Meu Irmão me Ajudou com Uma Vingança

Por: Luisa • 19/07/2026 • 10630 leituras
Capa do conto

Prazer, meu nome é Luisa. Tenho 19 anos e eu vi muitos contos aqui sobre pessoas da própria família se pegando. Então eu decidi quando eu e meu irmão começamos a nos pegar também.

Na verdade, é bem recente. Eu tinha descoberto que o meu namorado estava me traindo. Uma amiga me enviou fotos deles se pegando com outra. Fique um misto de raiva e magoa com aquele filho da puta. Meu irmão, Lucas, entrou na sala pra ver como eu tava e contei pra ele tudo que tinha acontecido:

- Filho da puta! Quer que eu acabe com ele?

- Seria bom, mas ele te daria uma surra.

- Valeu, hein!

- Desculpa, mas ele é bem maior que você.

Meu irmão tinha 23 e apesar de alto ele era mais magro. Meu “namorado” era da academia de musculação:

- Se tiver algo que eu possa fazer por você...

Não sei se foi pela raiva, mas eu simplesmente não pensei no que fiz em seguida:

- Pode fazer algo.

- O que?

- Posso tirar umas fotos?

- Fotos do que?

- Quero enviar umas fotos de vingança para ele e mostrar que acabou de vez.

- E...?

- Eu quero tira fotos minhas... com o seu pau.

- O QUE?!

- São só umas fotinhos...

- Você realmente quer fazer isso, tá. Mas por que eu?!

- Eu não tenho nenhum amigo homem e eu não vou chupar um estranho.

- E vai chupar o seu irmão?!

- É só eu e seu pau. Não vai aparecer o seu rosto. Vai, deixa. Eu sei ser delicada.

Ele parou. Ele realmente estava pensando:

- Por favorzinho – eu ficava ajoelhada em frente a ele. Dava para ver o pau dele ganhando volume em baixo da bermuda

- Só algumas fotos.

- Só isso.

Ele hesitou, mas abriu sua bermuda e abaixou a cueca pondo o pau pra fora. Eu bati um pouco para ele para ficar mais duro. Eu estava com o pau de 16cm do meu irmão na minha mão e perto da minha boca. Comecei a chupar só a cabecinha e ele estremecia. Ele ainda estava tenso, mas estava aproveitando.

Eu comecei a colocar mais da rola dele na minha boca. Peguei meu celular e tirei selfs:

- Pode tirar pra mim? – Dei o celular pra ele

- Olha para mim.

Fui fazendo um boquete olhando nem para a câmera, mas para a cara dele. Ele com certeza estava gostando. E eu também estava. Eu caprichei naquele boquete até sentir ele gozando na minha boca. Engoli quase engasgando surpresa com aquilo:

- Porra, Lucas! Por que não avisou!

- Desculpa irmã, mas estava muito bom.

Eu tava puta, mas aproveitei e bebi o resto do leitinho:

- Nossos pais não podem saber disso – Lucas

- Tá tranquilo.

Passaram uns dias. Eu envie as fotos (ficaram muito boas, por sinal) para a gora meu ex. Eu estava no meu quarto só de camisa e calcinha mexendo no meu celular:

- Oi Lu – meu irmão estava na porta do meu quarto

- Lucas! – Eu me cobri da cintura pra trás – Eu estou sem roupa! O que você quer?

- Eu só queria uma ajudinha.

- Com o que?

- Eu estava pensando naquele boquete...

- Você não contou pra ninguém, né?!

- Não, não. Mas eu fiquei com vontade.

- Vontade de que?

- De mais. Foder, trepar, gozar...

- Tá bom, tem um monte de garotas por aí querendo isso. Um monte de graça também.

- Eu gozei na sua boca. Acha mesmo que precisa de um limite entre a gente?

- Porra, Lucas, sério mesmo?!

- Eu fiz um favor por você esses dias.

- Aí tá. Foda-se – tirei as cobertas e virei de costas para ele tirando a minha calcinha, ficando de quatro – Mas vai logo.

Ele tirou a bermuda e a cueca e começou a passar a rola dele na minha entrada, brincando de por só a cabecinha e tirar:

- Nossa mana, sua buceta é apertadinha.

- Quer falar ou pode me foder logo.

Ele começou a por o pau dele dentro da minha buceta. Eu realmente só estava fazendo isso para ele calar a boca, tanto que eu ainda estava no celular.

Ele começou a acelerar as estocadas. Eu queria só ignorar, mas tava boa aquela foda. Foi difícil esconder alguns gemidos:

- Tá gosto, tá?

- Ai, não enche só me fode.

- Tá curtindo o pau do seu irmão?

- Cala a porra da boca. Só me fodeeee – realmente tava boa

Ele ainda teve a cara de pau de meter o dedo no meu cuzinho. Deixei escapar um gritinho. Tanto de susto como de prazer. Ele realmente tava uma finalização completa.

Ele tirou a própria camisa e me fez levantar e tirar a minha camisa, nos deixando pelados (eu não tava de sutiã na hora). Ele foi beijando e lambendo meu pescoço enquanto me fodia e apalpava meus peitos. Ele chegou até minha boca e trocamos um beijo. Merda, não queria, mas estava me entregando. Nossa, nem meu namorado me fodia tão bem.

Ele parou de meter e me deitou de costas na cama. Ele voltou a meter em mim com mais força:

- Issso. Fode! Fode sua maninha, fode Lucas!

Ele me fez calar a boca me beijando. Ele jogava todo o corpo em cima de mim:

- Eu vou gozar Lu. Vou gozar!

- Goza comigo, então. Joga porra em miiiiimmmmm!

Nós dois gozamos. Senti uns três jatos de porra dentro de mim.

Não queria admitir, mas a foda dele foi muito gostosa. Acabamos uma rotina de transar escondidos dos nossos pais. Quando eles saiam, a noite, no banho... Enfim. Essa foi a história de como começamos a gozar juntos.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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