu estava alucinada por aquilo tudo.
Na hora de gozar, simplesmente tirou o pau do meu cu, enfiou na minha buceta e disse:

- Para te engravidar, sua cadela.

Depois, ficamos abraçados, pelados no sofá, assistindo à TV. Parecíamos um casal de namorados. Ele encostado no braço do sofá, eu deitada em sua frente, no meio de suas pernas, e a gente trocando muitos carinhos. Lucas começou:

- Mãe, eu não quero namorar ninguém, não.
- Como assim, Lucas?
- Não quero, mãe. Sei lá, não tenho vontade de namorar nenhuma dessas meninas nem daqui do bairro, nem do colégio...
- Mas, meu filho, isso é porque você ainda não encontrou a menina que vai chamar sua atenção de verdade. Por enquanto, você está na fase de ficar mesmo. Mas pode crer que você vai encontrar.
- Eu já encontrei, mãe.
- Ah, é? E quem é a ela? – levantei para olhar sorridente nos seus olhos.
- A senhora!

Fiquei sem reação, achando, obviamente, que se tratava de uma brincadeira. Comecei a rir:

- Estou falando sério, mãe.
- Lucas, meu filho, tudo bem. Pode falar para a mamãe quem é ela.
- Mãe, eu já disse: a senhora!

Lucas não estava rindo nem com semblante de brincadeira. Ele estava sério, meio inseguro, mas convicto do que estava falando. Percebi a veracidade do que dizia quando vi seus olhos cheios de lágrimas.

- Lucas, meu amor, você tem um amor de filho por mim. A gente está fazendo isso tudo na nossa intimidade, mas nós somos mãe e filho.
- Eu sei, mãe, e estou me achando um babaca por conta disso. Desculpe, mãe.
- Não, meu filho, não tem que pedir desculpa de nada. – e fui abraçar meu garoto e dar todo o carinho maternal a ele.

Nessa hora, entrou a Mariana mãe, a Mariana cuidadosa e zelosa com seu filho. Percebi que ele derramava umas lágrimas.

- Lucas, meu amor, pare de chorar. Você vai encontrar uma menina que te ame o tanto quanto você a amará.
- Mãe, eu juro, mãe. Eu só amo a senhora e só quero viver com a senhora.
- Mas você vai viver com a mamãe o tempo que você quiser, meu amor.
- Mãe, por favor. Entenda o que eu estou falando. Respeite meus sentimentos, por favor.

Foi nessa hora que eu vi ele realmente queria uma conversa séria.

- Lucas, entenda: eu sou sua mãe. Coloque isso na sua cabeça. Não podemos ter nada porque sou sua mãe.
- Isso não me importa, mãe.
- Mas importa para a sociedade em geral.

E continuei:

- Além disso, sou uma mulher casada. E o agravante: sou casada com seu pai.
- Mãe, eu não estou pedindo para a senhora se separar dele nem nada disso.
- Outro ponto: eu sou mais velha que você. Eu tenho mais de 30 e você não tem nem 15 ainda.
- Isso não importa, mãe. Eu juro, eu juro.
- E o que é que você quer mesmo, Lucas?
- Que a senhora seja minha namorada.
- Lucas...

Nessa hora, Lucas se levantou e se ajoelhou na minha frente, em posição de súplica.

- Mãe, por favor, me dê uma chance. Eu quero uma coisa séria com a senhora. Se a senhora quiser, a gente para de fazer sexo. Tudo só para te provar que é sério que eu quero namorar a senhora.

Quando um homem chega a esse ponto, é porque o negócio é sério mesmo.

- Por favor, mãe, por favor!
- Não, Lucas, e ponto final.

Ele se retirou chorando. Foi para o quarto e se trancou lá. O final de semana foi todo assim. Ele não quis conversa com o pai e muito menos comigo. Para vocês terem uma ideia, o celular dele estava na sala e lá ficou o final de semana inteiro. Um adolescente sem mexer no celular por mais de 1 dia é algo extremamente estranho. Ele também não jogou videogame nem assistiu à TV do seu quarto.
Meu marido tentou falar com ele, mas não obteve resultado. Falou para mim que isso é coisa da idade (e eu sabia bem qual era o motivo).

