Eu era adolecente na época e não tinha tido nenhuma experiência até o momento.
Ao chegar vi o cara limpando uma espingarda. Perguntei e ele disse que não era arma de fogo, mas de chumbinhos a pressão.
Pedi pra ele deixar eu atirar com a arma, que de pronto disse que não pois teria que me ensinar e que não teria tempo, além do mais tinha poucos chumbos e se acabassem, teria que ir à cidade comprar. Enchi tanto a paciência dele que disse pra eu vir no outro dia e talvez ele deixasse eu dar um tiro.
Fui embora animado e imaginando atirando com aquela arma. No outro dia ele me fez uma proposta.
Deixaria eu atirar com a arma se eu deixasse que ele fizesse o que ele quisesse comigo. Fiquei puto e disse que não queria e que não deixaria ele tocar na minha bunda. Ele disse que me ensinaria uma brincadeira diferente e que não tocaria na minha bunda. Fiz com a cabeça que sim e sentei na beira do córrego com a arma na mão e dei o primeiro tiro em uma manga.
Ele entrou no córrego, entre as minhas pernas e começou a passar a mão na minha rola. Eu achei aquilo estranho, nunca tinha sentido aquilo. Então ele abriu a minha bermuda e começou a cheirar a minha virilha, pois eu estava sem cueca. Ele pegou na cabeça do meu pau e puxou a pele para baixo e foi fazendo aquele movimento bem devagar de subir e descer.
Eu havia dado um tiro apenas e larguei a arma do lado, pois nunca ninguém tinha feito aquilo comigo. Meu pau ficou duro, ereto, como quando eu acordo de manhã, mas ele passou o dedo na cabeça e me mostrou uma aguinha que saia e eu nunca havia notado aquilo.
Ele colocou a língua pra fora e tocou naquela aguinha com a língua e disse: Hum que delícia. Nesse momento ele abriu a boca e foi colocando todo o meu pau na boca até chegar às bolas. Eu fui ao céu e voltei com aquilo. Ele estava tão guloso, parecia que há muito tempo que não via uma rola. Ele foi fazendo esse movimento e começou a ir até as bolas e ainda esticar a língua nas bolas com a rola toda na boca e aquilo estava uma delícia.
Quando eu estava tremendo e suando ele leva a mão por baixo e começa a força o meu cú. Fiquei muito puto, levantei dali e fui embora. Vi ao longe, pois ele estava de costas, dentro do córrego o dono da fazenda chegando a cavalo. O fazendeiro aparentemente não percebeu nada, o chamou, conversou por um tempo e foi embora. Eu também fui embora, mas aquela cena ficou na minha cabeça. Ao final da tarde aquele rapaz foi na chácara onde eu morava e comentou com meus pais como quem não quer nada e disse que eu havia me interessado por aprender a atirar com arma de pressão.
Ao passar do meu lado, ele disse, vai lá amanhã, pra gente terminar o que começou, não vai se arrepender. No outro dia eu fui, sentei em uma galha de árvore que estava baixa e ele disse, olha, eu pedi para o dono da fazenda trazer 10 caixas de chumbinho pra você poder atirar a vontade e eu não vou fugir do combinado. Eu acordei com a cabeça, ele entrou entre as minhas pernas e começou novamente, bem devagar, aparentemente apreciando cada segundo.
Abaixou a pele da minha rola, lambeu toda a cabeça salivando em cada ponto e dizendo, que delícia. Desceu até as bolas e chupou uma por vez e voltou com a língua por toda a extensão da minha rola até a cabeça. Ele então enfiou tudo na boca com muita gula.
Começou à chupar com força e sugar com vontade, parando para lamber a cabeça e as bolas. Ouvi ele gemer e tocar a própria rola também bem rápido. Eu comecei a tremer e a suar novamente e soltei um líquido na boca dele que abriu ao máximo a boca para receber e o que pingou fora, passou o dedo levando até a boca. Hum que delícia.
Engoliu tudo e continuou a lamber bem devagar e eu ainda tendo espasmos soltando as últimas gotas.
Depois daquele dia, eu voltei todos os dias da empreitada dele lá. Queria sempre repetir a sensação que, até então, eu desconhecia.