Militar coroa

Por: karen-alfa-1 10/07/2026 54358 leituras
Capa do conto
De passagem por Salvador, entrei no bate-papo uol e fiquei vendo o que rolava. Depois de muito papo e cam, esbarrei com um senhor, que queria mamar um macho de verdade. Até aí tudo normal. Mas vamos a descrição do senhor. Careca, 1.70 altura, forte parrudo, pelos no corpo todo todo, aparentava umas 70 anos. Marcamos de encontrar e fui até o local combinado. Um apartamento dele. Lá nos encaramos olho no olho e ele pediu para eu mandar nele. Fiquei com um tesão absurdo naquele homem. E aí a briga entre machos começou, eu louco pra dominar. Ele louco pra obedecer um macho de verdade. Meu pau já estava duraço, como pedra. Ele veio pegar no meu pau, tirei a mão e disse que não tinha mandado ele pegar.
_ Tira a mão. Ajoelha! (Ordenei.)
_ Certo. Senhor. (Respondeu com aquele jeito de homem sério.)
_ Agora pode pegar.
E ele pegou. Mandei apertar mais forte. E mais forte. E mais forte ainda.
_ É assim que um macho pega numa rola grande! Falei pra ele.
_ Posso mamar? (Ele pediu.)
_ Mama. Abre a boca!
E aí recebi um boquete gostoso. Ficamos nisso um bom tempo. Mas eu queria humilhar aquele cara.
_ Tira sua roupa toda. Tira a cueca. (Ordenei)
Aí subiu um cheiro de homem suado. Passava a mão no suvaco dele e enfiava na boca dele. Dei alguns tapas na cara para marcar. Ele não dizia nada, só me encarava. Fiz ele deitar no sofá e sentei com a rola na boca dele. Penetrando aquela boca. Fodi um pouco.
_ Abre a boca! (Lancei um cuspe lá dentro.)
Ele obedecia a tudo, com certa rigidez, mas obedecia. Perguntei se queria mais e ele implorava por mais humilhação. Confesso que eu estava louco pra gozar. Mas não iria gozar antes dele. Deitei no sofá. De pau pra cima e mandei ele me oferecer o rabo. Mostrar o cu. Ele não queria. Mas fiquei ordenando. Até que ele abriu o cuzão na minha cara. Uma pena não ter deixado eu penetrar o dedo. Perdi um pouco a paciência. Falei que ele tinha que me obedecer. Peguei a cueca para vestir. Ele falou que toparia o que eu quisesse, exceto que envolvesse o cu dele. Foi aí que tive a ideia de mandar ele ir para o banheiro.
_ Entra no box e ajoelha. (Mandei e ele obedeceu.)
Com meu pau explodindo de tesão soltei um mijão quente no peito peludo daquele senhor. Encharquei os pelos. Ele começou a uivar de prazer. Parecia estar em êxtase. Falou que ia gozar. Eu o impedi metendo o pé no pau dele. Mandei levantar. Agarrei as bolas dele forte e falei que escravo não goza. Mandei vestir a cueca, todo mijado. E sentar na privada. Aí vendo aquele homem, com aparência sério, pai e avô, soltei minha gozada na cara dele. Espalhei a porra no corpo todo.
Aquele homem agradeceu tanto pela putaria que fizemos que resolvi escrever sobre. Espero que tenham gostado. Infelizmente não consegui tirar foto.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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