Na segunda, assim que meu marido saiu, fui ao quarto de Lucas. Bati na porta, mas ele disse que não queria falar. Insisti e ele me deu nova negativa. Usei a autoridade de mãe e, a contragosto, ele abriu a porta. Entrei. Ele se afundou no travesseiro, deitado de bruços. Sentei na cama ao lado dele:

- Lucas, meu amor, vamos conversar.
- Não quero conversar nada, mãe.
- Meu filho, por favor, converse com a mamãe.
- Não, mãe. Só se a senhora realmente me obrigar. Aí eu te obedeço. Mas, da minha vontade, eu não quero conversar nada, não.

Percebi que ele estava realmente muito, muito chateado e bastante triste comigo. E aquilo estava realmente me abalando, afinal sempre tive uma boa relação com meu filho e ultimamente, depois de toda nossa intimidade sexual, estava perfeita. Em 2 minutos, pensei em várias e várias coisas. Até que respirei fundo e falei:

- Vamos fazer o seguinte: eu vou pensar.
- Pensar em quê? – disse, com o rosto afundado no travesseiro.
- Na sua proposta.
- Que proposta, mãe?
- Já esqueceu, menino? No sábado, você não pediu para me namorar?! Então, vou pensar na sua proposta.
- Mãe, a senhora está de brincadeira comigo, não é? – disse, levantando-se.
- Você acha que eu estou brincando, Lucas?! No sábado, eu te disse um não. Hoje, digo que vou pensar na sua proposta.

Lucas ficou radiante de felicidade. Pulou na cama e tudo mais. Depois, veio para me dar um beijo na boca, e eu o impedi:

- Não, não, mocinho. Você só me fez o pedido e eu disse que ia pensar. Não beijo a boca de uma pessoa com quem não estou me relacionando.
- Mas, mãe...
- Aprenda a me conquistar. Só isso. – e saí do quarto.

A partir dali, Lucas entrou em uma verdadeira luta. Realmente, ele queria algo sério e eu fui percebendo isso de verdade. No começo, achei muito estranha aquela esperança que lhe dei. Mas, depois, comecei a internalizar como algo natural.
Lucas passou a lavar a louça, pôr as roupas na máquina, estendê-las (sob minha supervisão), apanhá-las, aspirar o pó da casa, encerá-la, limpar os móveis, lavar banheiro, tudo.
Quando eu estava sentada assistindo a algo, lá vinha ele com um óleo refrescante me fazer massagens nos pés e nas mãos.

- Uau! Está se saindo o melhor dos homens, Lucas.
- Tudo pela senhora, mãe.

Eu amanhecia com café na cama (muitas vezes, bem ruim, mas ele se esforçava ao máximo). Pegou um violão do colega e inventou de querer aprender a tocar para tocar uma canção para mim (achei isso tão lindo, tão romântico). Até, para vocês terem uma ideia, fez um pequeno poema para mim. Vou transcrevê-lo:

“Mesmo que o sol me diga não,
Mesmo que a lua fale que não me ama,
Nada disso me importa,
Pois eu te amo, minha Mariana.”

Tem como resistir? Para mim, não tem. Ele me pediu para sentar no sofá, ficou de joelhos, com o violão apoiado na perna (aprendeu algumas poucas notas) e musicalizou esse poema. Após recitá-lo, pegou a minha mão direita, beijou-a e novamente me fez o pedido:

- Mãe, a senhora aceita namorar comigo?

E, para mim, não cabia outra resposta:

- Aceito, meu amor. – eu disse também toda emocionada.

Lucas, totalmente incrédulo, pôs o violão no chão e me deu um beijo de língua de verdade, desses melhores que de cinema, de faltar o fôlego e a gente ficar feliz porque perdeu o ar. E eu o afastei e fui lendo toda a cartilha:

- Escute uma coisa, mocinho: você me pediu em namoro, eu disse não, depois parei para pensar e agora aceitei. A partir de hoje, somos namorados. Para os outros, somos mãe e filho; para nós dois, somos namorados. Fui clara?
- Claro que foi, mãe. Eu estou sem acreditar ainda.
- E outra coisa: namoro é namoro. Eu te trato como namorado e você me trata como namorada. Eu te dou satisfações enquanto sua namorada e você me dá enquanto meu namorado. Entendeu?
- Sim, mãe, entendi.
- Você é ciumento?
- Claro que sou, mãe.
- Eu também sou, Lucas. Então zele pelo que é seu que eu vou zelar pelo que é meu.
- Eu te amo, mãe!
- Eu te amo, meu amor!

Dali, já fomos correndo para o meu quarto e lá deitamos na cama já totalmente pelados. Fui para cima de Lucas, peguei o pinto dele e pus na entrada da minha buceta. Desci aos poucos, acomodando todo aquele pintão jovem dentro de mim. Apoiei minhas mãos no peito dele e comecei a cavalgar.

