O tempo foi passando e eu cada vez mais doido para trepar com Júlia, mas temia que minha esposa desconfiasse de minha má intenção. Fingi até não estar gostando daquela situação; da falta de privacidade; da presença de uma “irmã” em nosso quarto... que absurdo! Carla, minha mulher, procurava me acalmar, pedindo paciência, pois logo iriamos nos mudar para uma casa maior, que estava sendo construída; que Júlia e seus dois filhos precisavam de nós; que ela era minha irmã e seus filhos, nossos sobrinhos... E eu, como bom moço, dizia que ela tinha razão. E tudo ficava na mesma.
Mas eu queria mais. Queria, na verdade dar uma trepada homérica naquela que, depois de anos e anos, descobriu que era minha irmãzinha!
Um dia, os bons ventos sopraram a meu favor. Carla levantou-se mais cedo e foi levar as crianças na escola. Eu fiquei na cama mais um pouco. Júlia, minha irmã, levantou-se apenas de calcinha e foi caminhando para o banheiro. Com o pau duro, também me levantei de cueca e fingi não ver minha irmã. Esbarrei nela e fingi ficar com vergonha, por estar com aquela “inoportuna” ereção. _Ah, Paulo, de manhã é assim mesmo, todo homem sadio fica desse jeito – disse Julia, apontoando com o dedo meu pau que mal cabia na cueca. Deu um sorriso amarelo e fui caminhando para o banheiro da suíte. – Ei mano, eu estava na frente – reclamou Júlia com um sorriso, reivindicando seu direito de usar o banheiro primeiro. – Mas você é minha irmã, Júlia, podemos usar ao mesmo tempo; eu vou usar o chuveiro e você usa o vaso – sugeri com a maior cara de pau. Pensei que Júlia fosse ficar brava e me xingar. Qual o quê, ela, simplesmente, foi tirando a calcinha e sentou-se no vaso sem qualquer cerimônia. Quando ela baixou a calça, fiquei louco de tesão. Que bunda! Que rabo! Que gostosura! Eu e ela. Ela e eu. Nós dois pelados no banheiro. Tirei a cueca e entrei debaixo do chuveiro de costas, meio envergonhado por causa do pau enorme, demonstrando minha vontade. Criei coragem e me virei de frente. Júlia (viúva, em jejum de sexo há quase um ano) olhou aquele cacete duro bem na sua frente e não conseguiu segurar sua admiração: _Nossa Paulo, que pinto grande, bonito e durinho; se você não fosse meu irmão...- falou Júlia sem tirar os olhos do meu pau. – E sai logo daí, porque eu quero tomar uma ducha também – acrescentou. – Vem cá, venha aproveitar o chuveiro que está uma delícia – falei sorrindo, segurando o pinto e balançando. – Eu, hein, com esse negócio duro e enorme ai, você vai querer me atacar, nem vai respeitar sua própria irmã... e a Carla vai saber... seu sem vergonha- disse Júlia com um sorriso, mas quase aceitando o convite. Virei de costas e fiquei passando o sabonete, enquanto Júlia se limpava com papel higiênico. Ela deu descarga e, para minha surpresa, aproximou-se de mim nua. – Ei mano, quer que eu ensaboe suas costas? – perguntou minha irmã, com jeitinho safado. Nem precisei responder, pois Júlia já estava com o sabonete numa mão e uma buchinha na outra, fazendo uma deliciosa massagem nas minhas costas. Que delícia! Mas meu tesão não estava nas costas. E ele sabia disso. E ela queria mesmo era sentir aquele pau latejando nas suas mãos. Eu me virei e mostrei para ela “com quantos paus se faz uma canoa”. E naquela oportunidade, bastava um só. Júlia não resistiu mais a abstinência de meses e catou meu pau como se fosse a última bolachinha do pacote. Passou a buchinha e o sabonete; passou a mão com carinho; massageou e punhetou à vontade. Entreguei minha joia rara na mão daquela que, a partir daquele momento, deixou de ser minha irmã, para se tornar minha amante secreta. Júlia ficou de joelho e reverenciou meus 20cm de masculinidade. Segurei de leve sua cabeça e a encostei na cabeça do meu pau. _ Ei mano, eu nunca fiz isso não... credo, tenho nojo...
Fiz de conta que não ouvia nada e fui empurrando de leve até colocar a cabeça naquela boquinha molhada. Percebi que Júlia não aguentava mais de tesão e faria qualquer coisa para matar seu desejo sufocado há tempo naquele canto do nosso quarto. Ela segurava meu pau como se fosse um troféu de campeonato; a primeira bonequinha de criança carente; o copo de água do sobrevivente do deserto... estava extasiada, chupando com avidez meu pau latejante. Não aguentei tanta emoção e ejaculei precocemente. Assustada com aquele jato violento, Júlia se afastou, enquanto meu pau vomitava porra por todos os lados, inundando o rosto e cabelos de Júlia, que se levantou para lavar tudo aquilo. Meio sem jeito, me lavei e fui me enxugar e me vestir para ir ao trabalho, pois já estava um pouco atrasado. Fiz bem, pois assim que coloquei o meu sapato, minha esposa Carla chegou sorridente. – Ei Paulo, hoje você perdeu a hora, já avisou a firma? Respondi que sim e que iria tomar café no trabalho. Beijei minha esposa, gritei tchau para Júlia e fui trabalhar sem qualquer remorso pelo recente malfeito incestuoso.
Naquele dia, nem consegui trabalhar direito. Fiquei alheio a tudo, apenas planejando novas aventuras com minha irmã Julia.