Meu vizinho velhinho mas com rola nova final.

Por: carla-319 • 13/07/2026 • 112712 leituras
Capa do conto
Quando eu já estava mole de tanto levar o conçolo na racha seu Antônio resolveu colocar a boca pra completar. Então não aguentei e gozei mais uma vez naquela noite. Após algum tempo me recuperando disse pra o meu tarado que estava indo, ele logo insistiu para mim ficar alegando que estava muito tarde e à rua era perigosa é tudo mais. Eu não queria que ele confundisse as coisas, expliquei pra ele que o que estava rolando era uma coisa passageira que não era pra confundir as coisas. Seu Antônio falou que sabia disso que eu não me preocupasse. Notei que ele mudou a expressão e eu para tirar o clima pesado perguntei se ele não queria me vê com a calcinha rosa e já fui vestindo e sentindo o fundo bem molhado com a baba do meu velho e ele estava super satisfeito enquanto eu desfilava e falava que tinha adorado o conjunto e de vez em quando parava e olhava para a parte transparente da frente e sentia o suquinho descendo e empoçando a telinha. Peguei a mão dele pra ele sentir também e o safado ja estava todo feliz. Resolvi que como já estava tudo esclarecido entre nós eu iria dormir lá, porque realmente estava muito tarde. Tirei a calcinha e deitei na cama e pra agradar um pouco mais seu Antônio disse que queria um bubuzinho pra dormir e coloquei o pau mole na boca e fiquei passando a língua e chupando quando senti endurecer um pouco. Acabei adormecendo naquela posição e é claro ele não deve ter achando ruim. Eu estava escutando um barulho ao longe, parecia ser alguém chamando mas como eu estava naquele estado de nem dormindo nem acordada não sabia se era uma sonho ou verdade. Quando o barulho de passos começou a se aproximar eu dei um pulo na hora que a porta foi aberta de forma brusca e bati com o cotovelo na barriga de seu Antônio o acordando junto. Meus olhos estavam na porta na figura de um homem alto com os olhos claros esbugalhados que assim que a ficha caiu começou a falar para o pai que estava preocupado que desde ontem liga e o celular só está desligado enquanto o próprio estava na vida boa comendo buceta. Ele falava isso bem alterado e eu já tinha esquecido que estava nua na presença de um desconhecido que por sinal era um gato quase da minha idade. Seu Antônio com toda calma pediu desculpas ao Túlio ( descobri ser esse seu nome) que não tinha percebido que o celular estava desligado. Túlio perguntou quem eu era e eu nua mesmo me levantei e fui cumprimenta-ló, pensei que quem ta na chuva é pra se molhar. Ele me deu uma boa secada e disse que pelo visto o pai estava passando bem até demais, e seu Antônio concordou falando que eu era uma delícia. O filho perguntou se poderia então comprovar se era verdade e o pai liberou, Túlio passou a língua no biquinho do meu peito e depois enfiou na boca sugando com força. Meu velho tarado também se juntou a festa e pegou a outra teta. Eu claro que adorando aqueles dois homens enormes me mamando só passava a mão na cabeça deles. Senti umas tapas na minha bucetinha e já gemia igual a prostituta, então meu novo macho falou que queria chupar minha rachinha e na hora eu vi o quanto era parecido com o pai que adora enfiar a língua sem descanso. Fiquei de quatro pra receber as língua, ele mal esperou eu colocar as mãos no colchão já foi me sugando. Nossa que linga deliciosa, ele disse que minha buceta estava com cheiro de rola, e eu falei que a culpa era do pai dele seu Antônio já estava batendo uma olhando pra nós. Meu velho foi para minha frente e passando a piroca na minha cara dizia que eu era uma puta e que o filho dele ia me arrombar, na hora do tesão eu gemia e falava que queria ser arrombada mesmo, mas quando Tulio colocou o pau pra fora eu engasguei com a visão. Ele tinha o pau do tamanho mais ou menos   como o do pai só que com uma largura três vezes mais, foi aí que eu tive pena do meu buraquinho por que assim que a bermuda caiu no chão ele já estava com a língua no meu cu e empurrando um dedo. Acho que meu roludo teve pena das minhas pregas e disse para o filho que iria passar um gel para entrar melhor. Suspirei de alívio sentindo o gel refrescando meu olhinho é um dedo que eu já conhecia alargando o espaço. Olhei por cima do ombro pra vê pai e filho se excitando com a vista. Dai relaxei e esperei,mais dois dedos foram colocados e eu já rebolava gostoso, Tulio pincelou um pouquinho e foi enfiando devagar enquanto seu Antônio batia uma siririca em mim e falava que estava doido pra me comer a buceta. O pau finalmente entrou mas como eu estava com o tesão nas alturas nem esperei o gostoso começar a se mexer e já fui fazendo o movimente de vai e vem. Nisso ele me deu uma tapa alto na bunda e já foi bombando me chamando de cachorra gostosa e égua arrombada, falou mais algumas palavras sujas eu já gritava de tanto prazer. Seu pai observava tudo alisando o pau e as vezes me beijava na boca e dizia que eu estava indo muito bem. Já revirava os olhos quando Túlio levantou o meu tronco me colocou com as costas no peito dele em pé sem tirar de dentro e apoiou minhas pernas no seu braço, me deixando aberta com a rola enfiando no cu na frente do pai e mandou ele também aproveitar. Ficamos parados eu na mesma posição com Tulio me segurando e seu Antônio chupando a minha buceta com gosto. Depois disso nao tinha como não gozar escutando Túlio falar no meu ouvido que agora era meu macho. Quando a farra já passava pra tarde seu Antônio não aguentava mais nada e eu estava toda assada. Túlio me acompanhou até dentro da minha casa me fez dar pra ele uma cópia da minha chave e disse que quem mandava agora era ele. Fiquei sem reação mas tinha gostado da ideia, falei que o pai dele não iria gostar de ficar de fora e ele disse que e eu podia dar pra ele só uma vez na semana e que o resto dos dias eram dele. Me deu um beijo demorado e foi embora garantindo que iria ligar a noite. Eu continuei dando para seu Antônio uma vez por semana e as vezes meu macho estava presente.

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