- Ai, gostosa, bucetuda do caralho! Que saudade que eu estava de te fuder, porra.
- Então, fode, fode, fode sua namorada, meu gostoso. Fode!
- Você é minha namorada, mãe! Entendeu, sua puta do caralho?
- Entendi, meu gostoso. E você é só meu. Esse pintão gostoso só pode entrar em 3 lugares: na minha boca, na minha buceta e no meu cu. Fui clara, Lucas?
- Claro que foi, gostosa. Eu só quero te comer para sempre, para sempre.

Lucas pegou com força nos meus seios e me deu um tapa na cara com força, o que me fez dar um grito de tesão e depois gozar no pinto dele.

- É só eu dar um tapa na sua cara que você goza feito uma puta, não é, sua vagabunda?
- É claro. Você me bate e me fode bem gostoso. Não tem como não gozar.
- Fique de 4, cadela, que eu vou meter minha pica no seu cu.

Prontamente fiquei e ele meteu no meu cu num embalo frenético. Lucas, então, pediu-me:

- Deixe eu puxar seu cabelo, piranha.
- E quem está te impedindo?

Lucas puxou meus cabelos com tanta força e ainda conseguiu me estapear na cara. Só senti uns jatos fortes no meu cu, enquanto escorria meu segundo gozo pelas pernas.
Terminamos e ficamos agarrados, pelados, entre beijos e lambidas no pescoço, na orelha e no rosto.

- Mãe, ainda não estou acreditando que você aceitou ser minha namorada.
- E nem acredite mesmo, afinal, se eu sou sua namorada, não me chame de mãe.
- É sério que eu não preciso te chamar de mãe?
- Preciso desenhar? Até onde eu sei, eu tenho nome. Eu me chamo Mariana e, desde há pouco, sou oficialmente sua namorada. Então, use o meu nome para me chamar. Fui clara?
- Foi, Mariana. – respondeu todo feliz.

A gente ficou trocando mais carinhos e fazendo planos para nosso namoro. De repente, Lucas me faz outro pedido:

- Mãe, ou melhor, Mariana, posso te pedir uma coisa?
- Claro, meu amor.
- Quando estiver comigo, chame o meu pai de corno.
- Lucas, isso não. Não vamos envolver o seu pai nessas histórias.
- Por favor, Mariana, ele nem vai saber.

Não havia motivos para negar isso ao meu garoto. Então, fui firme:

- Seu pai é um corno mesmo.
- Por quê, Mariana? – perguntou todo provocativo.
- Porque sim. Afinal, ele está trabalhando enquanto a esposa dele está transando com o filho dele.
- Mariana, você é uma puta do caralho.
- Eu sei, mas eu sou sua puta.

E já caí de boca naquele pinto. E ordenei:

- A partir de hoje, não quero desperdício da sua porra. Você só pode gozar em 3 lugares: na minha boca, na minha buceta e no meu cu. Entendeu?

Nem precisei chupar muito e ele já gozou na minha boca, 1 jato mais fraco, porém não menos gostoso.

À noite, quando todos nós já estávamos deitados, Lucas me mandou uma mensagem no WhatsApp:

- “Mariana, estou na punheta. Quero gozar. Venha aqui rapidinho.”
- “Lucas, agora não. Seu pai está aqui na cama.”
- “Que pena! Vou gozar e limpar sozinho.”

Coloquei um emoji de raiva, disse ao meu marido que ia beber água e fui ao quarto de Lucas. Entrei e ele estava peladão, com o pinto na mão. Fechei a porta e sussurrei:

- Seu safado, goze logo, seu moleque sem respeito.

Ele começou a rir e eu pus a boca no pinto dele, recebendo uns 2 jatos caprichados. Engoli tudo e dei um selinho em sua boca:

- Boa noite, meu amor!
- Boa noite, minha vida! – ele me disse todo apaixonado.

Nem preciso dizer que, quando voltei ao quarto, meu marido quis o velho beijo de boa noite. Relutei um pouco em dar (um moralismo bobo aflorou), mas dei. Ele nada falou nem nada reclamou. Ótimo! Talvez não tenha sentido nada diferente. Mas o gosto ainda estava bem forte na minha boca.
Mas esse namoro ainda vai render muitas aventuras (bem picantes, por sinal).
Amanhã eu digo.

Um beijão em cada um/uma de vocês.
Obrigada pelos comentários.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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