Meu pai gozou no potinho, pediu pra eu tampar e colocar na mesa do médico. Depois sentou-se em uma das cadeiras cansado. O médico entendeu que era a sua vez de comer o meu irmão, puxou-o, encostou na mesa e enfiou o seu pau nele. Mesmo sendo um pau menor, meu irmão gemeu com a chegada do novo invasor do seu cuzinho.
Meu pai sentado numa cadeira, chamou-se e me fez sentar no seu colo.
- Tá gostando, filho?
- Não sei...
- Eu sei que parece um pouco estranho, mas é uma forma que muitos homens tem pra se divertir e foi assim que o Dr. conseguiu me ajudar quando eu tava fraco. Vai ajudar vocês também a se tornarem homens fortes no futuro.
Ele, então, segurou meu pauzinho e começou a punhetar de leve:
- Que pau gostoso do papai! Papai que fez esse pau gostoso aqui _ falava no meu ouvido meu causando arrepios. _ Tá gostoso?
- Tá...
- Posso beijar o meu filhão?
- Sim...._ respondi gemendo de prazer
E assim meu pai meu deu o primeiro beijo da minha vida, o primeiro de muitos. Logo senti que meu pai abandonava meu pauzinho e começava a procurar outra coisa: o meu cuzinho. Senti sua mão fazendo aquele caminho e alisando o meu reguinho. Era uma sensação muito boa sentir o dedo dele alisando meu reguinho, até que senti que o dedo começava a forçar entrada. Eu quis parar, estava com medo que doesse, mas meu pai me acalmou:
-Não, pai..vai doer..
- Calma, calma. Vai doer só um pouquinho. _falou isso no meu ouvido e eu sentia arrepios com a voz dele no meu ouvido, no meu rosto, no meu pescoço.
Até que ele conseguiu enfiar um dedo e ardeu, me senti invadido e quis fugir, fiz força pra me levantar e sair daquela situação, mas acho que meu pai já estava prevendo aquilo, me abraçava e me segurou forte evitando a minha fuga.
- Calma, calma...é assim mesmo.
- Para, pai, não quero, vai doer.
- O médico já preparou seu cuzinho, não vai doer muito. Ele vai passar mais em você.
Meu pai continuou enfiando seu dedo e em algum momento passou a não doer tanto. Ouvi um barulho e abri os olhos. O médico já tinha gozado no cu do meu irmão e ele tinha vindo pra perto de nós e meu pai chupava ele.
- Seu irmão quer gozar agora, vamos dar prazer pra ele. Chupa ele, vai.
Meu irmão botou o pau na minha boca e comecei a chupá-lo. Eu estava no colo do meu pai, sendo agarrado com uma mão e tendo o cu arregaçado por um dedo da outra mão e ainda chupava meu irmão mais velho e meu pai falando coisas safadas e deliciosas no meu ouvido, era uma sensação de dor e de prazer indescritíveis.
Enfim, meu irmão gozou e sujou eu e meu pai com sua porra. Meu pai falou coisas gostosas pro meu irmão, que foi se sentar em uma cadeira. E falou alguma coisa pro médico que não entendi. Levantou-me do colo dele, me colocou apoiado na maca com a bunda exposta. Eu senti que colocaram algo gelado no meu cuzinho e depois enfiaram um dedo. E continuaram assim até que enfiaram outro dedo e depois um terceiro, nessa hora foi difícil suportar a dor e reclamei com um grito.
- Calma, filho. Estamos passando uma coisa pra não doer. Vai fazer efeito já já.
Depois de um tempo, eu sinto que melhorou e nessa hora meu pai falou que iria meter em mim. O medo não tinha passado ainda, mas eu confiava no meu pai e não falei nada. Eu senti ele segurando a minha bunda e depois encostando a ponta do pau dele na porta do meu cuzinho. Ele tentou empurrar uma vez bem devagar, mas meu cuzinho resistiu; tentou outra e não deu em nada, mas na terceira ele foi mais forte e entrou. Senti que era rasgado ao meio e dei um grito muito alto. Doeu muito.
Ele pediu calma que a dor iria passar, mas eu só queria que ele tirasse. Ele, então, me segurou e evitou que saísse, disse que isso era normal, que logo iria melhorar. Ficou parado um tempinho, mas logo começou a se movimentar, tirava e enfiava bem de leve. Doía, mas eu eu tentava me segurar pra agradar ao meu pai, não queria mostrar pra ele que era fraco, incapaz de aguentar o que o meu irmão aguentava.
A movimentação foi acelerando e a dor continuava muito forte, imaginava se não tivessem passado o remédio pra passar a dor, eu teria desmaiado de dor. Eu estava de olhos fechados e não sentia mais nada, só a dor do pauzão do meu cu no meu cuzinho. Em certo movimento, ele me puxou e encostei todas as minhas costas na barriga dele e fiquei ereto assim como ele e meu irmão ficou na minha frente e começou a me punhetar. Nessa hora, a dor diminuiu bastante e eu pude sentir prazer.
Sentia o corpo todo do meu pai abraçado ao meu, sentia carinho e proteção, além da dor de estar sendo fodido pela primeira vez, enquanto meu irmão me punhetava de leve. Cada estocada era um gemido forte e uma punhetada ainda mais forte. Até que veio a primeira onda de um prazer incrível, depois a segunda, a terceira e gozei gemendo de dor e de prazer na boca do meu irmão. Nessa hora senti meu pai gozar no meu cu na primeira vez e perdi totalmente as forças.
Lembro do meu pai me segurando pra eu não cair no chão, dele me beijando, falando que me amava, que eu era o garoto mais forte do mundo e depois meu irmão vindo beijar nós dois. Por último eu ouvi o médico falar algo, mas fechei os olhos e não vi mais nada por um bom tempo.