__Aaaahhh...que delicia de lambida papai... chupa, engole todo meu seio, vê se cabe na sua boca...hummm, que gostosa essa chupada...ai, eu morro...estou gozando papai...delicia de boca...ooooohhhh, estou go...aaaaaahhhh...aaahhh.
__Como você é gostosa minha filha...
__Chupa papai, chupa muito meus seios, quero gozar mais com eles....
Conforme falava, dentro da cueca eu alisava o pênis que parecia ficar mais e mais duro. Eu queria ver o tinha na mão e por isso, desci as duas peças, com ajuda de meu pai e olhando meio de lado, pude ver a beleza do membro, que um dia penetrara na boceta de minha mãe e lá deixara semente que me fizera e que agora me possibilitava ver e ter a minha disposição, aquele instrumento de prazer.
__Quero chupar, você... me dá essa coisa linda para chupar - pedi, vendo meu pai se contorcer, para me disponibilizar a pica que veio a ficar junto a minha boca. Abri a mesma e a fechei em torno da chapeleta, sentindo sua maciez, como ficava grande e aquele gosto e cheiro que me saia pelas narinas que era uma coisa de maluco, excitante, viral. Uma lufada de ar percorreu meu corpo, quando meu pai, ensandecido puxou todo o lençol de sobre ele me deixando mais nua que estava, em descoberto, plantei os pés na cama e fui sentindo a boca dele ir descendo dos pentelhos para onde seus dedos ainda permaneciam. Tirou os mesmo de minha vagina e os levou a boca. Era eu apreciando seu gosto e ele o meu. Colou sua boca na minha flor intima e passou a suga-la. Corcoveei, sedenta de que ele me penetrasse com sua língua, que o fez, me fazendo surtar. Gritei, xinguei, me contorci, quase o mordi, arranhei a roupa de cama e depois passei a esmurrar o colchão para ver se me controlava mas era impossível, não me perder em um mar de gozo, que era bebido por meu pai. Naquela posição clássica de 69, ele passou a me estocar a boca, levando a glande a me tocar a garganta, me causando um agradável desconforto que beirava a um enjoo.. Vendo que podia acabar de uma momento para o outro ele se retirou e virando para a posição mais comum do do mundo entre homem e mulher quando transam, acomodou a cabeça da pica entre minha pétalas e quando encontrou a entrada da minha vagina, ali ficou por instante, indo me penetrar, entre beijos nos seios e na boca, até que a vara ficou toda dentro de mim. Inciou o vaivém e eu de braços abertos, seios sugados e boceta preenchida me deixei ser fodida com intensidade.
__Pai, me diz que não é um sonho, que você esta realmente dentro de minha boceta...diz.
__Não é sonho, sente meu pau pulsando dentro de você...esta sentindo...
__Aaaahhh estou...
__Não esta arrependida de não ter ido a balada?
__Balada? Quero essa balada, essa que esta dentro de mim e vem de você...Pai...eu vou gozar...acelera...acelera....ooooohhh...que gostoso....aaaahhhh
__Me espere filha, espere seu pai que já esta para gozar também....hummm...ooooooohhhhh, estou gozando....hummmm...aaahh...aaahh.
Abraçados ficamos ali tentando recuperar o fôlego, até que tudo ficasse aparentemente calmo.
Pela manhã, levantei-me antes de papai e lhe preparava um belo café da manhã, quando mamãe chegou. Estava com cara de feliz e satisfeita. Me beijou no rosto, deixando que eu sentisse um cheiro estranho em seu hálito. Em seu pescoço, havia marcas de chupões que indicava forte atividade extramatrimoniais, o que me deixava livre de culpa pelo que tinha acontecido com seu marido e eu. A vida ia seguir seu curso e quem sabe outra trepada entre eu e meu pai aconteceria, ou aconteceu?