Pensando que estava sozinha, levantou a saia, baixou a calcinha vermelha, se agachou e começou a mijar. Era um jato forte que até fazia espuma quando batia no chão. Excitadíssimo, observava tudo detrás da árvore, quando de repente eu pisei em um galho seco que fez barulho, a morena percebeu que estava sendo observada e parou de mijar. Arrumando a roupa ela falou:
-Seu tarado, o que você está fazendo aí ? Com a excitação e sem ter nada a perder, falei que estava olhando a mijada e que estava de pau duro, quase gozando na calça de tanto tesão em estar vendo aquela situação.
- Eu devia mijar na sua cara, seu tarado! Disse-me ela.
- Você não teria coragem de fazer o que está dizendo. Falei para ela.
- Ah é! Então deita no chão! Com a rôla quase estourando a calça de tão duro que estava, deitei-me no chão enquanto ela levantava a saia e tirava a calcinha. Ficou sobre meu corpo, e agachou-se próximo ao meu rosto fazendo com que eu sentisse o calor de sua xoxota e quase encostando o cuzinho suado em meu nariz.Fez força e o jato dourado e morno atingiu meu rosto, escorrendo sobre meu peito. Quando o xixi acabou, ela colocou a boceta mijada em minha boca e disse:
- Agora lambe cada gota de mijo, seu tarado sem vergonha! Eu comecei a lamber as coxas e as virilhas e me concentrei na bocetinha, lambi cada centímetro daquela xoxota úmida e cheirosa, o sabor do néctar da morena se misturava com o sabor salgado do xixi, ela começou a gozar intensamente como se estivesse novamente mijando em meu rosto. Não agüentando, coloquei meu pau pra fora da calça, e com uma rápida punheta o jato de esperma foi liberado num gozo intenso atingindo o rosto da gata, fiquei totalmente relaxado com tanto prazer.
Ela se limpou com a calcinha, arrumou a roupa e foi embora sem dizer uma palavra.
Até hoje continuo a freqüentar o parque na esperança de que essa experiência se repita.
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