__Quero dançar com o mesmo homem que vim aqui para me divertir. O que aconteceu, talvez eu seja culpada, ou a música talvez, mas quero o homem antes disso, tudo bem?
__Vai ser difícil...
__Coloca na sua mente que sou a garota do seu filho...
__Isso apenas vai piorar a situação...
Não esperava por aquela resposta e fiquei com aquilo na cabeça. Fomos para o bar e lá ingerimos alguns drinques, sem mencionar o ocorrido na pista de dança. Fui ao banheiro pois algo me incomodava e eu precisava tirar a dúvida, e dentro do reservado, ao abaixar a calcinha, vi pela mancha nela existente, que tinha gozado. Ainda curiosa, enfiei um dedo na vagina e a encontrei, repleta de líquido. Gostei da sensação que tivera ao introduzir o dedo na minha cona e repeti por diversas vezes, imaginando o que vira na calça de meu sogro. Quando voltei para a o salão, fomos novamente dançar e ele continuava excitado e eu o sentira, então algo foi ocorrendo e logo começamos a nos olhar mais intensamente e quando nossas bocas se encontraram, já não havia mais dúvidas de que aquilo aconteceria...o beijo tresloucado. Me entreguei ao mesmo, desejosa que estava por saber se realmente aquele homem me deseja para algo ou se fora tudo um ato passageiro. Me entreguei ao beijo, esquecendo que era o pai do meu namorado que me beijava e depois disso, ele propôs que fossemos embora dali, eu topei, assim que entramos no quarto de motel ele foi logo me despindo e vendo que eu não o repelia, tomou na boca meus seios os chupando intensamente, enquanto sua mão acariciava minha boceta. Ele se despiu também, me mostrando o que eu iria enfrentar. O pau do pai de meu namorado, era bem diferente, mais robusto e o comprimento, que era pelo menos uma glande maior, em sua conformidade, era um belo pau. Ele balançou aquela rola a minha frente e me pediu uma chupada, Me agachei e diante do pau o tomei entre os lábios começando a chupa-lo, era macio, o que a visão deixava em dúvida, porém eu estava amando o ter na boca e chupava com gulodice, lambendo toda a vara até char nos testículos, esfreguei aquela rola entre os seios, passei em meus mamilos, enquanto dedilhava o clitóris, mas o que importava era sentir ele dentro de mim e por isso me levantei e fui para a cama, onde le enfiou a rola logo de cara dentro de minha boceta, gemi, esperneei e me agarrei as roupas da cama, empurrando o copo de encontro ao mastro, Puxei meu sogro de encontro a mim e mordi seus lábios berrando como uma endiabrada:
__Via seu puto, fode com a mulher do seu filho, come ela bem gostoso...fode e prova que é melhor do que ele...quero gozar na tua rola...me fode seu puto...me come, como nunca comeu ninguém....ai...ai...que delicia de rola, melhor que do seu filho, você é muito gostoso e e vai me foder sempre que eu quiser...você me fode...fode?
__Deliciosa, eu vou te foder para que você nunca se esqueça de mim...meter nessa boceta que meu filho fode é uma delicia, boceta gostosa, aperta meu pau... hummmm que boceta,,,, quero foder tua bunda,,,você deixa...
__Claro meu sogro, minha bunda a ti pertence....
__Então fica de quatro, separa a bunda, deixa eu ver seu cuzinho....nossa que delicia, bem fechadinho...vou te arrombar.
__Sabia que seu filho nunca quis comer minha bunda,,,sou cabaço...
__Ele não sabe o que perdeu mas eu sei que vou me deliciar no seu rabo...
__Vem ...me enraba logo que estou morrendo de tesão...ai....uuuiii, devagar, esta doendo...ai..ai...vai logo, mete tudo e acaba com essa agonia...aiiii, que dor..mas não para, enfia tudo de uma vêz....uuuiiii...oooohhh... gostoso...
Meu sogro me fodeu, alargou meu cu e me fez sentir um enorme prazer em ser enrabada por ele.
Daquela noite em diante, eu sempre arranjava um desculpa para ficar a sós com ele e foi durante uma dessas escapadas, que fomos descobertos, quando rola estava toda na minha bunda, então bem mais acessível a piroca de meu sogro. Não teve com disfarçar, pois estávamos engatados e nus sobre a cama e minha sogra nos flagrara. Fora um escândalo que toda a vizinhança ficara sabendo, uns até gostaram, pois não iam com a cara dela. Fiquei exposta e furei que ainda daria uma lição em todo que me execraram, inclusive, meu namorado. Depois de muito me falar abobrinhas, ele resolveu me perdoar e me presentear, para desespero da mãe, com uma viagem para Poços de Caldas. Ele não sabia, mas iria me ter sempre numa sopa tremenda. (cont.)